Denúncia: Celepar espiona governo estadual

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São 14h32 e estou lendo a Gazeta de domingo, um privilégio para quem quer vender, alugar, contratar ou ter assunto adiantado para falar mal do governo.

O título principal é: “Órgãos de segurança do estado tiveram emails espionados”. A notícia conta que um usuário secreto de conta administrada pela Celepar interceptou de forma ilegal emails de policiais civis e militares de todos os escalões. Também foram xeretados emails de auditores da receita estadual.

A matéria é de Diego Ribeiro e Felippe Anibal diz que um parecer técnico da Polícia Científica apontou a ilegalidade e pediu a abertura de investigação. Conta que até a espionagem chegou ao funcionario do serviço de inteligência da Secretaria de Segurnça que trabalha na aplicação dos grampos. Espião espiona espião.

Segundo a Polícia Científica, o agente por trás dessa conta de administrador deve estar na Celepar.

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Calor, falta de ar etc

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Dentro, sensação térmica de 44 graus.

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Alguns desmaios, pressão baixa, muito suor. A estação tubo sai bem nas fotografias, mas é péssima para quem está lá dentro.

Os cobradores receberam permissão para usar bermuda “desde que fique na altura do joelho”.

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Na praça, o carro do povo da Toyota.

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Se o Etios for bem, a fábrica de Sorocaba – apelidada de ecofactory – tem licença ambiental para produzir até 400 mil por ano.


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-Que carro é esse?

A dúvida não durou muito.

Uma garota puxou o iPhone, consultou o Google, e informou que o sedan Toyota ao lado do chafariz da Praça de Espanha era o novo Etios, “um carro para o povão”, segundo as notícias das revistas especializadas.

O Toyota Etios é destinado aos países emergentes – Brasil, Russia, China e India. Tem duas versões de motor: 1.3 (versão hatch) e 1.5 (sedan).(Se tudo der certo, logo haverá também o Etios Cross). Visual simples e funcional. Será feito em Sorocaba, São Paulo. Produção prevista de 70 mil carros por ano.

O Etios foi desenvolvido na India, mas adaptado às exigências dos brasileiros. Aqui, a suspensão ficou mais “durinha”. Foi alterada a grade frontal e acrescentado aerofólio traseiro, diz o site iG.

A campanha de lançamento está sendo gravada em Curitiba, neste fim de semana e não é modesta. Em cena 150 atores e figurantes. Atrás das câmeras, 50 câmeras, editores, produtores e técnicos, dirigidos por Carlos Manga Junior.
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Quase uma superprodução, que entra no ar em março nas televisões do Brasil e países do Mercosul.

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O amor é lindo

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Selfies

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Milton Cavalcanti e eu, picaretas provisórios

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Milton Cavalcanti com Carlos Andrade, no Café da Boca.


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O hotel de Barbosa Ferraz era de madeira, sem pintura. Pelo lado de fora, uma escada estreita levava ao pavimento superior. No quartinho, ao lado da cama, uma tampa de doce de leite servia de castiçal para a vela que a dona me entregava. Madeira + vela = incêndio.

-Não preciso vela.

-Todo mundo precisa vela. A luz evita o barbeiro.

-Barbeiro?

-O bicho barbeiro. Tem um ali na parede, tá vendo? Mas ele só morde no escuro.

Fui dormir no banco de trás do Fusca do Aristeu. No escuro. No calor. Sem bicho barbeiro.

Aristeu Brandespin era o dono da revista NP – Norte do Paraná, que nos levava, o Milton Cavalcanti e eu, para mais uma viagem ao Noroeste, onde várias cidades recém-criadas comemoravam aniversário. A da vez era Umuarama, nascida em 1955, que festejava dez anos.

A data merecia um caderno especial – matéria paga – no próximo número. Uma “edição maravilhosa”, na gíria dos picaretas. Não adianta negar, éramos picaretas. Mas picaretas circunstanciais, transitórios, desempregados pelo golpe de 64, que ceifou a redação da Ultima Hora.

Então, como um anjo, surgiu o Aristeu. Precisava de quem escrevesse as reportagens especiais. Nós. Milton conhecia história e economia paranaense, escrevia bem, fotografava com competência, sabia revelar filmes e usar o ampliador. Para completar, dominava a arte da diagramação, que aprendeu com Marcel Leite no antigo O Dia. Eu escrevia depressa e precisava ganhar dinheiro. Formamos uma equipe mínima, completada pelo Miguel, motorista japonês com fama de maluco.

Naquelas estradas sem asfalto e com muita areia solta não havia ninguém melhor que o nosso Miguel. Ao chegar no alto do morro mandava a gente descer e seguir a pé. Acelerava, entrava no areião a cem por hora tentando manter as rodas longe dos sulcos deixados pelas rodas dos caminhões. Às vezes conseguia – e seguíamos viagem. Às vezes o carro ficava naquele mar de areia e os três empurrávamos.

Se fracassássemos, o jeito era esperar o ônibus. Os passageiros desciam e tiravam o Fusca do atoleiro. Ou a viagem deles não prosseguia, porque a estrada só dava passagem a um veículo de cada vez.

No fim do dia seguinte, chegamos a Umuarama, pouco mais de dez mil eleitores e uma praça principal que resumia a cidade. O Aristeu foi falar com o prefeito, com quem tinha combinado a matéria paga. Tinha crédito para isso. Em 1957, fora o publisher da famosa Maringá em Revista, cujos exemplares circulavam de prefeitura em prefeitura por todo o Norte, como modelo de documento bem feito sobre a vida de uma cidade e de seus pioneiros.

A conversa com o prefeito só tinha um aspecto perigoso. E se ele mandasse fotografar uma ponte no distrito de Perobal? Ou em Lovat? Ou na Serra dos Dourados? Era mais calor, areião e um dia de atraso no trabalho. Felizmente as obras escolhidas estavam todas na sede.

Cavalcanti já sabia onde era o japonês. Em todas as cidades do norte, sem falhar uma só, um japonês dominava o mercado fotográfico e concordava em alugar as cubas e o ampliador por algumas horas.

De manhã cedo, Milton, Aristeu e o prefeito foram visitar a cidade; eu fiquei com o Secretário da Prefeitura, que tinha os números, os custos e sabia a importância de cada mata-burro concluído. À tarde, gravamos uma entrevista com o prefeito no meu Sony de carretel e fui com a Lettera 22 para uma sala dos fundos do hotel, a nossa redação.

Já madrugada, a edição maravilhosa começou a ser diagramada. Estilo revista Manchete, com grandes fotos sangradas, títulos em corpo 72, chamadinhas em corpo 24.

Lá pelas 7 da manhã estava pronto o caderno. Fomos tomar café com o Aristeu, que examinou o material, achou bom e pediu mais fotos para trocar se fosse necessário.

Não foi. O prefeito aprovou tudo, menos as 16 paginas. Ficava muito caro. Milton voltou para o laboratório, produziu novas fotos e tudo foi rediagramado em 12 páginas. Ficou um pouco menos com cara de Paris Match, mas estava bonito. Mais do que bonito – era um informe honesto e real, sem adjetivos e advérbios. Mais um documento sobre o Norte, o novo Paraná que explodia de tanto café e tinha em Londrina o terceiro aeroporto mais movimentado do Brasil, depois de São Paulo e Rio de Janeiro.

O Milton aproveitou o Norte. Consolidou no cafezal e no areião o que aprendera nos relatórios da Codepar, depois Badep. Tornou-se um jornalista importante para a Revista Paranaense do Desenvolvimento e outras publicações do Governo. Nascido em Pernambuco, criado na Bahia, poucos contribuíram como ele para entender a explosão econômica da cafeicultura e os dilemas estratégicos do desenvolvimento paranaense.

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Noturno do Santa Mônica

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Come bem a Dilma, heim?

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Comidinha portuguesa.

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Senti uma certa inveja ao ler que nossa presidente Dilma Rousseff, ao passar por Lisboa, foi jantar no restaurante Eleven. O Joachim Koerper é um dos maiores chefs do mundo. Quem diz isso é o Guia Michelin e outras bíblias dos gourmets.

E não fiquei indignado com o preço que ela pagou. O menu Estrela Michelin, por exemplo, fica por 89 euros, coisa de 300 reais, que ela pode pagar perfeitamente com os 28 mil que ganha por mês.

Pessoalmente, não pediria o Estrela Michelin, que tem como prato principal um porco da raça alentejana “atrás das trufas”.

Tomara que ela tenha preferido o Menu Surpresa, dois pratos principais e duas entradas, além da sobremesa. Sai por 49 euros.

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Maratona noir

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DiCaprio, corrupto, drogado, engraçadíssimo.


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179 minutos!

Não acredito que fiquei CENTO E SETENTA E NOVE MINUTOS, três horas, assistindo à comédia-trash de Leonardo di Caprio e Martin Scorcese, que repete e repete e repete a mesma e exaustiva orgia de crack, cocaína, Qualude, Mandrix, Adderall, Xanax, maconha, uísque e morfina “porque é maravilhosa”.

E – incrível! – valeu a pena. Se você não tem dores na coluna e resiste às cadeiras do Cinemax Mueller, vá viver essa experiência.

Há algumas chaves para entender o enredo dessa comédia noir sobre Wall Street, baseada na vida real de do corretor Jordan Belfort. Comece jogando num liquidificador FBI, corrupção, corretor de ações, riqueza, festa, orgia, suruba, cocaína, crime do colarinho branco, banqueiro suíço, festa gay, títulos podres, sexo no avião, festa na piscina, discurso motivacional, câmera oculta, narração em off, dominatrix, divórcio, adultério, alucinações, flashback, mercado de ações, iate de 70 pés, Mediterrâneo, sexo no elevador, vulgaridade.

O essencial está ai. Mas você pode acrescentar dois guarda-costas (os dois chamados Rocco), nu frontal masculino, masturbação em público, helicóptero, advogados, desregulação financeira, dirigir dopado, tráfico de drogas, dinheiro na cueca, tempestade em alto mar, casamento em crise, violência doméstica, Bahamas, boquete no carro, tapa na bunda, Bolsa de Valores.

Ao meu lado, lá pelo 120º minuto de filme (teve ainda 15 de comerciais e trailers) um cara levantou para ir ao banheiro. Não estava preparado para tanto tempo sem xixi. Acabou a pipoca de todo mundo deixando no ar um cheiro de gordura trans superaquecida.

A história de Jordan Belfort/Di Caprio, repete muitas outras que denunciam a corrupção do mundo financeiro. Só que ela não denuncia nada – foi escrita para divertir. Quando ele entra para a corretora, o chefe convida-o para almoçar. Vem o garçon e Di Caprio pede:

-Para mim, água mineral.

O corretor-guru (Matthew McConaughey, num papel lamentavelmente pequeno) explica:

-Primeiro dia em Wall Street. Você vai ver daqui a um tempo.

Depois vemos Belfort explicar o método de negócio e concluir:

-Isso está dentro da lei? Claro que não.

Lá na frente, uma das frases-bordão do filme:

-Eu não quero morrer sóbrio!

É bom insistir: não se trata de uma crítica ao capitalismo cúpido comandado pelo setor financeiro. O filme não tem mensagem. Não há julgamento moral. É apenas um show de Martin Scorcese, um mestre do cinema.

Os críticos norte-americanos adoraram. Os ingleses foram um pouco mais reticentes. Assim mesmo, Christopher Orr, do Daily Mail, concorda que o filme é uma aula magna de técnica cinematográfica, dada pelo catedrático em pessoa. E chama a atenção para o conjunto de efeitos estonteantes e piadas visuais, além de citações e referências que atestam a enormidade do universo cinemático que Scorcese continua dominando aos 71 anos.

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Os outros gordinhos querem informações sobre o borogodó do François

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Qual o segredo?


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Podia ser um gordinho tímido, sem graça e sem charme, como os outros. Mas é o contrário disso – um atleta sexual, um ganhador de mulheres.

Luis Fernando Veríssimo está preocupado em conhecer os motivos do êxito de François Hollande, o presidente da França, que acaba de ser flagrado em aventuras donjuanescas com a bela atriz Julie Gayet.

“A pergunta que se faz na França é: o que exatamente esse homem tem que explique seu sucesso com as mulheres? A questão não tem nada a ver com direito à privacidade. Trata-se de uma curiosidade científica. Se o que ele tem (e disfarça com aquela cara) puder ser reproduzido em laboratório, será um alento para nossa categoria.”

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