Vim parar na praça

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Esculpida por Erbo Stenzel e Humberto Cozzo, a mulher nua representa a Justiça e foi projetada para ficar na frente do Tribunal do Júri. O jornalista e historiador Cid Distefani, que morreu há pouco, reclamava do desrespeito com a obra dos artistas.

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A Greve do Fumo e as leis da publicidade – inclusive a Lei de Gerson

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Alguns cartazes anti-fumo de 1980

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Publicidade é um negócio tão maluco que nem os marqueteiros sabem direito onde vai dar uma campanha. Erra-se por muitos motivos. Um dos principais é não investigar direito qual o subtexto do anúncio. Não interesse o que você diz, interessa o que o público entende. Há regrinhas que não podem ser ignoradas.

  1.  Você sabe exatamente o que está vendendo? Na pre-história do marketing descobriram que ninguém usava sabonete para ficar limpo – usava para cheirar bem.
  2. Você entendeu o momento? Se o mercado imobiliário está em queda livre, não adianta mostrar o luxo, a comodidade, a localização de um apartamento. Você tem que provar que dá para pagar o financiamento.
  3. Alguém lhe avisou que não se brinca com coisa séria? Veja o caso da campanha dos cigarros Vila Rica. O brasileiro médio tem horror de malandragem. Chamaram um jogador de futebol para dizer fumava Vila Rica porque gostava de levar vantagem em tudo e convidar: leve vantagem você também.

O governo do Paraná decidiu, em 1979, fazer uma campanha contra o cigarro porque o custo de atender pacientes de câncer de pulmão, de boca e de garganta, de enfisema e outras doenças pulmonares, era alto e continuava subindo. No Brasil, ao contrário dos Estados Unidos e Europa, as empresas eram livres para anunciar na TV, rádio, revista e outdoors – e, naquele momento, 35% dos brasileiros com mais de 15 anos fumavam.

A agencia P.A.Z. (Zeno José Otto, Desiderio Pansera e Nilson Machado) participou como voluntária da campanha. Sua missão: transformar em propaganda o discurso antifumo e estimular o Congresso, assembléias legislativas e câmaras municipais a votar leis proibindo fumar em locais públicos. Apresentou um material de qualidade excepcional, que invertia os argumentos das campanhas a favor do cigarro. Uma das peças usava o tema do Vila Rica. “Leve vantagem você também, certo?” E pedia para levar vantagem fazendo a greve do fumo.

As vantagens de parar de fumar foram explicadas por médicos – quase todos professores universitários –  em palestras em escolas, emissoras de rádio, nos Rotary Clubes e até no púlpito de igrejas. Lembro do doutor Amilcar Gigante, ateu e fumante, subir ao púlpito da Catedral Metropolitana para relatar sua experiência clínica com vítimas do cigarro. E do arcebispo d. Albano Cavalin explicando porque a Igreja é contra o fumo: “O corpo do homem é o templo de Deus. Quem suja as paredes do templo com resíduo tóxico do fumo está ofendendo o Senhor”.  As televisões veicularam comerciais de graça, algumas induzidas pelo coronel Waldemar Bianco, que era diretor do Ministério das Comunicações.

A campanha do Vila Rica era da agência  Caio Domingues & Associados, que havia sido contratada pela fabricante de cigarros J. Reynolds. A agência ficou quieta, mas a J. Reynolds foi para a justiça contra a Secretaria de Saúde do Paraná, que contra-atacou com uma representação junto ao Conar, órgão de auto-regulamentação das empresas de publicidade. Alegava que a propaganda era mentirosa ao afirmar que o fumante “leva vantagem”. As estatísticas de doenças causadas pelo tabaco mostravam que o fumante está em absoluta desvantagem por sonegação de informações sobre o produto que consome.

A briga iria até o STF se a gigante do tabaco não desistisse. O cigarro Vila Rica acabou retirado do mercado por estar associado à malandragem. Levar vantagem foi entendida pelo público como procedimento antiético, coisa de bandido. Surgiu a Lei de Gerson, ilustrada por pessoas que furam filas, ocupam vaga de deficiente e hoje aproveitam o diploma de deputado federal para ganhar dinheiro fazendo tudo que está descrito na Lava-Jato.

Outro dia anotei que o craque Gerson, agora comentarista de rádio, não considera o anúncio errado. Levar vantagem para ele era poder comprar um produto mais barato.

Anotei também que o consumo de cigarros entre a população acima de 15 anos caiu de 35% para pouco mais de 11%. Vantagem para o ministério e as secretarias de saúde.

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P.S. – Tudo isso foi lembrado ontem, na Secretaria de Saúde, quando os veteranos da Greve do Fumo se reuniram para avaliar os resultados de longo prazo da campanha do Governo do Paraná. Afinal, são 35 anos de persistência.

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Oscar Alves, Jayme Zlotnik, Michele Caputo, Adherbal Fortes.

 

 

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Um papa perfeito para o século 19?

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Sucesso com Obama não significa sucesso com os jornalistas.

 

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A viagem do Papa Francisco aos Estados Unidos foi um sucesso.

Ele disse quase tudo que o mundo queria ouvir. Criticou mansa mas firmemente a falta de atitude dos bispos norte-americanos com as mudanças climáticas. Desafiou os líderes americanos a superar a desigualdade social e a pobreza, a receber migrantes e imigrantes, a acabar com a pena de morte.

Sua autoridade humilde – sintetizada no abandono do palácio papal por uma acomodação menor no interior do Vaticana, a troca dos luxuosos sapatos roxos dos outros papas pelo discreto sapato preto – foi reconhecida como uma mudança nos ventos, um direcionamento do rebanho de Cristo para caminhos mais justos.

Sob aplausos, no Congresso, homenageou a ativista social Dorothy Day, que revelou ter praticado aborto, e foi colocada pelo papa na companhia de Lincoln e de Martin Luther King. Na ONU defendeu que as mulheres têm direito a uma boa educação em todos os países do mundo. Na Catedral de São Patrick o papa homenageou as freiras. “O que seria da Igreja sem vocês? Eu amo muito todas vocês!”

Apesar de toda a festa, houve vozes dissonantes, como a da colunista Maureen Dawn, do New York Times, que colocou esse título ácido em sua coluna deste domingo: “Francisco, o Papa perfeito para o século 19”. Ela sustenta que, enquanto não tratar de dois assuntos cruciais para as mulheres, Francisco será um Papa desconectado com o momento em que vivemos. Primeiro assunto: a ordenação de sacerdotes do sexo feminino. Segundo: punição contra o abuso sexual na Igreja.

A ordenação feminina é uma realidade nas outras religiões. Na Igreja Anglicana – e nada mais parecida com uma Missa católica do que uma Missa anglicana – sacerdotes do sexo feminino são ordenadas desde os anos 1970. Muitas foram ordenadas bispo. (Será bispo ou bispa?)

Leio no Guardian: “A Igreja da Inglaterra nomeou bispo uma segunda mulher. A Rev Canon Alison White é a nova bispo de Hull. O anúncio vem após a consagração em janeiro da Rev. Libby Lane como bispo de Stockport. White, de 58 anos, é casada com o Rev. Frank White, de 65, bispo assistente de Newcastle – é o primeiro casal de bispos da Inglaterra.

Em Israel, mulheres são ordenadas rabino. No Haaretz, encontro artigo do rabino Yehoshua Looks perguntando: “Por que judeus ortodoxos de Israel podem ordenar mulheres como rabinos e judeus da diáspora não podem?” (Leia mais em: http://www.haaretz.com/jewish-world/rabbis-round-table/.premium-1.661807) O rabino Looks comentou semicha (ordenação) a que assistiu no Centro Ortodoxo de Jerusalem para quatro novos sacerdotes, dois rabinos e duas rabbas, o feminino de rabino. O exemplo pode ser seguido por outras comunidades pelo mundo.

Looks comenta a reação do rabino Helter quando um fiel questionou:

“Pelo que ouço, você está dando semicha a mulheres”.

“Não, estou dando semicha a pessoas.”

E o bom papa Francisco, quando vai ordenar pessoas do sexo feminino?

 

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Robert de Niro e a inferência negativa

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Vim falar do filme

 

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Robert de Niro abandonou uma entrevista na Inglaterra alegando ser vítima de “inferência negativa”. De Niro não gostou da sugestão feita pela entrevistadora de que Tribeca, o festival de cinema de Nova York de que é co-fundador, “está dominado por banqueiros.”

O raciocínio da jornalista era o seguinte. A) Tribeca (Triangle Beyond Canal, tradução: Triângulo Além da Canal Street) é uma região no sul da ilha de Manhattan, ao lado de Wall Street. B) Wall Street é o antro do capitalismo mundial. C) Logo, Tribeca e seu festival existem para ajudar bancos que precisam de boa imagem pública.

A inferência depõe contra o festival, que perde o caráter artístico e se transforma em instrumento de relações públicas dos banqueiros cúpidos que quebraram o mundo em 2008.

Mas a inferência depõe mais ainda contra a jornalista, que convidou De Niro para dar uma entrevista sobre o filme que acaba de lançar e mudou de assunto.

Outro dia, Robert Downey Jr fez a mesma coisa com um apresentador de televisão que perguntou sobre sua história com as drogas. Tinha ido lá falar sobre cinema.

O jornalismo brasileiro vive à base de inferências negativas. Por exemplo: A) a CPMF é um imposto. B) O brasileiro paga muito imposto. C) Portanto, o Brasil não precisa da CPMF, carece de governo que administre bem o dinheiro arrecadado. Silogismo perfeito, mas falso.

A CPMF não é só um imposto, é um modo de controlar a movimentação do dinheiro. Cada vez que alguém passa um cheque, paga uma conta com cartão de crédito, compra dólar na corretora, o computador gera uma informação que vai parar no Banco Central.

Então, a CPMF serve para controlar o giro do dinheiro e identificar o caixa dois. É disso que os caras têm medo.

Deve-se inferir que os caras são corruptos? Não necessariamente. O Brasil ficou tão complicado que há muito comerciante e industrial ameaçado de quebrar porque pegou financiamento em dólar para expandir o negócio. Agora depende da nota calçada – aquele expediente de vender 100 pares de sapato e só registrar 40 na nota fiscal. Para continuar sonegando precisa pagar pedágio ao fiscal corrupto da receita estadual, que o chama de “cliente”.

E – agora a inferência é correta – este é o problema.

 

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Londres vintage

Uma das galerias vintage de Picadilly. Roupas, sapatos, relógios Rolex. E gente.

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Casal vintage.

 

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Velhos hábitos

 

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Preços razoáveis.

 

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Guia do refugiado

Ninguém sabe o dia de amanhã.

Mas sabe que um quilo de banana, no melhor supermercado de Paris, está custando a ninharia de 1,89 euro.

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Marketing de guerrilha

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Até a BBC precisa fazer propaqganda de seu jornalismo. Aqui, garante que mostra os dois lado da história.


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Nem vaticínio nem premonição – dedução elementar

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Os árabes dizem: Maktub! Significa estava escrito.

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Descobri que Lula ia procurar FHC para conversar há doze meses.

Não pode dar outra coisa, pensei, nenhum deles é bobo. Tanto que estão ai, após todo esse tempo. Para efetuar a dedução com segurança, li os detalhes do acordo entre a Democracia Cristã alemã e o SPD, a social democracia. Estão ai no pé do post.

Chegar no maior adversário e pedir um papo foi o jeito encontrado por Angela Merkel para governar com tranqüilidade. Os dois maiores partidos, os mais estruturados, os que têm juntos maioria folgada no Parlamento entram em acordo sobre as questões fundamentais e fecham negócio.

Nunca mais as chantagens dos pequenos partidos, que na Alemanha são em menor número por causa da cláusula de barreira que o Judiciário brasileiro vetou.

Em menor número, mas com a mesma vontade de atrapalhar, negociar posição nas votações apertadas, jogar por uma bola.

O acordo entre Merkel e os sociais democratas alemães era não óbvio que só Aécio não viu. Agora não adianta correr atrás porque os jornais só falam da campanha de Alckmin, que não abre mão da candidatura à presidente – agora com boa possibilidade de vitória.

No Brasil nem a lógica sobrevive à insensatez. Aqui não tem maktub, portanto não é absolutamente certo que da conversa entre Lula e FHC saia uma frente parlamentar sem partidos nanicos, livre dos picaretas, imune aos bolsonaros e caiados. Se sair, elege o próximo presidente da República.

Quem quiser saber, com 90% de certeza, o que vai acontecer daqui a doze meses pode vir falar comigo.

Estou afiado.

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P.S. – O CDU (União da Democracia Cristã) de Angela Merkel e seus aliados do CSU, a democracia cristã da Baviera, fizeram um acordo com o SPF (Partido da Social Democracia) após uma maratona de 17 horas de negociação. Um é capitalista, outro é socialista. Para uni-los, a necessidade de um pacto de governabilidade.
O preço do acordo não foi um depósito em banco suisso. Mas foi alto: Merkel teve que aceitar a lei que criava o salário mínimo para o trabalhador alemão. Ela tinha jurado sobre a imagem de Adam Smith que salários seriam eternamente negociados entre trabalhadores e empregadores sem intromissão do governo. Agora toda data base é uma encrenca.

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Quem não aprende com o passado está condenado a repetí-lo

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George Santayana: as sociedades precisam ter memória.


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O que têm em comum Eduardo Cunha e Carlos Luz?

A resposta está em Boris Fausto “História Concisa do Brasil”. Eis o relato.

Em outubro de 1955, as urnas deram a vitória a Juscelino Kubitschek na eleição para presidente do Brasil. Teve 36% dos votos, contra 30% de Juarez Távora, 20% de Adhemar de Barros e 8% de Plínio Salgado.

Os oposicionistas fizeram as contas e decidiram que a eleição não valia – Juscelino não tinha conquistado a maioria absoluta dos votos.

Para negar a posse ao presidente eleito foi planejado um golpe de Estado, que começou com a saida do presidente Café Filho. Sofreu um ataque cardiaco, foi para o hospital e assumiu o presidente da Câmara Federal, deputado Carlos Luz.

Carlos Luz era acusado de favorecer abertamente os partidários do golpe militar. A partir dai ocorreu o chamado “golpe preventivo” – tropas do Exército, sob o comendo do general Henrique Lott, ocuparam repartições públicas, emissoras de rádio e pontos estratégicos do Rio de Janeiro.

O presidente em exercício refugiou-se no cruzador Tamandaré, ancorado na baia da Guanabara.

Os comandantes militares deram apoio a Lott. Forças do Exército cercaram instalações da Marinha e Aeronautica para impedir a resistência.

Chamado a deliberar, o Congresso declarou o impeachment de Carlos Luz. Juscelino tomou posse e em cinco anos o Brasil tinha uma nova capital, uma indústria automobilística e uma nova confiança no futuro.

Em 2015 o candidato derrotado iniciou o “terceiro turno” com a mesma alegação – Dilma Rousseff não teve maioria absoluta dos votos.

Depois tentaram jogar nas costas da presidente a responsabilidade pela corrupção na Petrobrás, que vem de trinta anos e floresceu durante os governos Fernando Henrique e Lula.

Como não deu certo, procuram agora transformar um parecer do TCU em argumento para o impedimento.

No centro das manobras, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que agora promete ir para o tudo ou nada na luta contra a presidente Dilma.

Se o Brasil não aprender com o passado, como ensinou o filósofo Santayana, está condenado a repetí-lo.

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Entre denúncias e blablabla, Serra lidera golpe contra o pré-sal

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De 2010 a 2014, a média anual de produção diária do pré-sal cresceu quase 12 vezes, avançando de uma média de 42 mil barris por dia em 2010 para 492 mil barris por dia em 2014.

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Abaixo, artigo de importância vital para o futuro do petróleo brasileiro, publicado na Gazeta do Povo pelo ex-deputado federal Leo de Almeida Neves.

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O Senado aprovou regime de urgência para projeto do senador José Serra que retira a exigência de que a Petrobras, sob a ótica da partilha, detenha 30% dos consórcios das empresas que exploram o pré-sal, deixando de ser sua operadora única, como previsto na Lei 12.351/10. Dessa forma, o projeto não precisa passar pelas comissões técnicas e vai diretamente à apreciação do plenário.

Enquanto isso, as poderosas Shell e BG se fundiram na maior petrolífera do mundo; o presidente da Shell afirmou que já produz 20% de toda a atual produção brasileira e que irá aumentar a presença na região do pré-sal.

A Petrobras foi premiada internacionalmente pela sua competência técnica na exploração de águas profundas e assumiu o risco de ultrapassar a camada do sal, descobrindo o pré-sal, gigantesca reserva mundial de petróleo. A estatal também é reconhecida pela liderança no desenvolvimento tecnológico da exploração e da produção do “ouro negro” em águas profundas – tanto assim que está produzindo 800 mil barris diários na camada do pré-sal em tempo recorde de quatro anos.

Na exploração estatal de petróleo do pré-sal está a maior oportunidade de o Brasil tornar-se potência mundial

Vale ressaltar que o artigo 12 da Lei da Partilha autoriza o governo brasileiro a atribuir à Petrobras, sem necessidade de leilão, certas áreas estratégicas.

O ex-deputado federal fluminense Ricardo Maranhão; Fernando Siqueira, vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet); Francisco Soriano de Souza Nunes, conselheiro da AEPET; e o presidente da Aepet, Felipe Campos Cauby Coutinho, calcularam em R$ 12 trilhões o prejuízo que o Tesouro Nacional terá se for retirado da Petrobras o direito de ser operadora única das fabulosas reservas do pré-sal, com a absurda realização de novos leilões com a predominância de firmas alienígenas.

Na exploração estatal de petróleo do pré-sal está a maior oportunidade de o Brasil tornar-se potência mundial, por ser esta uma riqueza singular, finita e vital, sob o aspecto econômico e militar, palavras realçadas no documento oficial da Aepet “As 14 principais razões por que a Petrobras deve ser a operadora única do pré-sal”.

Sem dúvida, a Petrobras é a companhia com a melhor perspectiva futura na área do petróleo em comparação com as multinacionais, pelas suas reservas no pré-sal e pela superioridade técnica de seus funcionários.

A determinação da Lei de Partilha, com a Petrobras como operadora única no pré-sal, possibilita a seleção de fornecedores nacionais de bens e serviços, maximizando o conteúdo local, garantindo mais e melhores empregos no Brasil. Acredito que o espírito cívico de nossos parlamentares não permitirá que se cometa crime de lesa-pátria contra as prerrogativas legais da Petrobras.
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Léo de Almeida Neves, ex-deputado federal e ex-diretor do Banco do Brasil, é membro da Academia Paranaense de Letras.

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