Londres vintage

Uma das galerias vintage de Picadilly. Roupas, sapatos, relógios Rolex. E gente.

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Casal vintage.

 

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Velhos hábitos

 

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Preços razoáveis.

 

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Guia do refugiado

Ninguém sabe o dia de amanhã.

Mas sabe que um quilo de banana, no melhor supermercado de Paris, está custando a ninharia de 1,89 euro.

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Marketing de guerrilha

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Até a BBC precisa fazer propaqganda de seu jornalismo. Aqui, garante que mostra os dois lado da história.


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Nem vaticínio nem premonição – dedução elementar

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Os árabes dizem: Maktub! Significa estava escrito.

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Descobri que Lula ia procurar FHC para conversar há doze meses.

Não pode dar outra coisa, pensei, nenhum deles é bobo. Tanto que estão ai, após todo esse tempo. Para efetuar a dedução com segurança, li os detalhes do acordo entre a Democracia Cristã alemã e o SPD, a social democracia. Estão ai no pé do post.

Chegar no maior adversário e pedir um papo foi o jeito encontrado por Angela Merkel para governar com tranqüilidade. Os dois maiores partidos, os mais estruturados, os que têm juntos maioria folgada no Parlamento entram em acordo sobre as questões fundamentais e fecham negócio.

Nunca mais as chantagens dos pequenos partidos, que na Alemanha são em menor número por causa da cláusula de barreira que o Judiciário brasileiro vetou.

Em menor número, mas com a mesma vontade de atrapalhar, negociar posição nas votações apertadas, jogar por uma bola.

O acordo entre Merkel e os sociais democratas alemães era não óbvio que só Aécio não viu. Agora não adianta correr atrás porque os jornais só falam da campanha de Alckmin, que não abre mão da candidatura à presidente – agora com boa possibilidade de vitória.

No Brasil nem a lógica sobrevive à insensatez. Aqui não tem maktub, portanto não é absolutamente certo que da conversa entre Lula e FHC saia uma frente parlamentar sem partidos nanicos, livre dos picaretas, imune aos bolsonaros e caiados. Se sair, elege o próximo presidente da República.

Quem quiser saber, com 90% de certeza, o que vai acontecer daqui a doze meses pode vir falar comigo.

Estou afiado.

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P.S. – O CDU (União da Democracia Cristã) de Angela Merkel e seus aliados do CSU, a democracia cristã da Baviera, fizeram um acordo com o SPF (Partido da Social Democracia) após uma maratona de 17 horas de negociação. Um é capitalista, outro é socialista. Para uni-los, a necessidade de um pacto de governabilidade.
O preço do acordo não foi um depósito em banco suisso. Mas foi alto: Merkel teve que aceitar a lei que criava o salário mínimo para o trabalhador alemão. Ela tinha jurado sobre a imagem de Adam Smith que salários seriam eternamente negociados entre trabalhadores e empregadores sem intromissão do governo. Agora toda data base é uma encrenca.

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Quem não aprende com o passado está condenado a repetí-lo

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George Santayana: as sociedades precisam ter memória.


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O que têm em comum Eduardo Cunha e Carlos Luz?

A resposta está em Boris Fausto “História Concisa do Brasil”. Eis o relato.

Em outubro de 1955, as urnas deram a vitória a Juscelino Kubitschek na eleição para presidente do Brasil. Teve 36% dos votos, contra 30% de Juarez Távora, 20% de Adhemar de Barros e 8% de Plínio Salgado.

Os oposicionistas fizeram as contas e decidiram que a eleição não valia – Juscelino não tinha conquistado a maioria absoluta dos votos.

Para negar a posse ao presidente eleito foi planejado um golpe de Estado, que começou com a saida do presidente Café Filho. Sofreu um ataque cardiaco, foi para o hospital e assumiu o presidente da Câmara Federal, deputado Carlos Luz.

Carlos Luz era acusado de favorecer abertamente os partidários do golpe militar. A partir dai ocorreu o chamado “golpe preventivo” – tropas do Exército, sob o comendo do general Henrique Lott, ocuparam repartições públicas, emissoras de rádio e pontos estratégicos do Rio de Janeiro.

O presidente em exercício refugiou-se no cruzador Tamandaré, ancorado na baia da Guanabara.

Os comandantes militares deram apoio a Lott. Forças do Exército cercaram instalações da Marinha e Aeronautica para impedir a resistência.

Chamado a deliberar, o Congresso declarou o impeachment de Carlos Luz. Juscelino tomou posse e em cinco anos o Brasil tinha uma nova capital, uma indústria automobilística e uma nova confiança no futuro.

Em 2015 o candidato derrotado iniciou o “terceiro turno” com a mesma alegação – Dilma Rousseff não teve maioria absoluta dos votos.

Depois tentaram jogar nas costas da presidente a responsabilidade pela corrupção na Petrobrás, que vem de trinta anos e floresceu durante os governos Fernando Henrique e Lula.

Como não deu certo, procuram agora transformar um parecer do TCU em argumento para o impedimento.

No centro das manobras, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, que agora promete ir para o tudo ou nada na luta contra a presidente Dilma.

Se o Brasil não aprender com o passado, como ensinou o filósofo Santayana, está condenado a repetí-lo.

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Entre denúncias e blablabla, Serra lidera golpe contra o pré-sal

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De 2010 a 2014, a média anual de produção diária do pré-sal cresceu quase 12 vezes, avançando de uma média de 42 mil barris por dia em 2010 para 492 mil barris por dia em 2014.

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Abaixo, artigo de importância vital para o futuro do petróleo brasileiro, publicado na Gazeta do Povo pelo ex-deputado federal Leo de Almeida Neves.

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O Senado aprovou regime de urgência para projeto do senador José Serra que retira a exigência de que a Petrobras, sob a ótica da partilha, detenha 30% dos consórcios das empresas que exploram o pré-sal, deixando de ser sua operadora única, como previsto na Lei 12.351/10. Dessa forma, o projeto não precisa passar pelas comissões técnicas e vai diretamente à apreciação do plenário.

Enquanto isso, as poderosas Shell e BG se fundiram na maior petrolífera do mundo; o presidente da Shell afirmou que já produz 20% de toda a atual produção brasileira e que irá aumentar a presença na região do pré-sal.

A Petrobras foi premiada internacionalmente pela sua competência técnica na exploração de águas profundas e assumiu o risco de ultrapassar a camada do sal, descobrindo o pré-sal, gigantesca reserva mundial de petróleo. A estatal também é reconhecida pela liderança no desenvolvimento tecnológico da exploração e da produção do “ouro negro” em águas profundas – tanto assim que está produzindo 800 mil barris diários na camada do pré-sal em tempo recorde de quatro anos.

Na exploração estatal de petróleo do pré-sal está a maior oportunidade de o Brasil tornar-se potência mundial

Vale ressaltar que o artigo 12 da Lei da Partilha autoriza o governo brasileiro a atribuir à Petrobras, sem necessidade de leilão, certas áreas estratégicas.

O ex-deputado federal fluminense Ricardo Maranhão; Fernando Siqueira, vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet); Francisco Soriano de Souza Nunes, conselheiro da AEPET; e o presidente da Aepet, Felipe Campos Cauby Coutinho, calcularam em R$ 12 trilhões o prejuízo que o Tesouro Nacional terá se for retirado da Petrobras o direito de ser operadora única das fabulosas reservas do pré-sal, com a absurda realização de novos leilões com a predominância de firmas alienígenas.

Na exploração estatal de petróleo do pré-sal está a maior oportunidade de o Brasil tornar-se potência mundial, por ser esta uma riqueza singular, finita e vital, sob o aspecto econômico e militar, palavras realçadas no documento oficial da Aepet “As 14 principais razões por que a Petrobras deve ser a operadora única do pré-sal”.

Sem dúvida, a Petrobras é a companhia com a melhor perspectiva futura na área do petróleo em comparação com as multinacionais, pelas suas reservas no pré-sal e pela superioridade técnica de seus funcionários.

A determinação da Lei de Partilha, com a Petrobras como operadora única no pré-sal, possibilita a seleção de fornecedores nacionais de bens e serviços, maximizando o conteúdo local, garantindo mais e melhores empregos no Brasil. Acredito que o espírito cívico de nossos parlamentares não permitirá que se cometa crime de lesa-pátria contra as prerrogativas legais da Petrobras.
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Léo de Almeida Neves, ex-deputado federal e ex-diretor do Banco do Brasil, é membro da Academia Paranaense de Letras.

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A direita hertziana dá lucro

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A musa.


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Muito bom o trabalho de Julia Duailibi sobre o rádio em São Paulo e provavelmente no Brasil, já que as grandes redes têm matriz na pauliceia. (Revista Piaui nº106). O foco é a trajetória da Rádio Jovem Pan que de moribunda passou a exibir saúde financeira de banqueiro suiço depois que virou palanque contra Dilma, Lula e o PT.

A estrela dessa virada é Raquel Sheherazade, a musa da ultradireita, mas a matéria mostra que ela não veio sozinha. Ela. Reinaldo Azevedo e Marco Antonio Villa surfam em uma onda que não é deles; começou nos Estados Unidos e salvou da falência dezenas de emissoras dos EUA abandonadas pelo público. Elegeu Bush duas vezes e quase impediu a eleição de Obama. Aqui também ficou no quase, mas a turma trabalha para reverter o resultado no tapetão.

Uma observação importante: a coisa está feia para o caixa das rádios. Historicamente o meio tem 4% do total das verbas publicitárias, públicas e privadas. Continua assim nos relatórios. Na vida real há um perigo cada vez maior representado pelas mídias digitais. O dinheiro está indo para o Google e o Facebook, que não revelam faturamento. Estima-se, entretanto, que o Google fature 4,5 bilhões de reais no Brasil.

Se esse número se confirmar, é o segundo maior faturamento de mídia, atrás apenas da Rede Globo, que fatura 16,5 bilhões de reais. O Facebook deve bater dois bilhões este ano, o dobro da Abril. A informação é do publicitário Daniel Chalton, vice-presidente de mídia da agência Loducca.

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Nós e os gregos

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Lá e cá.

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Em inglês o adjetivo sweeping quer dizer largo, profundo, esmagador, decisivo. O New York Times diz que o povo grego deu uma sweeping vitória ao premier Alexis Tsipras no plebiscito de ontem. Ele chegou ao poder com o compromisso de rejeitar novas medidas de austeridade fiscal, como o corte de pensões de aposentados ou o afrouxamento ainda maior da legislação trabalhista. Tem o apoio dos gregos para continuar fazendo isso.

Paul Krugman, prêmio Nobel de Economia e analista do NYT, avalia que a vitória do “não” a novas medidas de austeridade encerra uma longa campanha de bullying — a tentativa de aterrorizar os gregos pelo corte do crédito bancário e a ameaça de caos generalizado “tudo com o objetivo bem claro de expulsar do governo a frente de esquerda que venceu as últimas eleições”.

Krugman não tem dúvida de que a solução é errada. Os médicos da Idade Média receitavam sangrias para curar seus doentes, que pioravam ou morriam do remédio. Com a economia é a mesma coisa. A austeridade encolhe a economia muito mais do que reduz o débito do governo.

Alguma semelhança com o que está acontecendo com a Dilma e o Partido dos Trabalhadores? Aqui, as medidas austeras do ministro Joaquim Levy conseguem derrubar o PIB, aumentar o desemprego, reduzir a arrecadação de impostos, desestimular investimentos industriais. Com a Selic de quase 15% ao ano só ganha o setor financeiro.

Alguma parecença com o que faz o governo do Estado do Paraná ao lançar uma contribuição inconstitucional de 11% sobre o salário dos aposentados? Menos dinheiro em circulação significa menos compras no comércio, menos encomendas à indústria, mais desemprego e queda na arrecadação. Vai continuar faltando gasolina nos carros da Polícia Militar. E vai aumentar a corrupção, como acontece em qualquer governo sem capacidade de investir em segurança.

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A Grécia, como o Brasil, padece da doença da corrupção endêmica. Sob o título “Campo minado político”, The Economist publicou em 20 de fevereiro de reportagem responsabilizando ONGs por boa parte da corrupção “Uma então próspera Grécia ofereceu 600 milhões de euros como ajuda aos vizinhos. Dos 87 milhões de euros entregues às ONGs, cerca de 30 milhões sumiram da contabilidade enquanto George Papandreou era primeiro-ministro.

O principal acusado, o antigo diretor Kostas Tzevelekos, agora trabalha para o jornal do partido socialista Pasok, de propriedade de Papandreou. Três diplomatas ligados ao Hellenic Aid foram parar na cadeia. Entre eles estava Alex Rondos, principal conselheiro do governo para assuntos balcânicos.

O governo caiu. O sucessor Alexis Tzipras tinha a missão de limpar a casa e acertar as contas. Não conseguiu. The Guardian de 3 de dezembro do ano passado publica reportagem de Helena Smith contando que em um hospital de Atenas o elevador quebrou. Chamada para consertá-lo, a equipe de manutenção descobriu no fundo do poço centenas de envelopes contendo propinas para os médicos atenderem os pacientes.Os envelopes, chamados fakelakia, são testemunhas de que o velho sistema de suborno a funcionários não desapareceu como se imaginava.

(Aqui em Curitiba, a polícia descobriu que médicos do Hospital das Clínicas, entre eles um vice-reitor, ganhavam sem aparecer no serviço; seus pacientes tinham de consultá-los nas clínicas particulares.)
O Estado grego sofre com o alto nível de evasão de impostos. Funcionários corruptos obtém do Congresso e do estamento burocrático mais leis e regulamentos para complicar a vida das empresas e até dos turistas, principal fonte de arrecadação nacional. Quanto mais regulamento, mais pretexto para vender facilidades, qualquer brasileiro sabe.

Aprofundar a crise com novas exigências de austeridade fiscal só vai piorar a capacidade de o governo vencer a corrupção. O Guardian diz que é a própria estrutura da economia que facilita a corrupção. “É uma economia dominada por poucas grandes empresas o que significa ausência de competitividade e muito espaço para relações ilícitas entre setores do governo e o big business”, diz Kevin Featherstone, professor Estudos Gregos Contemporâneos na London School of Economics.

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A grande pergunta que Krugman faz e que também os brasileiros precisamos responder é: “Será que a eventual saída do euro funcionará para a Grécia como a bem sucedida desvalorização da moeda feita pela Islândia em 2008-2009? Ou como o abandono pela Argentina da política de um peso=um dólar em 2001-2002?”

Talvez não, ele pondera, mas é preciso considerar as alternativas. A menos que a Grécia ganhe um alívio real em seu débito deixar o euro significa a única rota de fuga possível para um infindável pesadelo econômico.

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Os gregos e nós

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A Grécia é aqui. Ou será.

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Henrique Meireles está dizendo na Folha de S. Paulo que são grandes as semelhanças entre a Grécia em crise e o Brasil. Os dois cresceram ultimamente em cima de falsas realidades, como o crédito ilimitado e subsidiado. Os dois países precisam de austeridade em doses cavalares.

Nos dois países, garante o ex-ministro de Lula, “há falta de legitimidade para a execução de uma estratégia de crescimento, o que impede avanço em qualquer direção.

Lá a população se encontra dividida entre “sim” e “não”. Aqui o quadro é mais grave, há várias divisões e os rumos da condução da economia mudam com frequência.”

Dá medo a menção à “falta de legitimidade”. De FHC a Ronaldo Caiado, a oposição tenta plantar essa idéia na cabeça dos brasileiros.

A crise grega virou mais um argumento desse interminável terceiro turno.

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No Diario do Paraná (assim mesmo, sem acento)

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Concurso Miss Brasil 1957. Karin Japp ficou em quinto lugar. (Do blog Saudades do Rio) .

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Jamais descobri quantos degraus tinha a escada. Um bom jornalista pensa nesses detalhes. Mas sei que era longa a subida, na tarde de 1956, quando entrei na redação do Diario do Paraná, no andar de cima de um prédio da rua José Loureiro, quase em frente à Sociedade Duque de Caxias. Vinha pedir emprego.

No aquário da redação estava Airton Luiz Baptista, o secretário do jornal. Todo jornalista profissional adquire após anos de trabalho dois tipos de olhar, o curioso e o cético. Foi o segundo que Airton usou quando expliquei que desejava um lugar de cronista social para fazer uma coluna, assim, como o do Jacinto de Thormes. Então você quer ser cronista como o Jacinto de Thormes? Ótimo. Só que agora não tenho a vaga. Chamo você oportunamente.

“Oportunamente”, briguei comigo. Tai o que você conseguiu, otário, pedindo a coluna social. Um “oportunamente”, que é o jeito mais conhecido de dizer não.

Aqui uma pausa para explicar quem era Jacinto de Thormes, o Maneco Muller. Estamos falando do colunista mais famoso dos anos 1950, com passagem pelo Correio da Manhã, Diário Carioca e mais tarde Ultima Hora. Carioca, filho de diplomatas, Maneco Muller desenvolveu um estilo sofisticado de noticiar a vida em sociedade e também assuntos de negócios, esporte (era Botafogo), política, cinema, vida cultural, enfim, tudo. Falava quatro línguas, tinha um modo de falar e agir que mostrava logo que ele pertencia ao patriciado. Seu avô fora governador.

Fui chamado para trabalhar no Diário do Paraná mais tarde, mas não como colunista. Era o repórter que cobria o concurso de Miss Paraná em que Karin Japp foi eleita. No Rio, para a grande final. conseguimos um padrinho forte, o general Maneco Aranha, irmão de Osvaldo Aranha, ex-ministro da Fazenda, e de Ciro Aranha, presidente do Vasco da Gama. A padrinhagem foi selada com um almoço do restaurante do Hotel Serrador, na rua do Passeio, bem na frente ao velho Senado Federal.

Nem assim ganhamos. Era o ano de Terezinha Morango.
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Terezinha Morango, Miss Amazonas, como se pode ver, estava ligentamente acima do peso. Mas venceu o Miss Brasil.

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No próximo post uma tentativa de explicação sobre o porque desse Diário do Paraná sem acento agudo.

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