A praça, fim da batalha. Começa a lição de etimologia

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Cerca de 50 garis trabalharam noite adentro na limpeza da praça Nossa Senhora de La Salete. A conta deles será paga pela Prefeitura.

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Restou do massacre dos professores uma questão etimológica – é correto chamar aquilo que vimos ontem de confronto?

O Dicionário Etimológico explica que confrontar é por frente a frente, acarear, comparar.

Comparar supõe forças parecidas, o que não era o caso. O professores estavam desarmados; os policiais militares usavam balas de borracha, gás de pimenta em spray, gás de pimenta em pellets arremessados do helicóptero e cães pitbull.

Mas comparar é útil neste momento para avaliar o tipo de cobertura que a midia está dando ao fato. Para a Veja foi confronto; para o New York Times é agressão. (Striking).

No Blog do Sakamoto há mais a respeito.

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Batalha de Baltimore e Massacre do Centro Cívico. Em comum só a violência policial

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A violência policial está ficando cada vez mais globalizada.

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A polícia de Baltimore terminou o inquérito sobre a morte Freddie Gray, um jovem de 25 anos morto na cadeia.

O relatório está com o ministério público.

Mas ninguém tem a coragem de dizer que os culpados serão punidos.

Para controlar os protestos foi decratado toque de recolher. Quem andar pela rua após às 22h pode ser preso.

Mais em http://www.nytimes.com/2015/05/01/us/baltimore-protests-freddie-gray.html?hp&action=click&pgtype=Homepage&module=photo-spot-region&region=top-news&WT.nav=top-news&_r=0
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Protestos na rua.


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A batalha da mídia

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A cobertura fotográfica da Gazeta está muito bem editada. Esta é outra foto histórica.

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A greve. Os que sambam, os que choram com o gás e os que dizem cheese.

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Alegria, mesmo depois do gás de pimenta.

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“Quem tem medo de formiga não cutuca formigueiro”, cantavam os funcionários públicos – na maioria professores – ontem à tarde em frente à Assembléia Legislativa.
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Com garrafa de plástico ele improvisou mascara de gás.

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O dia não foi só de alegria. Antes, de madrugada, houve violência. A polícia militar tentava guinchar o carro de som e um grupo de professores deitou em frente do caminhão. Houve uso de gás de pimenta.
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Ambulância da APP.


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Pela manhã, mais violência. Muita gente com os olhos ardendo. Um professor de meia idade desmaiou. Após negociação, o carro de som voltou ao seu local, diante da Assembléia.
Há advogados dizendo que as sessões de segunda e hoje pode ser anuladas por descumprimento de regra constitucional. As sessões deliberativas devem ser públicas. E também porque deixou de ser cumprida a liminar do TJ que autorizava, até o limite da capacidade do plenário, a presença de funcionários e pessoas do povo.
Amanhã a presença está aparentemente liberada.
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Diga cheese. Guarde a greve para mostrar a seus filhos.

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Esperando

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120 viaturas de prontidão.

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Centro Cívico sem lei

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O dono desse golden retriever evadiu-se após o malfeito, como motorista embriagado depois de atropelar ciclista. .


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A greve

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A marcha interrompida.

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Como salvar a Previdência estadual

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Palavra de quem conhece.

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Impossível ignorar a palavra de Jayme Lima numa hora dessas. Na Folha de Londrina, ele fez o apelo: “Governador tenha bom senso e salve a previdência estadual”

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No início do primeiro mandato do governador Beto Richa fui nomeado presidente da ParanaPrevidência.Com ajuda inestimável de quase todos os diretores, de técnicos em atuária e em previdência, advogados e outros profissionais dessa organização, em um período de dois anos aumentamos os ativos de R$ 4,6 bilhões para R$ 8 bilhões. Nesse período, modernizamos a instituição em tecnologia, reformamos o Plano de Carreira e de Cargos e Salários, melhoramos o atendimento aos aposentados pensionistas, implantamos uma gestão direcionada para a transparência e credibilidade, trabalhamos arduamente na elaboração e aprovação da Lei de Reforma do Plano de Custeio (Lei 17.435/2012) que deu sobrevida de 75 anos aos recursos da ParanaPrevidência.

Fomos ainda em busca de recursos devidos pelo governo federal referentes a royalties da entrada em operação de duas outras turbinas de Itaipu, demos início aos estudos para a volta dos recursos “tungados” do antigo Instituto de Previdência do Estado (IPE) e transformados em 1992, pelo governador Roberto Requião, na duplicação da rodovia federal Curitiba/Garuva.

Em meados do ano passado surgiram comentários em blogs políticos que o governo buscava transformar a ParanaPrevidência em departamento da Secretaria da Fazenda. Saíram em defesa da instituição, fizeram um ato de desagravo no Teatro Guaíra com a presença do governador e diretores dizendo que nada aconteceria com a previdência estadual, a maior e a melhor do Brasil.

Agora, o governo estadual, com evidente inspiração assoprada pelo novo secretário da Fazenda, propõe a extinção do Fundo de Previdência, que está composto com contribuições a ele vertidas pelos servidores públicos do Estado do Paraná, e sua incorporação ao Fundo Financeiro, cujos recursos se confundem com aqueles do Tesouro do Estado, e, desse modo, acaba com os objetivos da ParanaPrevidência que é, a médio e longo prazos, substituir o Tesouro estadual no pagamento de aposentados e pensionistas (algo que a ParanaPrevidência atingirá na próxima década, se não for extinto o Fundo de Previdência).

A proposta agora noticiada torna evidente o propósito do governo estadual de apropriar-se de recursos do servidor público do Estado do Paraná, e isso é ilegal, imoral e inconstitucional, pois configura uma “tunga” ao bolso dos servidores ativos e inativos, que há muitos anos contribuem mensalmente para a formação do Fundo de Previdência.

Sempre tive o governador como um homem honesto e competente, e, portanto, apelo ao seu bom senso e que salve a previdência estadual desse ataque aos ativos financeiros dos servidores ativos e inativos e mantenha viva a ParanaPrevidência, que é uma instituição modelo para o Brasil.

JAYME DE AZEVEDO LIMA é ex-diretor presidente da ParanaPrevidência de 2010-2012 e advogado em Curitiba

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O cardápio foi um desastre. E é perigoso comer o que eles não sabem escrever

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Entendendo o cardápio.

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A promoção Gastronomia no Palácio pode ter sido um sucesso. Mas o cardápio fracassou.

A Altman Gastronomia, por exemplo, oferecia um enorme sanduiche chamado Cheedar Bacon BBQ Burger por R$20. Como sabem os queijeiros, Cheddar escreve-se assim, com um e e dois dd. Homenagem à cidade de Cheddar, na Inglaterra, onde nasceu.

Já o Ernesto vendia Hamburguer de Porchetta na Ciabatta pelos mesmos R$20. Só que precisa escrever Hamburger (sem u), como em inglês. Ou Hamburguês, como fazem os que querem homenagear os inventores do sanduiche.

O capuccino preparado pelo Barista infelizmente não existe. É cappuccino, respeitando a grafia italiana. O nome atravessou fronteiras. Sergio Correa da Costa registra que, na França, a Nestlé usa-o no rótulo do Nescafé: Préparation instantanée pour cappuccino. Há ainda capuchino, como querem dicionaristas portugueses. Em Viena, leio do Wikipedia, pode-se pedir Kapuziner. Todos homenageiam a cor marrom da roupa dos frades capuchinhos. E cappuccio quer dizer capuz. Em espanhol? Capucha. Há também Caperucito. Pense na Caperucita Roja.

Tem que abandonar as palavras que a gente não sabe escrever direito? O escritor francês Maurice Druon acha que não. As palavras dos outros às vezes são mais belas que as nossas. “Cada palavra ostenta sua marca de origem; tal como os seres humanos cada uma conserva algo de seu país natal. Uma certa aura de exotismo envolve essas palavras, conferindo-lhes encanto especial.”

Por isso, da próxima vez que fizer aquela sopa de frutos do mar pode enviar um bilhete ao amigo que adora o prato: “Venha comer um bouillabaisse conosco.”

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O cardápio traz também uma inovação que vai revolucionar a indústria do vinho: a A-DHOC oferecia, a R$10, taças de vinhos tinto, reserva e branco. Não sou do ramo, mas vinho reserva, ensina a Enciclopédia do Vinho, é aquele maturado durante um número determinado de anos, conforme a lei. Nada a ver com a cor do vinho.

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Nada mais que a verdade

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Na coletiva.


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Nunca ouvi o Levir Culpi dizer frase feita, cair no lugar comum.

Agora mesmo, na entrevista coletiva depois do jogo com a Caldense, um repórter ansioso perguntou se ele ia pedir reforços.

-Para que reforços? Já temos 35 jogadores. É preciso treinar mais.

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