Olhe ai a vacina influenza 2014

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A caixa contém 10 seringas com 0,5ml (1 dose) cada.

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Na caixa está escrito vacina influenza trivalente (fragmentada, inativada)

Na parte de baixo, em fundo verde Cepas OMS 2014 Hem. Sul.

Na lateral, a origem: “Fabricado por GlaxoSmithKline Biologicals” Depois o endereço em Dresden – Alemanha.

Na OAB custa R$20 para advogados e 38 para dependentes. Nos laboratórios, R$80.

A Anvisa determinou que as vacinas influenza trivalentes, que começarão a ser utilizadas no Brasil a partir de fevereiro de 2014 deverão conter, obrigatoriamente, três tipos de cepas de vírus em combinação: um vírus similar ao vírus influenza A/California/7/2009 (H1N1)pdm09, um vírus similar ao vírus influenza A/Texas/50/2012 (H3N2) e um vírus similar ao vírus influenza B/Massachusetts/2/2012.

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Uma cidade amedrontada.

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Só o GOE para acalmar a praça.


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Pergunte ao Yahoo quais os bairros mais seguros de Curitiba na data em que a cidade festeja o 321º aniversário.

Ele responderá: Os bairros seguros e de classe alta de Curitiba são esses: Batel, Jardim Social, Bigorrilho, Água Verde, Ecoville, Órleans, Centro, Rebouças, Prado Velho, Pilarzinho, Juvevê, Alto da Glória, Abranches, Ahú, Bacacheri, Cabral, Centro Cívico, Cristo Rei, Hugo Lange, Mercês, Jardim das Américas, Mossunguê e Portão.

A informação está caduca. Os registros policiais dizem o contrário.

A violência cresce no Batel, que aparece em primeiro lugar na lista dos mais seguros. E cresce muito no Batel Soho, apelido que deram à região da Praça da Espanha. Roubos de automóveis, assaltos à mão armada, invasão de restaurantes, traficantes instalados no meio da praça para atender melhor os clientes.

Esta noite o bicho pegou. Veio a Guarda Municipal com sua tropa de elite. Apareceram revólveres e rifles.

O agito terminou mais cedo.

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Quanto pior melhor

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Plataforma da Petrobrás.

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Os analistas econômicos vêem positivamente a derrocada das ações da Petrobrás, que associam à queda na aprovação de Dilma Rousseff.

É a velha teoria do quanto pior, melhor.

Se a ação cair mais, se a Petrobrás estiver quase quebrando no dia da eleição, a chance de mudança é maior.

Veja o que diz o analista do HSBC: “Com base nos artigos de imprensa acima mencionados, acreditamos que o índice de aprovação sofrível do
governo, associado a uma oposição organizada, pode possivelmente significar mais chance de mudança
nas eleições presidenciais de 2014, podendo impactar positivamente a Petrobras, reduzindo o risco de uma
interferência política negativa sobre a qual falamos anteriormente.”

A analista Paula Barra, do InfoMoney, ratifica a opinião com fatos:

“Petrobras, BB e Eletrobras sobem até 10% com queda na popularidade da Dilma”.

O Itaú confirma:

“A cada queda da Dilma teremos uma forte alta na bolsa”, afirmou gestor da Asset do Itaú – InfoMoney

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Um sonho curitibano

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Elgson Gomes


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Em Curitiba, o inventor do prédio de um por andar foi o arquiteto Elgson Ribeiro Gomes, falecido ontem.

É o Edifício Canadá, no número 560 da Comendador Araujo, antigo Caminho de Mato Grosso. Foi feito para abrigar as famílias da classe alta que não queriam mais viver em casas inseguras do Batel ou do Alto da Glória.

A Globo realizou um documentário sobre a vida de Elgson.

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Coelho aos noventa. E feliz

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Na porta da loja. Foto de Henry Milléo/Gazeta do Povo.


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Carlos da Costa Coelho está fazendo noventa anos. Dispensou festas. Vai comemorar com a esposa e filhos.

Gosto dele porque é meu amigo e me ajuda a entender Curitiba, onde é empresário há 50 anos.

Entender por que a Casa Londres fechou. E a Otoni. E a Constantino. E a Strobel. E a Casa Coelho sobreviveu a tantos planos econômicos e tantas mudanças urbanas.

E porque ainda vai me vender meu primeiro chapeu Borsalino. Ali, na loja que funciona desde 1957, na Rua Senador Alencar Guimarães, 16, próximo à Praça Osório. Não se encontra o artigo em outro lugar.

O aniversário coincide com o do Clube Atlético Paranaense, clube que presidiu.

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The Copper Bottom Band

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Vale um repeteco.


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Logo no começo do show Hugh Laurie avisa: “Watch me, but listen to them”.

Pena que não dá para ouvir de novo a banda The Copper Botton Band, que acompanha HL há dois anos. É excelente e responde pelo menos por metade do espetáculo.

Juntos, eles deixaram muita estrada para trás.

No ano passado enfrentaram uma longa excursão. Tocaram em Balarus, São Peterburgo, Moscou, Varsóvia, Berlin, Luxemburgo, Amsterdam, Bruxelas, Bristol, Londres, Oxford, Brighton, Birmingham, Manchester, Edimburgo, Gateshead, Paris, Zurique, Bolonha, Arles, Viena, Praga

Merece destaque “Sister” Jean McClain, uma voz poderosa, jeitão feliz de Bessie Smith. E Gaby Moreno, compositora e guitarrista da Guatemala de voz pequena mas elegante.

E para Elizabeth Leo, no trombone de vara. Tem uma levada de jazzista cubana.

David Piltch é o baixo. Mantém durante as duas horas do show a mesma cara de jogador de poquer.

O baterista Jay Bellerose não veio. Você pode ouví-lo aqui no You Tube.

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Imprensa? Pra que?

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O primeiro jogo da nova Arena será sábado, às 15h, entre o time principal do Atlético e o J. Malucelli.

É um jogo-teste para ver como está a Arena da Baixada. Serão convidados 10 mil associados e operários.

Imprensa não entra.

A explicação que ouvi na BandNews: trata-se de uma festa particular, em um estádio particular. Privê. O Atlético convida quem quiser.

Simpático, né?

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A Síndrome

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O ídolo e as paixões.

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Havia dúvida, ontem, no auditório do Positivo, se estávamos assistindo a um show de Hugh Laurie, blueseiro inglês, ou do dr. House, mítico personagem da série de TV.

A dúvida se dissipou quando uma moça bem vestida levantou do meio do público e gritou em inglês padrão Fifa: “Quero ter um filho com você!”

Ele parou, olhou, pediu para repetir.

-Quero que você seja o pai de meus filhos!

O doutor House imediatamente diagnosticou:

-É mais um caso de Síndrome de Luciana Gimenez.

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Olha ai a Cartilha da Fifa para turistas. Em negrito, meu comentário

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A Fifa aconselha.


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1.Sim nem sempre significa sim

Os brasileiros são otimistas e nunca começam uma frase com a palavra “não”. Para eles, “sim” significa na realidade ‘talvez”. Quando disserem “Sim, eu te ligo”, é melhor que não espere que o telefone toque nos próximos cinco minutos.

Grande político brasileiro recomendava: “Nunca diga não quando puder dizer sim – desde que isso não crie problema para o governo”.

2. Horário flexível

A pontualidade é um conceito muito flexível no Brasil. Quando marcar com alguém, conte com uns 15 minutos de atraso.

Essa verdade funciona bem na área da publicidade. Ele é medíocre, medroso e meio burro? Vai chegar na hora. O cara é atraente, brilhante, inovador, “cool”? Provavelmente descerá do BMW meia hora atrasado. Dará uma bela desculpa e ganhará a conta.

3. Contato físico

Os brasileiros e as brasileiras não estão familiarizados com o costume da Europa de manter distância como norma de cortesia e conduta. Eles falam com as mãos e não evitam de tocar o interlocutor. Isso pode facilmente se transformar em um beijo se a conversa estiver ocorrendo em uma discoteca, por exemplo.

Isso é recomendação ou wishful thinking? Contato físico é o sonho dos turistas sexuais que compraram passagem para o Brasil pensando naquelas bundas do Carnaval.

4. Fazer fila

A paciência na hora de esperar não é uma das principais virtudes dos brasileiros. Por exemplo, não existe uma “fila mecânica” como na Inglaterra. Os brasileiros preferem ser inteligentes, sempre se arranjando para chegar na frente.

Só panaca acha que isso é uma exclusividade brasileira. Há gente assim em todo mundo. Agora mesmo o Putin chegou na frente e levou a Georgia do Obama. Mas já vi caras “espertos” expulsos da fila sob ameaça de porrada.

5. Moderação

Quem se animar a ir a uma churrascaria, deverá praticar jejum de 12 horas e maneirar na hora de comer, já que as melhores carnes chegam na parte final.

Aplauda esse sistema, que é também uma metáfora da vida. Quem se enche de moela não chega ao filé mignon.

6. A lei do mais forte

A regra que dá direito à preferência dos carros no trânsito é simples: o veículo maior passa na frente.

Superverdade. Aprendi isso viajando. Estava em um hotel perto do Aeroporto Internacional de Los Angeles e queria chegar ao Pier de Santa Mônica. Perguntei ao Google Maps, (clique para ver o mapa) que mandou desistir da linha reta e seguir pela Highway 405, com suas seis pistas em cada direção. Lá na frente, ordenou mudar para outra rodovia, a 10, e assim chegar a Santa Mônica. No meio daqueles malucos ao volante dos imensos SUVs descobri que a lei é essa – quem tiver o carro maior fecha o outro e passa na frente.

7. Proibido fazer topless

A imagem das mulheres com pouca roupa, tão típica no carnaval, pode ser enganosa e é diferente da realidade. É certo que os biquínis brasileiros têm menos pano que os europeus, mas as brasileiras nunca os tiram na praia, onde fazer topless é proibido e pode resultar em prisão.

Em Milão pratica-se o topless com desenvoltura. Certo verão entrei no banheiro superlotado de um café perto da Praça do Duomo. Banheiro unissex. Quem chega primeiro entra, fecha a porta e os outros que esperem na fila. Na saída, outra fila para usar o lavatório. Na minha frente, uma moça tirou a camisa (estava sem soutien) e lavou cuidadosamente o rosto, o pescoço, os seios caidaços e o suvaco, que ostentava vasta cabeleira negra, pelo jeito jamais raspada. Topless assim eu dispenso.

8. A língua espanhola não vale

Os turistas que tentarem se comunicar em espanhol terão a sensação de estar falando com as paredes. A língua nacional do país é o “brasileiro”, uma variável do português. Quem falar que Buenos Aires é a capital do Brasil, pode estar seguro de que será deportado imediatamente.

Qualquer gringo idiota sabe que a capital do Brasil não é Buenos Aires – é São Paulo, onde ficam os grandes bancos, as sedes das corporações internacionais, os principais jornais e televisões. A exceção é o centro de novelas da Globo, que continua no Rio devido à dura poesia concreta das esquinas e à deselegância discreta das meninas de Sampa.

Experimentar o ‘açaí’

As bacias da Amazônia fazem maravilhas: previnem as rugas e têm o mesmo efeito de uma bebida energética. Algumas mordidas podem recuperar o jogador de futebol mais cansado.

Não entendi esse conselho, mas uma mordidinha pode mesmo recuperar um cara.

10. Paciência

No Brasil é muito comum fazer as coisas no último minuto. A recomendação aos turistas é que tenham muita paciência. No final, tudo estará pronto a tempo. Isso pode ser aplicado aos estádios. A filosofia dos brasileiros na vida pode ser resumida com a seguinte frase: “relaxa e aproveita”.

Então relaxa e aproveita.

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Domingo de friozinho e garoa no MON

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Tem papo com tubão.


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E ensaio de dança.

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