Sabe o George Clooney? Ele está com muita raiva

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Mexeram com minha família.


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A manchete do tabloide britânico Daily Mail dizia algo como: “O homem mais sexy do mundo também é o mais furioso”.

O Mail contou a seus leitores que a mãe libanesa da noiva de Clooney proibiu o casamento por motivos religiosos. Em caso de desobediência, ela podia ser morta.

Era invenção. O ator reagiu em artigo publicado no USA Today: “Temos parentes em vários lugares do mundo e a idéia de que alguém resolva provocar um incêndio desses apenas para vender jornal devia ser criminalizada”. E seguiu com a crítica: “Eles colocaram minha família e meus amigos em situação de risco e cruzaram a linha divisória entre um tablóide ridículo e uma instrumento de incitação da violência”.

A presença dos tabloides ingleses nos Estados Unidos é cada vez maior. O Mail tem 160 funcionários entre Los Angeles e Nova York, ganhando entre 40 e 60 mil dólares. Em março, o Mailonline.com atraiu 46,4 milhões de visitantes únicos, entre eles 17,2 milhões de visitantes dos Estados Unidos. (Fonte: comScore.com).

A fórmula é rústica: histórias sobre pessoas que sobreviveram a ataques de alces, cirurgias plásticas mal sucedidas e astros que perderam peso e falam sobre o regime. As mais bizarras estão num canto da página chamado “barra da vergonha”. É onde entra a briga de alguma estrelinha do pop com Rihanna. Ou as fotos de Jennifer Metcalfe, Steph Davis and Leah Hackett aprontando com pouca roupa em Saint Tropez.

George Clooney não é uma estrelinha qualquer. Quer esteja nos EUA ou na Europa (passa férias em sua casa do Lago Cuomo, perto de Milão), recebe do Mail uma cobertura que só se dedica à família real. Agora, após o noivado com a advogada libanesa Amal Alamuddin, 36, o volume de mídia se multiplicou. E acabou com a falsa notícia da proibição da sogra.

O Mailonline e outros jornais ingleses estão investido no público norte-americano. Os tabloides levaram uma lição com o fechamento do News of the World, o jornal escandaloso de Rupert Murdoch e a recente prisão de seu chefe de redação Andy Coulson. A Justiça inglesa ficou mais dura com crimes de difamação. Nos EUA, a legislação é tolerante e tudo indica que o investimento dos tabloides em suas redações americanas só vai aumentar.

A matéria completa está no New York Times.

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Não disse que dava azar?

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“Ainda bem que cirurgiões e pilotos de avião não agem na adversidade como os craques brasileiros”. (Mario Sergio Conti, em O Globo)

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“Entre a dor e o nada, fique com a dor” – o conselho é de Willian Faulkner

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A culpa não é do Felipão – Felipão é o produto da arrogância da CBF somada à leniência do governo

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A mãe da todas as humilhações. (Foto UOL)

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A culpa é do Estado brasileiro, que não cobra as dívidas dos clubes com a Previdência Social e com o Imposto de Renda.

Que prestigia dirigentes esportivos com maus antecedentes, como José Maria Marin e Marco Polo del Nero, o homem do bilhete.

A culpa é da Justiça, que não condena dirigentes esportivos corruptos, como Ricardo Teixeira.

A culpa é do Legislativo, que empurra com a barriga uma legislação para reorganizar o esporte no Brasil.

A culpa é nossa, da imprensa, que coloca o foco no oba-oba e pouco investiga. Quando investiga tem preguiça ou medo de divulgar tudo que descobriu de podre nos subterrâneos do futebol.

UMA SAIDA PARA A CRISE MORAL

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Programa de Fortalecimento dos Esportes Olímpicos (Proforte – PLs 5201/13 e 6753/13) aprovou o relatório do deputado Otavio Leite (PSDB-RJ) para o refinanciamento das dívidas dos clubes de futebol. É um caminho para superar a crise moral e etica em que o esporte se debate. O texto seguirá agora para o Plenário da Câmara.

Texto descarta qualquer anistia ou perdão dos débitos dos clubes. O relatório prevê, no entanto, a unificação de todas as dívidas – com o INSS, o Imposto de Renda, o FGTS e a Timemania – em um montante único e o prazo de 25 anos para o pagamento.

O SUBSTITUTIVO EM RESUMO

Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte – LRFE

Responsabilidade Fiscal, Financeira, Gestão Transparente e Democrática

– Apresentação obrigatória das CNDs (um mês antes das competições, sob pena de rebaixamento)

– Cumprimento e regular pagamento dos contratos de trabalho – jogadores e funcionários

– Responsabilidade pessoal dos dirigentes

– Proibição de antecipação de receitas de qualquer natureza, que ultrapasse o fim do mandato, respeitando contratos anteriores

– Implantação de sistema único, padronizado dos registros contábeis

– Obrigatoriedade de publicação anual das demonstrações financeiras em site da entidade

– Controle do déficit financeiro

– Limite de 4 anos para mandato de presidente, com única recondução

– Instituição de Comitê de Acompanhamento da Execução das regras estabelecidas (representantes: clubes, jogadores, patrocinadores, imprensa, Bom Senso, Poder Executivo)

Do Parcelamento (direitos e obrigações)

– Não haverá anistia, nem perdão de dívidas

– Montante único dos débitos (INSS, IR, FGTS, Timemania, Banco Central)

– Prazo de 25 anos

– Taxa TJLP

– 50% – 3 primeiros anos (uma “quebrada de galho” – os clubes terão o benefício de pagar somente metade do valor parcelado devido nos primeiros 3 anos, o que irá ajudá-los a se enquadrarem com menos dificuldades)

– 50% – após pagamento última parcela

– Documento único de arrecadação

– Montante das dívidas (excluídas, trabalhistas, empréstimos) – aproximadamente R$ 3,3 bilhões

– Arrecadação para União – R$ 140 milhões/ano

– Profunda economia dos meios administrativos dos órgãos públicos que cuidam das dívidas

– Excluir IR da Timemania (melhora atratividade para o apostador)

Fundo de Iniciação Desportiva na Educação – inicie

– Utilização dos recursos do fundo: Parcerias: clubes e escolas públicas (Ensino Fundamental)

– Repartição descentralizada para Estados e municípios (FPE – Estados mais pobres ganham mais)

Origem dos recursos:

– Nova raspadinha, LOTEX

– Autorização para CEF implantar Aposta Desportiva – combater evasão de divisas (R$ 600 milhões/ano, segundo FGV)

– Lei de Incentivo ao Esporte

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Agora pode

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O promotor deixa. (Foto NYT)


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Aos que vão para Nova York, o New York Times informa:

Agora é legal possuir maconha na cidade.

O promotor distrital do Broklin, Kenneth P. Thompson, anunciou que a promotoria não vai denunciar adultos carregando até duas onças da droga, a menos que haja “fator agravante”.

Alguns fatores agravantes: ter uma folha corrida significativa ou fumar em alguns locais públicos ou perto de crianças.

P.S. – Duas onças são 56,7 gramas.

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Dos dicionários

Ponto mais alto: pináculo, apogeu

Ponto mais baixo: nadir.

O futebol brasileiro estava no apogeu em 1970; agora, com os 7 a 1, chegou ao nadir.

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O sortudo

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Elson Sato vinha apostando em resultados "lógicos". Mudou e ganhou.

Elson Sato apostava na lógica. Mudou e ganhou.

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Está no portal G1:

O estudante de Direito Elton Sato, de Maringá, cravou 7 a 1 para a Alemanha no bolão do canal SporTV e ganhou uma televisão.
Foi o único a acertar entre 148 mil apostadores.

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Para entender a Copa do Mundo

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Outro “inglês”. Só cinco canarinhos jogam no Brasil.

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Poucos duvidam de que está na hora de mudar o futebol brasileiro. Para os últimos descrentes, o New York Times fez um levantamento de quem joga onde. Assim se desvenda a Copa do Mundo e o que há por trás dela. É a lógica do dinheiro e da malandragem.

O levantamento mostra como se divide o grupo de jogadores europeus que veio ao Brasil disputar um torneio muito lucrativo. Terminado o torneio voltarão a seus clubes na França, Alemanha, Itália, Inglaterra. Para os clubes a gratidão pelos bons contratos e pelas boas instalações onde treinam e jogam o ano inteiro.

Estão na Premier Liga inglesa 22% dos craques das seleções que disputaram as quartas de final.

Na semi-final, a vantagem passou para a Bundesliga alemã, onde jogam 23% dos craques do Brasil, Alemanha, Holanda e Argentina.

A Itália e Espanha foram eliminadas cedo, mas os jogadores de times espanhóis e italianos representam 9% e 14% dos que disputam as semifinais.

Em compensação, Brasil e Argentina estão sem jogadores locais.

O Brasil só tem cinco e a Argentina, quatro. O resto dos craques selecionados veio de fora. Isso significa que estiveram menos tempo a disposição da comissão técnica.

Felipão e Savella, técnicos malandros, tentam garantir os empregos repetindo fórmulas do futebol antigo. E mandam entregar a bola para Messi ou Neymar. E rezar para que tudo dê certo.

Vejam ai a situação na semifinal:

Bundesliga (Alemanha) 23%
Premier League (Inglaterra) 21%
Serie A (Italia) 14%
Eredivisie (Holanda) 11%
La Liga (Espanha) 9%
Serie A (Brasil) 4%
Liga 1 (França) 4%
Primera Division (Argentina) 3%
Primeira Liga (Portugal) 3%
Premier League (Ucrania) 2%

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Avô que atropelou criança de 2 anos não estava embriagada, diz polícia

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Centro de Guamiranga. Área urbana tem apenas 1.600 moradores.

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Escrevi ontem sobre o acidente de domingo, em Guamiranga, município de 7.500 habitantes, da região de Ponta Grossa. Na garagem da família, como informou Gizele da Silva, da Gazeta do Povo, havia seis carros na hora em que o neto de dois anos foi atropelado pelo carro guiado pela própria avó.

A avó de 51 anos manobrava o veículo na garagem de casa, não percebeu o neto que atrás do carro. Na casa estava toda a família reunida em almoço de confraternização. A polícia foi chamada e disse que a motorista não apresentava sinal de embriaguez.

Foi aberto inquérito, para confirmar os detalhes da morte, que ocorreu no hospital de Ponta Grossa, a 80 quilômetros. A conclusão provavelmente isentará a motorista de responsabilidade pela morte, que deve somar-se a outras 50 mil mortes no trânsito, registradas todo ano no Brasil.

CULPA DE QUEM?

A tragédia da criança esmagada pela viatura dói mais por causa da tecnologia. Como imaginar um motorista deixar de frear quando dispõe de moderno sistema de frenagem de emergência que potencializa a ação dos Antiblockier-Bremssystem, os ABS?

Parece que não há tecnologia capaz de fazer o motorista deixar de lado os problemas. Ou as vaidades.

Nada leva o dono da Ferrari a diminuir a velocidade; ele comprou a máquina para mostrar que é rápido.

Não há Cristo que o impeça de guiar com o celular no ouvido. Ele tem o iphone para exibir. Se tivesse um órgão sexual enorme, ostentaria o imenso pênis. Se fosse só para se comunicar, conservaria aquele Nokia velho que fala e recebe ligações.

E não há discurso que o convença de evitar a bebida, nem de queimar um baseado ou de cheirar uma carreira. Para ele, essas coisas tornam o ato de dirigir mais divertido.

DESENVOLVIDOS ABANDONAM AUTOMÓVEL

Convém observar que essa tecnologia é subestimada pelos países desenvolvidos. Eles mandaram as fábricas de automóvel para cá. Agora andam de bonde, de metrô e de bicicleta em despoluídas avenidas sem cadáveres. Por algum motivo desconhecido, perderam o entusiasmo pelas invenções civilizadas. Muitos preferem patins, outros skate, quase todos correm e alguns chegam a confessar que seu grande barato é caminhar.

Na Copa do Mundo importamos o padrão FIFA. Com a indústria automobilística, nos anos 1950, tínhamos importado o padrão Renault e o padrão Volks. Por esses padrões, o mercado não deve funcionar a não ser em benefício das fábricas. Se a demanda estiver baixa, o governo precisa reduzir o IPI, caso contrário haverá desemprego e perda de lucratividade.

O padrão Volks/Renault exige que se faça mais asfalto por toda parte. Esqueça a escolinha precária, o posto de saúde sem antibiótico.

A prefeita de Guamiranga, onde a tragédia aconteceu, dedica boa parte do orçamento público à pavimentação de ruas e estradas. Sem asfalto, os carros andariam mais devagar, as pessoas sempre atrasadas não viveriam as emoções de um verdadeiro congestionamento. Continuariam naquele mundinho triste e desacelerado.

Falam que a perda de lucratividade pode fazer com que a Renault e a Volks decidam ir embora. Para onde? Talvez para algum lugar da Somália que sonha com sedans e limusines e imensos painéis de instrumentos com telas de LED. E anseia pelas notícias sangrentas após os grandes feriados nacionais.

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