Xingaram a Dilma. Bom para ela

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No Itaquerão..


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Saiu nova pesquisa Datafolha.

A intenção de voto em Dilma Rousseff cresceu de 34% para 38% em um mês.

No mesmo intervalo, o senador Aécio Neves (PSDB) oscilou de 19% para 20%.

Já ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) variou de 7% para 9%.

O Datafolha ouviu 2.857 eleitores em 177 municípios nesta terça (1º) e quarta-feira (2).

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Sexta-feira vou no Torto

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Só emoção. Um jogo para assistir com a turma.

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Vai, Regina, que a bola é tua!

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Nosso bode expiatório?


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Pela intensidade do noticiário, parece que tudo depende dela.

A doutora Regina Brandão , psicóloga com curso em Cuba, foi chamada por Felipão à Granja Comari. Vai trabalhar a cabeça dos jogadores.

Não foi uma convocação discreta. Os gritos de Vem, Regina! ecoaram em todos os jornais, em cada saite, em cada rádio, em cada mesa redonda de jornalistas esportivos.

Isso é o oposto do que se imagina para um bom trabalho de psicológico, que depende do silêncio e do anonimato para ser eficaz. A letra D do código de ética da International Society of Sport Psicology – ISSP, da qual a doutora é sócia, diz que seus membros devem se conduzir de maneira que traga bem estar ao cliente e crédito à psicologia esportiva.

O código recomenda expressamente aos psicólogos: não explorem as relações com os clientes para benefício pessoal através da mídia ou da publicidade.

O contrário acontece. O mundo inteiro sabe que a seleção brasileira tem um problema de cabeça. Chora. Tem medo de cobrar pênaltis. Lida mal com a responsabilidade de disputar um título em casa.

Atenção, Brasil, vamos repetir: doutora Regina não convocou a mídia para revelar nossos problemas mentais. Foi Felipão. Ele está se sentindo meio abandonado. Ficou sozinho com os atletas, carente. Nestes dias que antecedem o jogo com a Colômbia ninguém vê na concentração os grandes cartolas como o presidente da CBF José Maria Marin e o vice Marco Del Nero.
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Sumiram.


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Reaparecerão se o Brasil for hexa. Caso contrário, a diretoria vai dispensar Felipão e lamentar a incompetência da Comissão Técnica e em particular da doutora Regina Brandão, seria candidata a bode expiatório por ser a única capaz de fazer a cabeça dos onze craques funcionar direito.

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Resumo da ópera

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Nem Neymar escapou.

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A manchete do Globo de hoje resume o drama nacional.

RUIM DA CABEÇA E COM PESO NO PÉ

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Fala, elite branca!

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Os brancos e os “pó-de-arroz” na novela da Globo.


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Só para confirmar: 90% dos que estão assistindo aos jogos da Copa do Mundo são das classes A e B – a elite branca.

Foram eles que mandaram a presidente Dilma tomar naquele lugar, num episódio que envergonhou os brasileiros.

Os dados são do Datafolha e informam também que um estádio padrão Fifa é o pior lugar para encontrar negros. Eles são apenas 6%, contra 15% no total da nação brasileira. Os pardos também estão sub-representados – 24% no estádio contra 41% na realidade do censo.

É verdade que no Brasil há dois tipos de brancos. Os que descendem de europeus e os que embranqueceram ao ganhar dinheiro.

Mario Filho, em O Negro no Futebol Brasileiro, conta a história de Robson, ponta esquerda do Madureira, que assinou contrato com o Fluminense, clube elegante do Rio dos anos 1950. Um dia, conversando com o escritor, fez uma confidência:

-Sabe, seu Mario? No tempo que eu era preto…

O Flu virou “Pó de Arroz” porque, segundo a lenda, os escurinhos chamados para o time recorriam à caixinha de Royal Briar para clarear a pele.

O Chico da novela “Lado a Lado”, da Globo, reproduz a atitude do jogador Carlos Alberto que, em 1914, num partida contra o América, passou pó de arroz no rosto para estrear pelo Fluminense. Puro medo de ser vaiado pelos brancos da arquibancada. O jogo começou naquele calorão e o pó escorreu pelo rosto. Veio a vaia – pó de arroz! – e o apelido.
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Carlos Alberto, no Flu de 1914.

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Você está confortável?

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Tem gente que elogia.

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Aqui não tem banheiro. Nem perto daqui. Será que você não consegue segurar o xixi por mais uma hora ou duas?

Aqui a ventilação é péssima. No verão, ao meio-dia, a temperatura passa fácil dos 30 graus centígrados. Velhinhos já desmaiaram no meio do aperto. Telefone para o cobrador chamar o SAMU? Só na piada.

Em compensação, no inverno não existe calefação. Milagre que nenhum cobrador morreu gelado em alguma madrugada de julho.

Há mais de 20 anos o tubo é assim. Existem 340 deles, um pior do que o outro, porque na maioria não há acessibilidade. Aquele elevador para cadeirantes que aparece nas reportagens sobre a cidade só funciona em tempo de eleição.

Durante todo esse longo periodo obscurantista, houve gente que jurou pela qualidade do sistema de transporte coletivo.Uns falaram porque de alguma maneira são sócios do BRT. Outros, porque são amigos dos empresários. Há ainda o grupo que trabalha para os fabricantes de ônibus ou para os vendedores de projetos.

Durante todo esse tempo foi pecado, crime ou sinal de ignorância dizer que Curitiba precisa de metrô, como toda cidade com mais de um milhão de habitantes necessita.

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Não sei se ele é um barrabrava. Mas não sou louco de falar mal do Messi perto dele

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Os argentinos estão passando por aqui.

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O turismo ganhou com a Copa. Agora, Curitiba é conhecida como aquela cidade onde o ônibus de turismo é grátis em dia de jogo da Argélia.
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Em Curitiba há um dia em que todos os ônibus são de graça. Até o de turismo.

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E também como a cidade do Pátio Batel, onde o zagueiro Piquet faz compras.

E ainda como aquela cidade onde os indignados não usam máscara.
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A camisa vermelha é do PCR. Mas eles são whiteblocs.

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Tem que ter sorte

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Nem todos aguentam ficar horas em pé.

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Não é uma brincadeira barata. Cada pacote custa um real e tem cinco figurinhas aleatórias.

No início da coleção, praticamente todas são aproveitadas. Mas, a seguir a chance de pegar uma repetida vai aumentando. Para completar as 640 calcula-se que são necessários 899 pacotes de cinco (a conta é de um jornal inglês) .

Mas milagres acontecem. Outro dia, a mãe de um aluno do Santa Maria comprou 200 reais em figurinhas e fechou direto a coleção do filho. Em compensação, um turista australiano lamentava ter gasto mil reais sem o mesmo sucesso.
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Esse vício não tem idade.

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Fechamos um album

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A gente fica rápido na leitura de números.

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Levou umas dez semanas e toda a família ajudou. O album do Leonardo foi fechado solenemente às 18h de sábado passado, graças à figurinha 454, que ele trocou com outro colecionador, uma por uma, na Praça da Ucrania.

Fizemos novos amigos, entre eles o vizinho do 9º andar, que tem oito anos. E aprendemos as bases do negócio das figurinhas, que hoje pode significar dinheiro alto para quem leva a sério sua coleção. Imagine que foram vendidos 800 milhões de figurinhas só na primeira impressão. Há colecionadores fanáticos em toda parte.

Em alguns sites de vendas pela internet, raridades são vendidas a mais de R$ 1 mil. Álbuns completos dos Mundiais de 70 a 86 são os mais procurados. Em uma oferta, um colecionador pede R$ 2,5 mil pelo álbum de 74, garantindo bom estado do material. Já um da Copa de 70 — comercializado na França —, ano do tricampeonato brasileiro, tem lance inicial de R$ 1,1 mil.
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Aqui a gente entrega três figurinhas da lista do banqueiro em troca de uma que está faltando. Quer comprar? Custa 0,50 cada.


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A mania de colecionar não é só curitibana, nem brasileiras. Na Venezuela, que não está na Copa e onde o futebol perde em popularidade para o basebol e até para o basquele, a febre pegou. Hannah Dreier, da AP, conta que nos pontos de troca são encontrados políticos, personalidades da TV e colecionadores profissionais – todos batalhando pelas 640 figurinhas que completam o álbum.
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Em Caracas, o ponto de troca também reune gerações.(Foto AP)

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Gisele Bundchen na Copa

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Uau!

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Saiu em O Globo/Moda

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