Com tanta poluição não há Olimpíada

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Vai ser difícil velejar com todo esse lixo na baia.


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A matéria está no New York Times de hoje: “Aviso aos navegantes – não caiam nas águas da baia da Guanabara”.

O jornal diz – e os ambientalistas concordam – que a baia da Guanabara, antigo cartão de visitas do Rio de Janeiro, transformou-se numa grande latrina, para onde convergem esgotos não tratados de favelas ao redor.

Nico Delle Karth, um velejador australiano que vai disputer a Olimpíada de 2016, disse que a baia é o lugar mais sujo onde ele jamais treinou.

O lixo boia na superfície. Há de tudo, de pneus velhos a colchões. E água cheira tão mal que Karth tem medo de molhar os pés ao colocar o barco na água. A possibilidade de contrair uma doença é óbvia.

O Rio de Janeiro não está cumprindo os compromissos internacionais de melhorar a qualidade da água, coletar o lixo, criar acessos seguros aos locais de treinamento. Com isso aumentam as notícias de que a Olimpíada poderá ser transferida para outro país.

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Cartão do Estar deve ser aqui

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Por que a exclusividade? Os cartões podem ser vendidos pelas bancas, pelas lotéricas e também pelos fiscais de trânsito.

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Nada mais adequado. A banca de jornal fica no terminal do ônibus. Você estaciona ao lado, coloca o Estar, contra no terminal e toma o ônibus.

Duas horas de Estar custam R$3.

Duas horas de estacionamento custam R$16.

Então, por que tiraram o cartão de Estar da banca de jornal e deram exclusividade às lotéricas? Vão criar um novo cartório de privilégios. E quebrar os jornaleiros.

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O spam ataca

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Será que dá para continuar no wordpress?


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Maria José Justino na APL

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Musica de câmara no Museu Oscar Niemayer.

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Era a posse de Maria José Justino na Academia Paranaense de Letras, na cadeira que era de Carlos Roberto Antunes dos Santos. Uma solenidade emocionante. Os dois foram respectivamente reitor e pró-reitora da Universidade Federal do Paraná entre 1998 e 2002.

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Por uma insurreição pacífica

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Um homem que cultivou o otimismo onde outros teriam sucumbido ao cinismo.

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Confira os jornais. Não precisa ser os de hoje, de qualquer dia. “Greve ilegal dos motoristas de ônibus para São Paulo”, “ONU rebaixa para 1,7 o PIB de 2014”, “Curitiba entre as cinco cidades com maior taxa de homicídios”. “Brasil tem segunda pior distribuição de renda em ranking da OCDE”, “Barbosa defende PEC que eleva salário de ministros do STF a quase R$ 40 mil”.

O que vamos fazer diante disso?

Stephanie Hassel, autor de Indignai-vos, que morreu em fevereiro, aos 95 anos, tem uma mensagem instigante ante a realidade mundial e a cena brasileira. Defende a insurreição pacífica – o oposto do que se tenta produzir como protesto às vésperas da Copa do Mundo.

Diplomata, colaborador de De Gaulle, ex-membro da Resistência francesa na 2ª. Guerra Mundial, tornou-se um fenômeno editorial em 2010. O livro já vendeu mais de 4,5 milhão de exemplares em todas as línguas. Foi adotado pelo movimento dos Indignados, que tomou as ruas das principais capitais europeias em manifestações contra a ditadura do capital financeiro. No Público, de Portugal, há uma matéria de Ana Dias Cordeiro sobre o homem e sua vida.

Indignai-vos advoga uma solução pacífica para a crise mundial desencadeada pelo que chama de movimento produtivista. Pede “um tempo em que a preocupação com a ética, a justiça, o equilíbrio sustentável, deve prevalecer”.

Lembra que “os dez primeiros anos do século 21 foram um período de recuo, de marcha à ré. Esse recuo eu explico – em parte – pela presidência norte-americana de George Bush, pelo 11 de Setembro, com as consequências desastrosas para os Estados Unidos nas atitudes que tomaram, como a intervenção militar no Iraque.”

“Tivemos a crise econômica, mas nem por isso se iniciou uma nova política de desenvolvimento. De mesma forma, a cúpula de Copenhague, contra o aquecimento climático não resultou numa verdadeira política para preservação do planeta. Estamos em um patamar entre os horrores da primeira década e as possibilidades das décadas seguintes. Mas devemos ter esperança, devemos ter esperança sempre”.
Hessel termina Indignai-vos afirmando que a ameaça do fascismo não desapareceu totalmente, “e nossa cólera contra a injustiça permanece intata. Por isso, apelamos sempre para para uma verdadeira insurreição pacífica contra os meios de comunicação de massa, que, como horizonte para nossos jovens, só sabem propor o consumo de massa, o desprezo aos mais fracos e à cultura, a amnésia generalizada e a competição desenfreada de todos contra todos”.

E finaliza: “A todos aqueles e aquelas que construirão o século 21 dizemos com carinho: CRIAR É RESISTIR. RESISTIR É CRIAR.”

Para uma copia em PDF clique aqui.

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Belém Norte, sábado. Se tem peixe, tem vida

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Está dando tilápia no Belém.

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Modelo português de ensino

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Turmas com 12 alunos. Acredita? (Foto Público)


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-Sabemos que crianças felizes aprendem melhor – diz o professor Manuel Oliveira, diretor (lá é director) do Colégio Sá de Miranda, em Lisboa.

As escolas particulares de Portugal têm bons resultados nos testes de avaliação por esse motivo, por diminuir as férias e pelas turmas pequenas. A diretora do Colégio Paula Frassinetti (130 alunos), Ana Paula Fernandes não acredita que turmas grandes (acima de 25 alunos) possam ter bons resultados.

Está tudo no jornal Público.

Há uma entrevista sobre educação do ministro da Educação Nuno Crato nas páginas amarelas da Veja. Mas é preciso tomar cuidado com o que se lê na nossa revista de maior tiragem. O ministro corrigiu várias “liberdades” da editora. Ele entrou em choque com os professores ao afirmar que as escolas públicas devem trocar professores ineficientes por outros mais interessados em dar aula do que em fazer política. (Para nós, não assinantes, a entrevista só estará disponível a partir de 6a.feira na edição online.)

Gostei da resenha que saiu na em Resenhas Educativas

As idéias de Nuno Crato estão em “O “Eduquês” Em Discurso Directo – Uma crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista”, da Editora Gradiva. Está na 13a. edição, de 2011.
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Ame o Brasil?

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Palpite infeliz.


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A Marcha para Jesus esta ano ganhou um tema polêmico: “Ame o Brasil”.

Serão muitos os brasileiros que não amam meu Brasil lindo e trigueiro? O Brasil do meu amor, terra de Nosso Senhor? Devem ser, caso contrário não seria necessário montar uma campanha nacional para que eles mudem de opinião.

E os que por não amam o Brasil sofrerão sanções? Serão proibidos de frequentar os templos? Perderão o direito às bençãos?

Deve-se indagar também se esse “Ame o Brasil” surgiu quando os pastores foram convidar o pessoal do Governo Federal para o evento. Alguém lamentou as manifestações contra a Copa do Mundo e talvez tenha comentado que isso não é coisa de bom brasileiro. É coisa de quem não ama o Brasil.

Pronto. Sutil como uma locomotiva da ALL, um publicitário de Cristo bolou o “Ame o Brasil”. Desse jeito imperativo, fascistoide.

Uma ajuda à memória de quem estiver lendo este post: a última vez que usaram o verbo amar no imperativo foi na ditadura. “Brasil, Ame-o ou Deixe-o”.

Contra esse jeito de pensar, José Richa, pai, foi para os palanques do MDB na década de 70 desafiar a . Iniciou uma escalada política que começou em 74 com a eleição para prefeito de Londrina, chegou ao governo do Estado e ao Senado Federal.

Ele ia perceber na hora que não é possível para um democrata vestir essa camisa.
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Os 300 mil não vieram

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Gustavo Fruet fala aos evangélicos (Foto da Prefeitura).


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Não foi um fiasco mas também não foi um sucesso.

Os 300 mil evangélicos que deveriam participar da Marcha para Jesus neste sábado não apareceram.

Pela estimativa da Polícia Militar seriam uns 120 mil. Como a PM costuma ser generosa com os amigos do governo, dá para reduzir o número à metade: uns 60 mil no máximo.

As fotos não mentem.

Ao avaliar o evento, é bom olhar para a foto abaixo. Esses pastores anteciparam a presença dos 300 mil. Passaram a semana repetindo o número e esqueceram de fazer o dever de casa – mobilizar suas congregações.

Em publicidade há uma máxima que não deve ser desrespeitada: “Anunciou, tem que entregar”.
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Na segunda-feira os oito pastores que coordenaram a Marcha para Jesus visitaram Beto Richa (Foto da Secretaria de Comunicação.).

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Converta-se! Ou mude daqui!

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O Centro Cívico é uma área mista, com vocação comercial e administrativa. Segundo a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas, o máximo de barulho permitido é de 60 decibéis.


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O caminhão de som da CUT é do passado. Os amplificadores dos comícios ficaram na saudade. Aquele barulho dos boys do Barigui tornou-se suave murmúrio.

Os evangélicos ganharam a competição. Agora, são eles que falam mais alto.

Você se achava no direito de ter uma zona de conforto acústico, não é? Esqueça. Para derrotar Satanás, só é muito barulho.

Meio-dia de sábado, a marcha para Jesus chegou ao Centro Cívico, com um som de 120 decibéis.

“Adore! Adore!”, entoa o axé de Cristo, amplificado mais alto do que no carnaval da Bahia.

Um vizinho assustado comenta que é melhor mudar daqui, porque virão outros desfiles e os equipamentos de som serão cada vez mais poderosos.

A alternativa é a conversão.

Com sorte, arranja-se um horário numa rádio gospel e dá para desfilar aqui de cima.

Em vez de reclamar, pense nisso.

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