Em má hora, Felipão

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Tudo isso?

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O técnico Felipão é investigado por sonegação fiscal de 7 milhões de euros. A notícia está em O Expresso, de Portugal.

O jornal informa ainda que o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) já levou a Procuradoria-Geral da República a pedir ajuda a congéneres europeias e americanas para investigar as suspeitas, num caso relacionado com direitos de imagem, entre 2003 e 2008, quando Scolari era selecionador de Portugal.

Veja mais em http://expresso.sapo.pt/felipao-e-arguido-no-caso-dos-7-milhoes-de-fuga-ao-fisco=f870136#ixzz31kECe3GR

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Eu te rebatizo, Stadium

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O nome mudou porque a Fifa exigiu.

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O velho estádio Joaquim Américo, de tantas glórias, mudou de nome duas vezes. Em um ano.

Primeiro, transformou-se em Arena da Baixada.

Agora, por ordem da Fifa, é Estádio Arena, uma redundância absolutamente sem sentido. É como batizar uma instituição de ensino de Colégio Escola.

Redunda também em inglês – Arena Stadium. Bullshit.

As placas serão retiradas depois da Copa.

A gente paga o desperdício.

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Não basta eleger – tem que mudar o sistema eleitoral

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“Eles conjugam o verbo mentir em todos os tempos e modos”.


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O político vem aí de novo.

Político é aquele cara que conjuga o verbo mentir em todos os tempos e modos.

De quatro em quatro anos ele pega recurso com seu patrocinador, aluga carro de som, contrata marqueteiro e vai buscar votos.

A assessoria consegue para ele horário de entrevista na rádio. Garante foto no jornal. Ele cumpre pesada agenda. Vai à missa, bate cabeça no condomblé, dá testemunho, vai ao Jo, visita o sheik, homenageia o rabino. Faz perfil no feice, tuita, tira selfies, descobre o que é esse tal de whatsup, não esquece do Linkedin – quem lucra mesmo com essa fúria é o garoto convocado para fazer os posts.

Ele vai ser eleito de novo. Nos próximos anos prestará serviços ao empreiteiro, ou ao empresário de transporte coletivo, ou ao laboratório farmaceutico, ou ao banqueiro, ou ao dono de igreja, ao plano de saúde, à companhia telefônica.

Geralmente, político serve para isso – para intermediar pedidos de perdão de multas, fazer advogacia administrativa, organizar malfeitos variados.

Esse cara em Brasília é sinal de que fracassamos de novo. Elegemos um representante que trai a representação.

A mudança consiste em libertar o eleitor da obrigação de votar nesse político. Acabar com o voto obrigatório.

Votar é um direito das sociedades democráticas e direitos não podem ser compulsórios.

Eu exercito meu direito de votar ao escolher o melhor candidato para cada cargo eletivo. Ou ao não escolher, se não houver alguém que mereça o voto.

O voto obrigatório significa que não vivemos numa sociedade livre e democrática.

Eleição após eleição, vamos nos afundar cada vez mais em uma república de mentira, onde a coisa pública não é de todos, mas de um bando de espertos.

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1º de Maio

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Os políticos se aglomeraram no palanque, onde o som pifou.


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Não foi o 1º de Maio mais animado da história de Curitiba.

O Centro Cívico estava meio vazio quando o Beto Richa foi para o microfone anunciar a assinatura do maior salário mínimo do Brasil.

O SM vale para as domésticas, que não poderão ganhar menos de 948 reais por mês. E 20 centavos.

A Polícia Militar e a Força Sindical garantiram que havia 80 mil pessoas na praça Nossa Senhora de La Salete. Há quem acredite.

Houve reclamação dos evangélicos. Eles acham errado que a festa do trabalhador seja dirigida pelo padre Reginaldo Manzotti.

Os políticos ocuparam o palanque e falaram mal da presidente Dilma, acusada de fazer uma correção insuficiente no imposto de renda. Só 4,5% – muito menos que a inflação do ano passado, que bateu nos 6%.

O ceu cinza atrapalhou. O termômetro marcando 15º desanimou. Mas o que estragou a festa foram chatos dos políticos.

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Muito Red Label.


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Pouca gente.

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Apartamento 302

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Uma ideia simples que deu certo.

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O apartamento 302 é um projeto do fotógrafo Jorge Bispo http://www.jorgebispo.com/

Durante um ano mais de 100 mulheres foram fotografadas nuas em seu apartamento. Esse trabalho foi acompanhado pelo público através do tumblr: http://apartamento302.tumblr.com/ e agora chegou a hora do 302 virar livro.

Com o dinheiro arrecadado faremos um livro com projeto gráfico artesanal e íntimo de 256 páginas, tamanho 157mm x 230mm miolo em munken lynx rough 100 grs com direção de arte de Lila Botter e texto de apresentação de João Paulo Cuenca. ( tiragem de 1000 exemplares)

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Jornalismo é oposição. O resto é supermercado. (Do Millôr)

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Boa desde o batismo

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Loja de nome esperto em Barcelona.

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Hoje é dia de country music; a livraria aplaude, bate o pé e vibra com o som

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O mesmo sucesso do sertanejo universitário.


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Quem não gosta de country music foi embora da Livraria Cultura domingo à tarde. O som agressivo da banda Hillbilly Rawhide é do tipo pegar ou largar. A maioria ficou, cantou e bateu palmas. O pessoal do marketing da Livraria Cultura descobriu que Curitiba gosta de country, de rock e de blues.

A banda (veja o site) está toda quinta-feira às 21h no Jokers Pub (Rua São Francisco, 164). É integrada por Mutant Cox – voz/guitarra/violão, Mark Cleverson – violino/voz, Joe Ferriday – piano/voz, Osmar Cavera – baixo acústico, Juliano Cocktail – bateria/cajón, Marcos Traad – harmônica.

Traad entra no show como participação especial. A maior parte do tempo dele é dedicada ao Detran. É o diretor-geral. Olhem ele aqui embaixo – é o último à direita.

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As feras do country.

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A música de câmara em noites de grande gala na Capela Santa Maria

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Streiff – técnica fantástica com instrumento de sonoridade notável.

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Foram duas noites de gala para a música de câmara.

Egidius Streiff, violino, e Luiz Guilherme Pozzi, piano, executaram o belo Concerto para Piano, Violino e Quarteto de Cordas em Ré Menos, de Ernest Chausson, e o Concerto nº3, para Violino, Piano e Quarteto de Cordas (estreia mundial) de Harry Crowl. O quarteto foi formado por Rafael Stefanichen Ferronato, violino I, Atli Ellendersen, violino II, Leila Taschek, viola, e Faisal Husein, violoncelo.

Uma palavrinha sobre o violinista. Egidius Streiff é um artista de importância internacional pelo talento e pelo sucesso que vem obtendo na promoção de intercâmbio cultural com o Oriente. Fez uma ponte entre a Coreia do Norte e a Suiça e trabalha na Fundação Chuluun Ulaanbaatar, na República da Mongólia.

Streiff usa em seus concertos dois violinos notáveis. Um foi feito por Pietro Guarneri em Mantova no distante ano de 1702. O outro foi produzido em 2010 por Peter Westermann em Zurique. O arco de preferência de Streiff foi feito por Etienne Pajeot por volta de 1810.

Se não fosse a técnica fantástica e a interpretação inspirada (principalmente no concerto de Ernest Chausson – a obra de Harry Crowl exigiu um exercício de virtuosismo), valeria a pena ir à Capela Santa Maria pela sonoridade do instrumento de Streiff.

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O que a sociedade paranaense deixa de lucrar com a greve dos professores

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Os grevistas acamparam no Centro Civico. O Palacio fez plantao.

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O que vão ganhar os professores com a greve?

Ontem, parecia certo um reajuste acima dos 6,06% oferecidos pelo governo. Talvez venham 8,32%, que é o Piso Profissional Nacional. Dificilmente o governo dará os 10,6% pedidos pela APP-Sindicato.

Os professores vão ganhar mais tempo para atividades extra-classe. O governo assumirá o compromisso de convocar imediatamente o concurso para mais 13 mil professores, talvez em duas etapas.

O pagamento dos 100 milhões relativos a promoções e progressões é difícil. Pode sair alguma coisa, porque o ano é eleitoral. Tudo não porque o Estado está quebrado e o governo federal não tem vontade de ajudar o governador do PSDB candidato à reeleição.

Em resumo, os mestres vão ganhar muito pouco. A sociedade ganhará menos ainda.

Havia uma esperança de que surgisse uma nova agenda, menos corporativa. Incluiria, por exemplo, a volta do ensino de música. É um pre-requisito para melhorar o aprendizado, principalmente nas ciências exatas. A lei 11769, de agosto de 2008, alterou a Lei de Diretrizes e Bases para tornar a música obrigatória na grade curricular.

A nova agenda – a agenda da sociedade – deveria defender a obrigatoriedade de construir instalações esportivas para mais de um milhão de estudantes paranaenses que não têm professor nem local para o esporte.

É uma decisão urgente porque áreas importantes têm sido perdidas. O velho estadio do Britania virou supermercado. O mesmo destino aguarda o do Palmeiras e a maior parte do Joquei Clube.

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