Quanto ao metrô, vejo que alguns não ficam do lado de cá, nem vão para o lado de lá – são alados

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Enrolation & inovation

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Scatolin: as respostas serão publicadas em 30 dias.

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Alguém me diz que audiência pública boa é audiência pública sem público.

O site da Prefeitura de Curitiba, entretanto, anuncia: “Cerca de 500 pessoas compareceram à audiência pública sobre o Metrô de Curitiba realizada na tarde desta quarta-feira (15) no Salão de Atos do Parque Barigüi.”

A comissão de frente do metrô comandou a audiência: secretários Fabio Scatolin (Planejamento) e Ricardo Mac Donald (Administração) e presidentes do IPPUC, Sergio Pires, e da Urbs,Roberto Gregório.

Não cheguei a contar 500 pessoas, mas notei que mais da metade eram senhores de terno e gravata que trabalham para o município, vereadores da base aliada, assessores e outras pessoas gradas.

Não é difícil entender o motivo – manter distância dessa gente desagradável que bate o pé, reclama mais transparência e exige passe livre.

Estrategicamente, a Prefeitura aproveitou as férias, quando a turma da Tarifa Zero toma chope na praia, para convocar a reunião.

Um evento chapa branca, que começou às 3 e terminou às 5 da tarde.

E uma aula de enrolation. As pessoas fizeram perguntas mas não tiveram respostas, que serão dadas em 30 dias, no site da Prefeitura.

Isso é que é inovation. Em vez de audiência pública, audiência publicada.

Por que? Para ter mais precisão nas respostas, evitando mal entendidos, explicou o Secretário Ricardo Mac Donald, que declarou encerrada a sessão quando alguns poucos manifestantes começaram a reclamar tarifa zero para todo mundo.

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O mesmo e bom Ivan Lins

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44 anos depois de Madalena, em grande forma.

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O nome do espetáculo era “Vocal Brasileirão Convida Ivan Lins”. No final, sentia-se que foi Ivan que convidou o Brasileirão, na noite de ontem. O público cantou junto com ele Somos Todos Iguais Esta Noite, Abre Alas, Bandeira do Divino e principalmente Madalena, um sucesso de Elis Regina em 1970.

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Claro que o Guairão lotou.

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Vive la difference!

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Julie Gayet, capa da revista Closer.

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A diferença entre o Brasil e a França não é pequena.

Pode até ser medida pelo resultado da pesquisa feita entre os leitores da revista Closer, aquela que noticiou em primeiro lugar o caso entre o presidente François Hollande e a atriz Julie Gayet.

Pergunta a revista se a revelação do affaire vai A) aumentar a popularidade do presidente da República; B) reduzir sua credibilidade.

78% dos leitores votaram na alternativa B.

Aqui, meu palpite é que dava o contrário.

Um video detonou o escândalo.

François Holland diz que a revista violou seu direito à privacidade e considera entrar na Justiça contra os editores.

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O pinheiro de 30 anos agora é lenha

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Na manhã de sábado ronca a motosserra. Agride os ouvidos ambientalistas dos vizinhos do Alto da Glória.
Uma imagem cruel.
O pinheiro abatido jaz no chão, corpo de delito transeunte, a materializar o crime.
Mas não há crime.
É uma eutanásia justificadíssima, informam os homens da motosserra.
O pinheiro estalava de tão velho e doente, sofria.
Ao morrer – e isso aconteceria à primeira chuvarada de janeiro, ao primeiro vento forte – cairia sobre inocentes edificações vizinhas.
Em casos assim, não se aplica o decreto federal 6514, que prevê multa de 500 reais por árvore abatida.
Assim mesmo, não é bom de ver a agonia desse remanescente da Mata Atlântica, que cobria o planalto de Curitiba e inspirava os poetas simbolístas.
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Não é caro. Por R$4 mil eles abatem a árvore indesejada.

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Novela policial de Natal

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Senhores, aos fatos:

1) No dia 25 de dezembro roubaram o pavão do Passeio Público.
2) Na madrugada de 4 de janeiro foi a vez de um periquito Jandaia Coquinho.
3) No mesmo dia levaram também uma Calopsita.

Tá na Gazeta.

A segurança do Passeio Público é feita pela Polícia Militar, que tem no local um módulo com atuação 24 horas por dia. Ninguém viu nada, o que leva a uma dupla suspeita: a) Os guardas abandonaram o serviço para comemorar o Natal; ou, b) havia uma conspiração para eliminar o pavão.

Investiguem. Quero respostas em 48 horas.

Agora, o ítem seguinte. Há um fato elementar a deduzir do relatório: vi no Google que o pavão é uma ave dos géneros Pavo e Afropavo, da família dos faisões. Em bom português, pavão morto pode virar faisão. Um faisão recheado com cogumelos, azeitonas, bacon e castanhas, servido com um bom Brunelo, é iguaria sonhada por muita gente inescrupulosa. Gente acostumada a meter a mão, digo, a boca na coisa pública, principalmente na véspera de Ano Novo.

Não excluam nenhum dos suspeitos usuais. Quero saber onde estavam no dia do crime Daniel Dantas, Paulo Maluf, os mensaleiros do PT, PSDB e partidos da base aliada. Não livro nem a Roseana Sarney. Só vi lagosta, camarão e nenhum faisão na lista de compras da governadora. Olha nela!

Claro que não há nada resolvido. Muitas perguntas exigem resposta. Por exemplo: como se serve um periquito Jandaia Coqueiro? Como amaciar a carne de Calopsita?

Uma coisa deve ser dita aos senhores: depois do fracasso do Caso Tayná, da briga entre a Secretaria de Segurança e o Ministério Público e dessa criminalidade em alta por toda parte, está na hora desta delegacia provar competência e resolver depressa o Mistério do Pavão de Natal.

Em tempo: Está no jornal que Gugu Liberato coleciona calopsitas. Talvez valha a pena mandar um agente interrogá-lo. Urgente. Não aceito desculpa de que a diligência não foi levada a cabo porque não há gasolina para a viatura.

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Estrada do Colono Ameaça Parque Nacional do Iguaçu

Por Rosane Ferreira, presidente do Partido Verde no Paraná
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Hoje, 10 de janeiro de 2014, o Parque Nacional do Iguaçu completa 75 anos desde a sua criação por meio do Decreto 1.035, de 1939. A área abriga o maior remanescente de floresta Atlântica da Região Sul do Brasil e protege uma riquíssima biodiversidade, constituída, inclusive, de espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, puma, jacaré-de-papo-amarelo e papagaio-de-peito-roxo, por exemplo.

Porém, neste momento, toda essa biodiversidade encontra-se ameaçada. Tramita no Senado Federal o Projeto de Lei 7.123, de 2010, que pretende dividir o Parque ao meio, reabrindo um caminho – considerado pela justiça como ilegal – de 17 quilômetros, chamado Estrada do Colono. Para reabri-lo, sem muito alarde, a tentativa foi chamá-lo “Estrada-Parque”, denominação que nem sequer existe em nossa legislação.

Esse caminho foi fechado em 2003 pela Justiça Federal por ser considerado uma porta de entrada a infratores ambientais para o interior da área protegida, como caçadores, madeireiros ilegais e traficantes de animais, além de facilitar o contrabando, o tráfico de drogas e o transporte de veículos roubados, em virtude da sua proximidade com a tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

O argumento utilizado para sua reabertura é de que as cidades que circundam o Parque seriam beneficiadas economicamente por esse caminho. No entanto, esses municípios recebem anualmente cerca de R$ 10 milhões em ICMS Ecológico. Além disso, o Parque é o segundo mais visitado no país e gera benefícios econômicos e ecológicos estimados em R$ 700 milhões anuais. Somente em turismo regional são movimentados R$ 88 milhões/ano, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), e outros serviços ambientais gratuitos gerados pela unidade de conservação são estimados em mais de R$ 600 milhões/ano.

Durante todo o tempo em que o projeto esteve na Comissão Especial formada para dar parecer sobre a matéria na Câmara Federal, posicionei-me de forma contrária, defendendo o Parque na sua integralidade. Aliás, fui a única parlamentar que votou contrária à reabertura da Estrada.

Como a Comissão tinha poderes para aprovar a matéria, apresentei recurso logo após a sua votação e aprovação, reunindo as assinaturas necessárias, conforme o Regimento Interno, para que fosse apreciada pelo Plenário. O intuito foi estabelecer mais tempo para que todos os deputados e os movimentos ambientais tivessem voz, já que a sua aprovação poderia abrir um perigoso precedente na Legislação, prejudicando outras inúmeras áreas de preservação e não apenas o Parque Nacional do Iguaçu. Porém, alguns parlamentares que subscreveram o recurso mudaram de ideia e retiraram suas assinaturas. Sendo assim, o projeto seguiu para o Senado Federal.

De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), atual gestor do Parque, o leito da antiga estrada está coberto por uma formação florestal em franca regeneração. Ou seja, não se trata mais de reabrir uma antiga estrada, mas, sim, de se promover o desmatamento e degradação para a implantação de uma estrada no interior de uma Unidade de Conservação de Proteção Integral.

Levando em consideração os prejuízos ambientais, econômicos e de segurança, o Governo Federal se comprometeu junto às Nações Unidas a não permitir a abertura da estrada e a promover o desenvolvimento sustentável regional para compensar as supostas perdas econômicas dos municípios. A conservação do Parque Nacional do Iguaçu é uma responsabilidade de todos e não pode ser vista como empecilho ao desenvolvimento, mas como importante instrumento para conservação da vida em todos os seus aspectos.

Com a intenção de dar clareza à discussão, foi produzida uma cartilha sobre o assunto onde é possível obter inúmeras informações técnicas e históricas, com diversas imagens, além dos pareceres técnicos de estudiosos e pesquisadores. O trabalho foi assinado por instituições de 19 Estados brasileiros e pode ser acessado nesse link: http://www.spvs.org.br/wp-content/uploads/2013/12/Cartilha-FINAL-web.pdf

No dia em que o Parque Nacional do Iguaçu completa 75 anos, é nosso dever relembrar sua importância para nosso país e também conhecer os grandes perigos que o rondam. É preciso participar ativamente dessa discussão e não deixá-la restrita a um pequeno grupo de interessados, pois as perdas serão irreversíveis.

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Presente de Ano Novo

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O nome do livro é “Contos para um Livro com Capa de Mondrian”.
Vinte e cinco contos de João Manuel Simões. Invenção e poesia que arrebatam.
Simões fala de Curitiba com alegria. Como se acabasse de descobrir a Boca Maldita, os comedores de empadinhas da saudosa Confeitaria Iguaçu, os intelectuais frequentadores do Rei das Batidas.
Tudo valorizado pela capa, onde o autor homenageia o velho Piet Mondrian.
Edição Livraria do Chaim.

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Esperando o busão

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Está na Gazeta de hoje:

“A Câmara Municipal de Curitiba analisa a possibilidade de excluir o metrô da atual lei do transporte coletivo da cidade. A inclusão de um parágrafo que exclui o transporte metroviário da legislação foi solicitada pelo prefeito Gustavo Fruet no último dia 13 de dezembro e divulgada ontem no site da casa legislativa.

A proposta inclui um inciso ao artigo primeiro da Lei 12.597/2008 para que, além do metrô, essa legislação também não seja aplicada a quaisquer outros modais ofertados por meio de Parceria Público-Privada – modelo que deverá ser adotado no Metrô de Curitiba. O novo texto foi encaminhado anteontem para a Divisão de Biblioteca e Referência Legislativa da Câmara para análise de sua legalidade.

De acordo com o secretário municipal de Planejamento, Fábio Scatolin, a medida visa evitar dupla interpretação da legislação. “Estamos pedindo essa exclusão para não haver confusão, tendo em vista que toda a lei se refere ao ônibus”, afirmou o secretário.

Scatolin disse ainda que o pedido de exclusão é apenas o primeiro passo para um conjunto de novas leis que deverão ser encaminhadas pelo executivo ao legislativo para regular o novo modal de transportes da cidade. “Ainda neste primeiro semestre, devemos mandar essas leis para prever, por exemplo, a integração do ônibus com o metrô”.

Orçado inicialmente em 4,6 bilhões, a minuta do edital do projeto do metrô e seus anexos deverão ser divulgados amanhã pela prefeitura, no site www.prefeitura.pr.gov.br. O passo seguinte será a realização de audiências públicas para ouvir a população sobre o projeto, o que deve ocorrer já na próxima semana.”

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Bons tempos

Não é só a torcida. Os caricaturistas que trabalham na Rambla, a muvuca de Barcelona, lembram com saudade do Ronaldinho Gaucho – aquele anterior ao ortodentista.

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