Praça da Espanha

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LVSoho

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O samba mudou para a Praça de Espanha. LV Soho.

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Pobre samba meu

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Aqui, na avenida dos grãfinos, o samba não vem, não.


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Pandeiro, tamborim e violão aqui não tem cotação

Rua Comendador Araujo, 938, lembram do Bar Acadêmicos do Salgueiro?

Era muito novo, inaugurado em 2011.

De quarta a domingo, tinha som ao vivo. Era samba de raiz, chorinho, samba-rock, gafieira e samba enredo.

Não deu certo. Fechou. Hoje é a balada Freedom.

Curitiba é o cemitério do samba.
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Mudou o som..

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Caiscais

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A vila com cheiro de maresia.

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Há imagens urgentes, que dão ordens e exigem decisões.

Agora, por exemplo, sei que tenho de voltar a Caiscais, homenagear essa praia que deu certo.

É linda, limpa, leve, breve, suave.

A calçada de petit pave não solta pedra.

Não tenho de ficar lá a vida inteira. Se for necessário, em 45 minutos o trem me leva de volta para Lisboa.

Está em Fernando Pessoa: “a dor é já de pensar, órfão de um sonho suspenso pela maré a vazar…”

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A volta da voz

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Iris Lettieri. (Foto da Revista Epoca)


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Ainda não voltei a ouvir a voz de Iris Lettieri no Aeroporto do Galeão.

Após a privatização, a Odbrecht resolveu cortar custos – e a voz mais famosa da aviação civil brasileira estava entre eles.

Houve protesto dos usuários, o prefeito Eduardo Paes interveio, a dispensa foi reconsiderada.

Mas ela ainda não voltou.

Clique para saber mais e ouvir a voz de Iris.

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Territorializando, descentralizando, diagnosticando – para conferir a cultura de Curitiba

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É a primeira.

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Curitiba está escrevendo seu Plano Municipal de Cultura desde ontem, quando começou a Conferência Municipal Extraordinária de Cultura, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil. Não é fácil.

Primeiro, porque os participantes enfrentam o jargão político/burocrático – “eixo temático”, “arco da sociedade civil” ou “territorialização, descentralização e participação como estratégias de gestão” (extrai os termos do Plano da Secretaria de Cultura da Bahia, um dos modelos adotados pela Conferência).

Segundo, porque há muitos interesses políticos em choque – o ano é eleitoral.
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Saul Dorval, representante do movimento negro, lançou sua pré-candidatura ao Senado pelo PMDB na sessão de abertura. Um discurso forte contra Beto Richa. “O governo do Paraná não discute cultura negra no Estado onde os afrodescendentes são 28% da população”. Com isso, não só a candidatura de Marcelo Almeida fica ameaçada mas todo o propósito do encontro.
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Saul Dorval, Pericles Melo, Marcos Cordiolli


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No Brasil, a cultura ainda depende do mecenado do Estado. Nos países anglo-saxões é diferente.

Você entra no Lincoln Center, em Nova York, e nota que cada poltrona tem uma pequena placa na parte trazeira. É o nome da pessoa ou da família que doou para construir aquele auditório. No interior do Ohio, achei um enorme ginásio (piscina de 50 metros aquecida, salas de musculação, tudo) erguido com dinheiro do dono da indústria ao lado.

Doação testamentária no Brasil é temida pelo que aconteceu no passado. As famílias entregavam seus bens a entidades como as Santas Casas de Misericórdia e os gestores não eram capazes de administrar a doação.

O pior é que o Estado-Mecenas não tem capacidade nem recursos para cumprir sua missão cultural. Nem vontade, quando o ano é político.
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Quase 300 inscritos.


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P.S. – A dona majoritária da sociedade proprietária do Luna Park, Ernestina de Lectoure, faleceu aos 95 anos de idade, no último mês de fevereiro, e deixou o mítico estádio em partes iguais para a Cáritas e os salesianos, informam fontes da Arquidiocese de Buenos Aires. Vamos ver o que acontece.

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Lá, Podemos, aqui Repetimos

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Juan Carlos Monedero, Pablo Iglesias e Teresa Rodríguez, líderes do Podemos.


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O slogan de Barack Obama, Yes We Can, virou partido político na Espanha. O partido Podemos foi a surpresa das eleições para o Parlamento Europeu. É liderado por um professor de 36 anos chamado Pablo Iglesias – e o exemplo dele é importante para o Brasil, que se debate entre as velhas alternativas.

Agora mesmo há gente dizendo que a melhor alternativa para derrotar Beto Richa é a candidatura de Roberto Requião, que levaria a eleição para um segundo turno onde José Richa, pai, não chegou em 1990.

Eis o paradoxo: Requião é renovação na política paranaense.

Ninguém acredita que uma idéia nova seja capaz de interessar ao eleitor. O Paraná é conservador. Há 60 anos votava em Plínio Salgado, o velho líder integralista. Elegeu e reelegeu Jaime Lerner. Milhares de pessoas começaram a citar Adam Smith e sua mão invisível, sem saber direito do que estavam falando (muitas ainda não sabem). Privatizou-se o Banestado e as rodovias. A BR-277 passou a cobrar o pedágio mais caro do Brasil (16 reais por 80 quilômetros rodados).

Aqui, o PT (que muitos acham um partido de esquerda) jamais ganhou uma eleição majoritária. Lá, Podemos, aqui, que tal criar o Partido Repetimos?

É preciso prestar atenção ao Partido Podemos. Pablo Iglesias, crítico de cinema e professor de ciência política lidera um grupo de jovens sem grande experiência política mas com boa formação intelectual. Com apenas quatro meses de vida conseguiu 1,2 milhão de votos e colocou cinco deputados no Parlamento Europeu. Em algumas cidades importantes, como Madri e Astúrias, tornou-se a terceira força eleitoral. Quer ser uma alternativa real aos conservadores, que chamam La Casta.

Para evitar a embriaguez do sucesso, Pablo Iglésias, o cabeça da lista eleitoral, fez um chamamento à calma. Os resultados foram “razoavelmente bons”, assinalou, “porque os partidos da casta governante sofreram um duro golpe”. Foi adiante: “Os partidos de La Casta acabam de receber a maior lição de sua história. Mas eles continuarão governando e ordenando despejos dos trabalhadores desempregados”.

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Com tanta poluição não há Olimpíada

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Vai ser difícil velejar com todo esse lixo na baia.


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A matéria está no New York Times de hoje: “Aviso aos navegantes – não caiam nas águas da baia da Guanabara”.

O jornal diz – e os ambientalistas concordam – que a baia da Guanabara, antigo cartão de visitas do Rio de Janeiro, transformou-se numa grande latrina, para onde convergem esgotos não tratados de favelas ao redor.

Nico Delle Karth, um velejador australiano que vai disputer a Olimpíada de 2016, disse que a baia é o lugar mais sujo onde ele jamais treinou.

O lixo boia na superfície. Há de tudo, de pneus velhos a colchões. E água cheira tão mal que Karth tem medo de molhar os pés ao colocar o barco na água. A possibilidade de contrair uma doença é óbvia.

O Rio de Janeiro não está cumprindo os compromissos internacionais de melhorar a qualidade da água, coletar o lixo, criar acessos seguros aos locais de treinamento. Com isso aumentam as notícias de que a Olimpíada poderá ser transferida para outro país.

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Cartão do Estar deve ser aqui

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Por que a exclusividade? Os cartões podem ser vendidos pelas bancas, pelas lotéricas e também pelos fiscais de trânsito.

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Nada mais adequado. A banca de jornal fica no terminal do ônibus. Você estaciona ao lado, coloca o Estar, contra no terminal e toma o ônibus.

Duas horas de Estar custam R$3.

Duas horas de estacionamento custam R$16.

Então, por que tiraram o cartão de Estar da banca de jornal e deram exclusividade às lotéricas? Vão criar um novo cartório de privilégios. E quebrar os jornaleiros.

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O spam ataca

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Será que dá para continuar no wordpress?


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Maria José Justino na APL

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Musica de câmara no Museu Oscar Niemayer.

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Era a posse de Maria José Justino na Academia Paranaense de Letras, na cadeira que era de Carlos Roberto Antunes dos Santos. Uma solenidade emocionante. Os dois foram respectivamente reitor e pró-reitora da Universidade Federal do Paraná entre 1998 e 2002.

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