Nunca deixo a escola interferir na minha educação. (Mark Twain)

.
.

Positivo câmpus Batel

.
.

Quem escreveu o anúncio? Campus é latim, cara. Não leva acento.

Tem mais: você cita as unidades do Batel, CIC, Ecoville, Hauer e Praça Osório. Deve usar o plural: campi.

Finalmente, uma informação: sei de fonte segura que dezenas de professores do Positivo teriam prazer em ajudar na revisão do material publicitário. Eles morrem de vergonha quando acontecem essas coisas.

Claro, a UP vai ter que pagar umas horas extras. Ex nihilo nihil fit. Nada sai do nada.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Por que a Nenê de Vila Matilde caiu? Porque mentiu. Educação modelo pra nação? Tá zoando de nós

.

A poesia colorindo as calçadas Sorriso no rosto, meu povo é mais feliz

.

.

No rebaixamento da Escola de Samba Nenê de Vila Matilde há uma lição: o bom sambista não mente.

Foi o samba-enredo mais mentiroso da história. Os compositores estão de sacanagem com a gente.

Ou estão zoando. Fizeram o Samba do Contrário.

Começa por dizer que Poty coloriu as calçadas. Poty era monocromático, gente boa. As poucas vezes que usou cor foi para atender pedidos de amigos.

Anotem a mentirada. Os versos em itálico são do samba-enredo da Vila exaltando Curitiba. O título é: “Coré Etuba- A Ópera de todos os povos, terra de todas as gentes, Curitiba de todos os sonhos!”.

Voar por este imenso paraíso
Que a natureza abençoou

Pra ser honestos, deviam cantar assim:

Voar para essa terra sem juízo
30 homicídios por 100 mil habitantes.
Vai faltar ataúde
Acima de 10 é epidemia,
Quem é que diz?
A Organização Mundial de Saúde.

Diz o samba chapa branca:

Índio dançou, bateu tambor
Pra afastar a coroa portuguesa

Versão correta:

Em 21 de março de 1880
A indiarada não bateu tambor.
Só foguetório e beija-mão pro Imperador

Disse o samba-enredo:

Sorriso no rosto
Meu povo é mais feliz

Versão mais realista:

Não quero ver rosto feliz
Fique na bronca, povinho fedorento
A tarifa aumentei 15 por cento

No final, o samba-enredo exagerou mesmo:

Futuro, qualidade, educação
Exemplo de modelo à nação

O correto era cantar:

Oi laraia Oi laraiô
Oi laraia professor
que enfrentou a batalha
(bis)
A Batalha do Centro Cívico
Está no relicário popular
Não tenho prova, mas tenho convicção
Foi um mega vexame pra nação
Professor enfrentando pitbull
Deputado dizendo tudo azul
Bombas de efeito moral
E bala de borracha
(breque)
no genital

.
.
P.S> – Preciso de ajuda para dar crédito ao autor da fotografia.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

O caso do jornal da Câmara Municipal

.

Camara em AçãoCirculava pouco. Mas como gastava papel!

.

Está na Gazeta:

O Tribunal de Contas determinou a devolução de R$ 14.096.744,70 supostamente gastos no informativo “Câmara em Ação”. Segundo o TC, o periódico foi indevidamente utilizado na promoção pessoal de vereadores de Curitiba entre 2006 e 2011, período em que a Casa foi presidida pelo ex-vereador João Cláudio Derosso.

Os auditores do Tribunal acharam estranho que o jornaizinho que pouca gente lia tivesse 10 milhoes de exemplares. Fizeram o cálculo: correspondia a 406 toneladas de papel de imprensa. Onde estão as notas fiscais? Ninguém tinha. Quem forneceu o papel? Ninguém sabia.

Todo mundo estava na moita, porque a maioria dos vereadores fornecia notas fiscais para as agências de publicidade ligadas a Derosso e sua ex-esposa. É o chamado silêncio conspirador, conhecida patologia política que atinge os vários níveis de governo no Brasil.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Freud explica Curitiba

.

fgghghghg

Segundo Jung, o doutor Freud via o cérebro como um apêndice das glândulas genitais. A publicidade aproveitou a ideia para vender automóveis. .

.
.
Sabe o carrão? Aquele dos sonhos? O pegador? O orgulho do boy?

Está condenado.

O carro particular está condenado ao desaparecimento.Em todo o mundo.

Vejam o que aconteceu com Curitiba. Era uma cidade-modelo. Nos últimos 20 anos a extensão de ruas pavimentadas aumentou cerca de 20%. Mas a frota de veículos ficou três vezes maior.

Agora, há 541 automóveis e 130 motocicletas por mil habitantes – o dobro da média brasileira.

Daqui a uma semana recomeçam as aulas. O olho vai arder de tanto CO2, o colarinho branco vai ficar preto de partículas em suspensão.

Os pulmões sofrerão com o SO2, o resíduo da queima de diesel, que agora é maior porque a frota de ônibus está velha.

O engarrafamento não é só um problema curitibano, é mundial.

Mas os outros se mexem.

Estão mudando o jeito de usar o automóvel.

1. Compartilham. Na Europa e nos Estados Unidos empresas descobrem para onde você vai, e a que horas, para colocá-lo no carro de alguém que também vai para lá. Isso reduz a poluição atmosférica, os acidentes, o gasto com gasolina. Como fazem isso? Algorítimos, cara. Aprendi com o neto que está no ensino médio.

2. Exigem veículos de tração mista. Gasolina + biocombustível ou gasolina + energia elétrica.

3. Terceirizam. Vendem o carro e adquirem transporte compartilhado de empresas como o Uber. Não ter carro próprio é uma decisão inteligente. Imaginou não pagar IPTU, prestação, seguro, nem perder tempo com lavagem e manutenção?

Li todas essas boas notícias no site do parlamento britânico (www.parliament.uk), que publica os debates da Comissão de Transportes. Outras informações estão em pesquisa do YouGov.

1. 28% dos londrinos que possuiam automóvel agora não têm mais. Usam o Uber e os concorrentes dele. A porcentagem aumenta para 42% em usuários recentes.

2. Um em cinco londrinos (19%) revelaram que estão menos inclinados a comprar carro no futuro.

A tendência é confirmada por números do DVLA, o Detran deles. Diminuiu a emissão de carteiras de motorista para os jovens de 25 anos ou menos. Menos 6,2% desde novembro de 2012.

Outro benefício da queda é a redução da procura por estacionamento.

Um carro médio passa 95% da vida útil estacionado, e 16% da área urbana no centro de Londres é usado para estacionar – uma área cujo valor é estimado em 200 bilhões de libras.

A pesquisa informa ainda: de cada três carros que circulam pela rua, um está procurando onde estacionar. Estacionar representa perda de tempo, custa dinheiro e cria tráfego desnecessário.

***

P.S. – Se quiser saber mais, entre em http://www.itf-oecd.org/sites/default/files/docs/shared-mobility-liveable-cities.pdf

P.S.2 – Se quiser saber muito mais, pergunte-se por que nenhum desses assuntos foi discutido na eleição do prefeito.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Moisés e Betsalém no fazimento de Curitiba

.

hhjhjh

Ganhei um autógrafo do Rafael Dely, feito por Paula, que imita direitinho a assinatura do pai.

.

Foi a grande festa da Curitiba que deu certo.

Segunda-feira, 19h, estava todo mundo – urbanistas, arquitetos, ex-secretários municipais, professores, jornalistas – na Livraria Curitiba do Shopping Estação para o lançamento do livro Curitiba, o Fazimento de uma Cidade, de Rafael Dely e Marcelo Oikawa. Fazimento não é neologismo, está no Aurélio: ato de fazer.

O livro registra também os projetos não feitos, que hoje fazem falta. Por que, por exemplo, não temos garagens subterrâneas para liberar espaço aqui em cima? Os projetos eram todos fazíveis, faltaram fazedores.

O Jaime Lerner não apareceu, culpa de atraso no médico, mas a Ilana estava lá. O Raphael Greca chegou, mas foi rápido, e fez um discurso muito elogiado. Ele sabe aqueles detalhes da cidade em construção, que aprendeu na Casa Romário Martins, e todos gostam de lembrar. Fez o elogio de Dely, com quem trabalhou junto e também bateu de frente.

Descubro o motivo do choque entre os dois na página 175: “A coordenação do projeto dos ônibus biarticulados constituiu o motivo do meu afastamento. “O prefeito Raphael Greca propunha para aquela tarefa um profissional distinto daquele que eu considerava apto para a função. A insistência do prefeito em mantê-lo ocasionou meu desligamento. A partir desse momento passei a integrar a equipe que buscava a eleição de Jaime Lerner ao governo em 1994.”

O Raphael Greca mudou para a equipe do Requião e dirigiu a Cohapar.

O livro, iniciado em 2003. é escrito na primeira pessoa. Foi ditado por Rafael Dely ao jornalista Marcelo Oikawa, que trabalhou com ele no IPPUC e na Secretaria Especial de Política Habitacional do Paraná. Marcelo é de Londrina. Fez parte da redação do Novo Jornal, Folha de Londrina e Panorama, jornal-aventura do Grupo Paulo Pimentel, que levou ao Norte do Paraná uma seleção de estrelas do jornalismo paulista.

Um breque para citar depoimento do repórter e contista João Antonio (Lembre: Malagueta, Perus e Bacanaço) sobre o jornal Panorama:

“Mais um telefonema me pega no banho. De Londrina, Norte do Paraná. Nada. A coisa era mais quente do que eu pensava. Desta vez, devia fazer as malas, pegar a escova de dentes, catar as coisas, descer do apartamento. (…) Haviam seguido para Londrina, depois de Ruy [Fernando] Barboza, Narciso Kalili e Miltainho [Mylton Severiano], abalados de São Paulo. Igualmente Mário de Andrade, Georges Bourdoukan, falava-se também em Amilton Vieira, na fotografia. [José] Trajano, este para o esporte, saíra do Rio e estava lá desde os começos. Boatavam, claro. Comentavam a ida de [Ricardo] Gontijo e de Hamilton de Almeida Filho. Esses nomes, pelo tamanho e passado, saídos do Rio e de São Paulo, fariam sem dúvida, uma equipe de peso e piso, como se dizia à antiga.”[Panorama, 9 de março de 1975. Ano I, no1. Panorama/Cidade (Edição Histórica)]

Voltando ao lançamento de Curitiba, o Fazimento de uma Cidade, que recomendo com fervor, o mérito do Marcelo foi reconhecer a importância do material que tinha em mãos no momento da morte de Dely e tratar de produzir um documento (1) relevante (2).

(1) O documento. São 370 páginas bem impressas graças à Lei Rouanet e dos aportes da Itaipu, Elejor, Copel e Veiga Lopes. Contem preciosos croquis e projetos de obras que tornaram Curitiba a cidade procurada por estudantes de urbanismo do mundo. E também projetos que não se materializaram, como o Teatro Maria Francisca Rischbieter, no terreno onde era a Caixa Econômica da Praça Osório. Ou o Memorial dos 300 anos no Largo da Ordem, com estacionamento de quatro
pisos. Ou o estacionamento subterrâneo projetado para a Praça 19 de Dezembro.

(2) A relevância. Ao lado de Jaime Lerner – nem atrás, nem à frente – foi o responsável pelo desenho da Curitiba de hoje. Não esquece do grupo de idealizou o Plano Diretor Marcelo Oikawa lembra que, no sepultamento de Dely, o rabino definiu os dois: Jaime Lerner havia sido o Moisés – o líder que conduziu o grupo – Rafael Dely havia sido Betsalém, profeta citado uma única vez no Velho Testamento, mas que conhecia os caminhos.

Como sou fraco em Velho Testamento, e também no Novo Testamento, não sei que papel bíblico caberia ao Marcelo Oikawa. Ele prosseguiu a missão de Rafael/Betsalém com auxílio das filhas Paula e Julia Dely e da Lidia, mulher que nunca abandonou a admiração pelo ex-marido, Descobriram juntos fotos e desenhos deixados na antiga casa e descobertos pelo novo proprietário dez anos depois – uma caixa cheia de documentos e fotos da família.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Ronaldinho Gaúcho – o Retorno

.

hhjhjhjh

Mansão no Alphaville.

.

Não consigo ficar esperto antes de testar todas as possibilidades de dar uma de idiota.

Mark Twain escreveu a frase acima pensando na experiência que teve com os tipos que povoavam os barcos do Mississipi no século 19.

Eram jogadores de poquer, cafetões, desocupados, bailarinas, falsos pregadores que subiam e desciam o rio tentando aplicar golpes nos passageiros. Às vezes se davam bem porque para cada esperto havia pelo menos dois otários a bordo.

Quase dois séculos depois, em Curitiba, malandros e otários atuam na comédia de erros intitulada A Volta de Ronaldinho Gaúcho. Há gente de bem que não participa do enredo porque não quer se estressar.

-Ronaldinho – telefona um leitor. -Aquele que jogava no Barcelona?

-E que depois voltou e não deu certo no Flamengo?

-Isso ai.

-E que foi contratado por um time mexicano, um tal de Querétano, mas também não se acertou por lá?

-Você está sabendo.

-E que só fez nove jogos e zero gol no Fluminense?

-Pois é.

-Cara, ele não joga como profissional desde 2015. Como é que inventaram essa história de vir para o Coxa?

-É complicado. Primeiro criaram um Departamento Internacional…

-Quem “criaram”?

-A diretoria. Me disseram que a ideia foi do Alceni Guerra.

-Aquele da maquete?

-Para trazer craques…

-Trazer de fora?

-Isso. E alavancar o marketing.

-Trouxeram alguém?

-O Beletti, que já foi do Barcelona e é amigão do Ronaldinho. Agora é Diretor Internacional, já reservou pro amigo uma mansão de 1.400 metros, com garagem para dez carros, no Alphaville.

-Pera ai, não consigo ouvir direito. Tem muito barulho atrapalhando a conversa.

-Não ligue pro barulho. São só uns atleticanos que ficam por ai rindo à toa.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Mais do que uma garantia – aquela garantia

.

 

 

gggghg

Bom baiano, amanhã pode estar nas antologias.

 

 

.

 

Na gramática, mudou o nome de tudo, mas o velho pronome demonstrativo continua o mesmo.

Aquele (aquela) é pronome demonstrativo da terceira pessoa. Indica, segundo o Aurélio, conhecimento da coisa ou pessoa indicada. “Tu lembras aquela mulher que há muito tempo te apresentei/viveu uns tempinhos comigo/depois foi embora/pra onde não sei”. (Samba de Benor Santos/Amancio Samuel Moraes gravado por Blacaute na década de 1950.)

Mas também indica admiração. Uma coisa ou alguém que você aprecia. Porsche
– aquele carro. O José é aquele amigão. “Alô, moça da favela, aquele abraço.” (Gilberto Gil, Aquele Abraço.)

A Polícia Federal investiga evidências de que foi nesse sentido que Geddel Vieira Lima usou o pronome demonstrativo na conversa com Eduardo Cunha. O relato está na Folha de S.Paulo de hoje sob o título “Aliado de Temer na Caixa integrou esquema, afirma Polícia Federal”. Eis o trecho da matéria, assinada por Walter Nunes:.

 

“Segundo a PF, Cunha diz que “desirre” (Roberto Derziê) não havia atendido o telefonema do empresário Henrique Constantino, dono da Oeste Sul. Derziê na ocasião era diretor-executivo de pessoa jurídica da Caixa.

A mensagem de Cunha foi enviada às 16h15. Geddel retornou 1h32 depois dizendo que Derziê estava em São Paulo, mas ligaria para o empresário. Pergunta se o problema “é aquela questão das garantias”.
Cunha responde que sim, e recomenda “resolver como você [Geddel] falou”.

 

Sem dúvida, Geddel ofereceu sua contribuição ao estudo das transformações caleidoscópicas dos pronomes demonstrativos nas línguas românticas – português, espanhol, italiano, romeno etc. “Aquela questão das garantias” um dia poderá figurar em tese de doutorado no curso de linguística de alguma grande universidade. Indica que nossa língua portuguesa continua rica e sua dinâmica evolutiva é intensa.

Não dá infelizmente para dizer que é uma contribuição valiosa; com as novas revelações da Lava Jato, o valor das propinas aumenta todo dia.

A megapropina de hoje pode se transformar no agradinho modesto de amanhã.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Deixem o Gaucho em paz!

.

ghghg

No Atlético Mineiro.

 

 

 

.

O que é que esses caras fumaram para achar que Ronaldinho Gaucho é a salvação do Coritiba?

Talvez o mesmo bagulho que gerou a ideia de vender o estádio Couto Pereira.

Alguém tem que investigar isso.

Por que tirar o ex-craque do sossego dele?

Ronaldinho Gaucho é um senhor de 37 anos. Surgiu em 1998 no Gremio.

No século passado.

Teve o ápice da glória internacional no Paris Saint Germain e no Barcelona. 2003 a 2008.

Depois, no Atlético Mineiro, fez duas boas campanhas.

Ai não aconteceu mais nada na carreira dele.

No Flamengo saiu brigando na justiça.

Foi para o Querétano, no interior do México. Nada.

Fluminense. Nada.

Passou um ano desempregado. Chegou a se oferecer para a Chapecoense.

E agora vai jogar um bolão no Coxa? Levantar a torcida? Alavancar um plano de marketing?

Acho que está faltando respeito com o ex-campeão.

Deveriam homenageá-lo pelo que fez.

E deixá-lo em paz.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Desça no Aeroparque que é mais rápido

.

 

hjhjhjh

Aeroparque, 10h. Filas imensas para voltar pra casa.

 

 

.

O vôo da Aerolineas Argentinas é o mais rápido.

De Curitiba direto para o Aeroparque, ao lado do Hipódromo de Palermo, na zona norte, 15min do centro de Buenos Aires.

Há uma discussão meio acadêmica sobre o que deve ser feito a seguir: sair e apanhar um taxi, arriscando pegar um taxista malandro, ou comprar uma viagem nas empresas que vendem transfer.

Acho que vale a pena misturar as duas alternativas. Comprar a chegada pelo transfer a 280 pesos, 56 reais no câmbio atual. E na volta pegar um taxi e dar o caminho – pela El Libertador. Deu 160 com gorjeta e tudo.

A dica é chegar cedo para embarque. O aeroporto é bonitinho, tem até ar condicionado. Mas é muito pequeno para o movimento de verão.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Cuidado com a Fila 10 do jato regional da Embraer

.

 

 

ghghg

É da Aerolíneas. Para evitar apertura, fique esperto na hora de escolher assento.

 

.

 

Você pensa que escolheu bem e descobre que as poltronas da fila 10 do Embraer da Aerolineas não reclinam.

Mas as da fila 9 reclinam.

Você fica ensanduichado entre os dois encostos. Se o vizinho da frente reclinar tudo, vão sobrar 30 centímetros. Não respire fundo.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário