Obama e nós

.

 

gtltlh

Obama apelou para os americanos mostrarem sua força como nação — a ética do otimismo e do trabalho. o espírito de descoberta, a diversidade, o compromisso com a regra da lei.

 

.

 

Os grandes oradores não surgem por obra divina – estão lá, quietos, assuntando, até que as circunstâncias tornam inevitável seu protagonismo.

Na Grande Depressão, Franklin Roosevelt propôs um novo modelo aos Estados Unidos, de liberdade com igualdade: “A verdadeira liberdade individual não pode existir sem segurança e independência econômica”. E completou: “Gente faminta e sem emprego constitui a massa com que se preparam as ditaduras”.

Ontem, Barack Obama defendeu a igualdade e fez um apelo aos americanos: “Qualquer que seja sua crença, se você prefere um ou dois partidos, se apoia minha agenda ou luta com todas as forças contra ela, nosso futuro coletivo depende de sua vontade de exercer seus direitos de cidadão. De votar. De falar. De apoiar os outros cidadãos, especialmente os fracos, especialmente os vulneráveis, sabendo que cada um de nós está aqui porque alguém nos apoiou. Nós necessitamos que cada americano atue na vida pública e não apenas em época de eleição, para que nossa vida pública reflita a bondade e a decência que vejo todo dia no povo americano.”

Troque “povo americano” por “povo brasileiro” – a mensagem continua valendo.

Porque há muitos brasileiros que atuam o tempo todo para melhorar a qualidade do debate público. Cito exemplos:

O Observatório Social de Maringá(OSM), que recebeu em dezembro o XII Prêmio Innovare na categoria Justiça e Cidadania, criada no ano passado para que pessoas, empresas e organizações não ligadas ao Judiciário brasileiro participassem do prêmio. A cerimônia foi realizada no Supremo Tribunal Federal, com a presença de ministros, presidentes de associações parceiras.

De <http://observatoriosocialmaringa.org.br/>

O vereador Geraldo Barbosa, da Câmara Municipal de Guarapuava, e outros que lutam para restabelecer a missão histórica das câmaras municipais. Ele sabe que vereador não é profissão, é prestação de serviço voluntário por homens de bem da cidade. É assim nos city councils das cidades norte-americanas, nas câmaras da França e outros paises europeus. Paga-se jeton por sessão a que o vereador comparece para cobrir custos. Só. Por sua atitude corajosa, o vereador Barbosa e outros pelo Brasil foram hostilizados por maus colegas.

http://redesuldenoticias.com.br/noticias/28_09_2015

_%E2%80%9Cquerem_me_igualar_a_eles%E2%80%9D__afirma_geraldo_barbosa.htm

 

O GAECO – Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime do Paraná, responsável pela operação Publicano que resultou na prisão de uma centena de auditores da Secretaria da Fazenda, empresários, advogados. O sucesso da operação mostrou a verdadeira dimensão da corrupção no Brasil – ela é municipal, estadual e federal. Para ela não basta polícia. Será vencida no dia em que cada comerciante, grande ou pequeno, possa comerciar em uma atmosfera livre de competição desleal e de dominação por monopólios daqui ou do exterior. Conselho de Roosevelt.

De <https://www.google.com.br/#q=gaeco+parana>

 

***

 

Em resumo, o Brasil não é essa porcaria que aparece na TV. É um pais imenso, muito rico, invejado, com grandes projetos em execução.

É preciso união em torno de uma agenda positiva. O clima pessimista que alguns tentam criar serve interesses mesquinhos, oligarcas venais e exibicionistas psicóticos.

A maioria dos brasileiros quer um ambiente saudável para trabalhar, educar os filhos e ser feliz.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Um negro entre sete brancos. A arte de tocar o nervo vivo do racismo

.

 

gghghghg

Sexto filme de Samuel Jackson com Tarantino.

.

Os 8 Odiados (The Hateful Eight) é um filme que exige muito do espectador. Ninguém sai do cinema sem um comentário. Depois de três horas e oito minutos de filme você tem o dever de amá-lo. Ou de odiá-lo. Ou de confessar que está morto.

 

Houve quem reclamasse o excesso de violência – mas não se deve esperar delicadezas de Quentin Tarantino. Não é diferente do que aconteceu na guerra civil e do que ainda acontece nas ruas dos EUA (e do Brasil), onde multiplicam-se os incidentes em que a polícia acaba matando adolescentes negros desarmados. Houve quem insistisse em que dava para deixar o filme mais curto – tudo bem, cara, onde você cortaria? Difícil responder. Uma professora localizou o problema naquela cabana fechada no meio da neve onde quase tudo acontece – isso é teatro filmado. Estava certa. Esqueceu apenas  dos diálogos, o melhor nesse oitavo filme de Tarantino, ao lado da fantástica trilha sonora – a primeira que Ennio Morricone concorda em escrever em 40 anos.

 

O filme, de acordo com o diretor, é inspirado pelos seriados da TV Bonanza (1959), O Homem de Virginia (1962) e Chaparral (1967): “Duas vezes por temporada, os seriados tinham um episódio no qual um bando de foras da lei faz refém o personagem principal. Cada um tem uma história para contar sobre o próprio passado, que pode ser verdadeira ou não. Feche esses caras numa cabana no meio do nada, com uma nevasca lá fora, dê armas a eles e veja o que acontece!”

 

Samuel Jackson é o Major Marquis Warren, o personagem que vai dar o tom da história. Anos após a guerra civil não deixou de usar o uniforme azul do Exército da União, mas agora é um caçador de recompensas. Na primeira cena, no meio da nevasca, o Major aparece sentado sobre três corpos. São criminosos que caçou e o pagamento será feito mediante a apresentação do cadáver. Pede uma carona à diligência que leva John “Hangman” Ruth (Kurt Russel) e sua prisioneira Daysi Domergue (Jennifer Jason Leigh). Os dois conversam sobre a profissão e John explica porque não mata a prisioneira. “Depois de me pagarem, vão enforcá-la. O nome disso é Justiça.”

 

A tempestade fica mais forte e a deligência para na cabana de Dana Gourrier (Minnie Mink) e seu companheiro Sweet Dave (Gene Jones), onde a ação se desenvolve. Não se arrasta – é firme e compassada, como o tema de Morricone, o rítmo pesado marcado por tímpanos. Afinal, para que pressa? É preciso esperar até que toda aquela neve termine de cair. A história se divide em capítulos, narrados em off pelo próprio Tarantino.

 

Inimigo de câmeras digitais, o diretor conseguiu que o filme fosse feito em celuloide pelo processo Ultra Panavision, em tela super larga, numa relação de 2.76:1. O IMDB informa que não era usado desde Khartoum (1966). Os irmãos Weinstein investiram entre 8 e 10 milhões de dólares na readaptação com lentes anamórficas de 50 cinemas em todo o mundo e no treinamento de 200 projetistas, em pré-lançamento que atraiu vasta cobertura publicitária.

 

A campanha promocional teve outro momento importante no dia 19 de dezembro, uma semana antes do lançamento. Uma cópia do filme foi vazada online. Em 24 horas havia atraido 569.153 acessos únicos. Na caça ao Oscar, saiu na frente de todos os concorrentes.

 

A bilheteria já ultrapassou 30 milhões de dólares, para um orçamento estimado em 44 milhões. E só agora o filme começa a ser exibido na Europa, Ásia e América do Sul. Os prêmios vão ajudar a receita.  O filme foi indicado três vezes para o Globo de Ouro, cujo resultado costuma antecipar o que vai acontecer no Oscar. Melhor roteiro cinematográfico para Quentin Tarantino, melhor trilha original para Ennio Morricone e melhor atriz coadjuvante para Jennifer Jason Leigh.

 

 

 ζζζ

 

 

 

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

O bem que o Netflix nos faz

ℜ.

 

gghghghg

 

.

 

É pior que ser adicto em novela. O Netflix está para a novela como o crack está para maconha batizada dos anos 1960. Mil por cento mais forte, a dependência é imediata – não há intervalo comercial, ninguém sonha em desligar. Quando termina você clica para ver mais.

Uma adolescente, filha de amigos, passou várias noites acordada, varada de sono, mas com o olho vidrado no Dr. House. Quando a família se deu conta, não havia mais jeito – a menina já sabia diagnosticar dezenas de doenças raras, reclamava que as ressonâncias magnéticas não eram feitas na hora, como nos hospitais americanos, e dedicava soberano desprezo a quem não conseguia reconhecer uma simples neurocistocercose. Uma noite apareceu em casa com um exemplar de glossina palpalis. Que bicho é esse? É o vetor da doença do sono. A família derrotada deixou que dormisse com o vetor no quarto. Dentro de um copinho, implorou a mãe.

Por que uma série do Netflix vicia mais que novela? É graças ao “perigo do meio”. Conheço o truque desde o tempo do Cine Broadway, que domingo às 2 da tarde exibia dois filmes e dois seriados. Umas cinco horas de cinema sem interrupção, a não ser para emendar o rolo do filme. Quase nada comparado às maratonas de hoje.

O seriado era sempre igual: mocinho, bandidão, amigo do mocinho gordo e engraçado, namorada do mocinho, magra e tímida, nunca vi os dois se beijando na boca. Sabia que tinham um caso porque ela fazia torta de maçã para ele. Roteiro simples: mocinho chega no armazem, bandidão provoca, brigam, bandidão apanha e vai armar cilada no caminho de volta, só não tem êxito porque o cavalo branco do mocinho (tinha esquecido o cavalo) pressente o perigo e relincha. Tiroteio, correria, o cavalo tropeça na armadilha armada pelo capanga do bandidão e o mocinho é arremessado longe. Fica pendurado num galho de árvore, à beira de um precipício, a cachoeira lá embaixo indica que é perigo mortal. O bandidão se aproxima para quebrar o galho da árvore e ver o mocinho despencar. Close na cara barbuda e má. Corte. O que vai acontecer? Conseguirá escapar? Haverá justiça para o bandidão? Proximo episódio.

 

A série favorita (12 milhões de espectadores por episódio) da TV aberta de 2014, The Good Wife, produzida por Ridley Scott, é exemplar em matéria de perigo do meio. Suspense para todo lado. Para começar, a Good Wife, Julianna Marguilies (49 anos) ganhou vários prêmios de melhor atriz, inclusive o cobiçado Globo de Ouro. Atraente, honesta e corajosa, ele inspira milhões de mulheres traidas pelo marido, que vão a luta e conquistam sucesso e respeito. Seu braço direito, a detetive bissexual Kalinda enfrenta um inimigo também detetive dentro do escritório de Lockhart & Gardner. A advogada Alicia Florick é mulher enganada do promotor Peter Florick, tem um namoro por enquanto inocente com chefe, o advogado Will, e é olhada com interesse pelo lobista Eli Gold. A sócia esquerdista de Will, Diane, já sofreu uma tentativa de golpe interno quando o novo sócio tenta convencer Will a dispensar a parceira. E agora, os perigos do meio: a) o escritório vai falir porque as dívidas são grandes? b) a sociedade vai rachar? c) Alicia vai ficar com o marido, com o colega ou com Gold? d) Vai rolar alguma coisa entre ela e Kalinda? Próximos episódios.

Gosto de Dawnton Abbey da ITV britânica, porque não tem mocinha ingênua, nem mocinho indômito – a estrela é a luta de classes. Ela aparece a cada momento em que um serviçal do andar de baixo espiona um morador do andar de cima, como quando o volante chantageia sem sucesso o aristocrata com quem teve um caso homossexual. A aparição de um advogado de Manchester como herdeiro do castelo e do dinheiro obriga a família a imaginar um casamento de conveniência, para indignação da avó Maggie Smith. A classe média, andar do meio é composta de gente que não sabe caçar e trabalha a semana inteira, para descansar no weekend. Ridículo trabalhar, mas talvez isso seja necessário depois da 1a. Guerra Mundial (1914-1918). E dai? Sai casamento? A herdade será salva? O empregado cúpido vai ter sucesso em tornar-se mordomo? Teremos um amanhã sem mordomos? Próximos episódios.

 

ζζζ

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Seguro residencial – o comercial do ano

.

 

ghjhjhjh

.

Anunciar seguro residencial não é fácil. Ganhar o prêmio de melhor comercial do ano é missão impossível.

Comercial de seguros pertence à categoria de investimento publicitário chato-mas-importante.

Mas incrivelmente levou a taça.

O comercial do ano, da inglesa John Lewis, não destaca o preço: você não está fazendo seguro de sua casa, mas de seu lar.

E dramatiza o risco sempre presente de desastre e não a raridade dele. A música é de Elton John.

The Guardian achou o comercial absolutamente perfeito.

Assista em

<http://www.theguardian.com/media-network/2015/dec/04/best-ads-advertising-2015-favourite?CMP=ema-1698&CMP=>

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Ceslawa e Waldemar

 

-Qual é a bronca?

Mais que uma pergunta, um aviso. Passava das seis horas da tarde e o delegado do 6º Distrito Policial de Curitiba estava irritado. Era homem de rotinas rígidas e aquela confusão depois da hora do expediente poderia ser fatal para qualquer um dos presentes – o escrivão, um agente, uma testemunha, o casal ali parado, em pé.

-Então, qual é a bronca?

-Ela me pegou de enxada, doutor – disse Waldemar W (sobrenome omitido, não precisa constranger a família, gente pacífica da Barreirinha).

Uma larga mancha de sangue no antebraço indicava o local da enxadada.

-Mulher muito braba, doutor. Por qualquer coisa avança.

-Estou vendo, o braço está feio. E por que a agressão?

-Diz que eu bebo.

-E você bebe?

-E se eu bebesse enxadada ia curar?

Estava na cara que Caslawa – esse o nome da mulher de Waldemar – era uma justiceira. O marido cheirava pinga.

-Foi isso, dona Ceslawa?

-Chegou bêbado e se fez de brabo.

-E você bateu nele?

A mulher fez que sim com a cabeça.

-E se ele beber de novo?

Com outro gesto de cabeça apontou para o marido. Como dizendo que, na opinião dela, ele não parecia capaz de uma reincidência.

A uma ordem, o escrivão começou a datilografar na Remington em velocidade fulminante. Muito rápido foi anotando o que o delegado ditava. A cabeça saltava para o lado quando puxava o carro de volta. Se errava escrevia digo. Entre vírgulas. Era um bom escrivão, em 15 minutos os depoimentos estavam lá.

-Assinem.

Todo mundo assinou, começando pelos dois brigões. Pegaram na caneta com cuidado e foram desenhando as letras devagar. A de Ceslawa bem mais bonita.

O doutor encerrou a conversa:

-Semana que vem o relatório vai pro juiz. Artigo 129, lesões corporais de natureza leve. Na minha opinião, o juiz pode achar que foi tentativa de homicídio. -Pausa, olhou bem para ela e concluiu macio: -E ai a senhora pode passar uns meses na cadeia.

Suspirou:

-Esperem a notificação.

Levantou-se e saiu. Os outros foram embora, menos o escrivão, que ia passar a noite no plantão.

Não deu duas horas e Waldemar voltou.

-O delegado está?

-Foi pra casa – respondeu o escrivão. – Outra bronca?

-Não. Eu pensei. Mulher boa a minha. Ficou braba e tava certa. Vim pedir para ela não ir para o juiz. A gente conversou, está tudo certo.

-Ela não vai mais brigar quando você chegar bêbado?

Valdemar deu uma risadinha.

-Ela nunca mais vai mais me pegar de enxada.

-Como você garante isso?

-O vizinho vai guardar ela no depósito.

.

(Saiu na Ultima Hora de 24/9/1962, coluna Coisas e Gente, autor Adherbal Fortes Jr.)

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Os portugueses rindo de nós

A íntegra da matéria de Kathleen Gomes está no Político, de Portugal:

Se o Brasil tem motivos para rir há 515 anos, o momento actual é especialmente absurdo. O político mais poderoso encontra-se sob investigação por suspeitas de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro, foi alvo de buscas policiais, mas permanece intocável num dos cargos mais consequentes para os destinos do país, ao ponto de ter accionado um processo de destituição (impeachment) contra a Presidente Dilma Rousseff. Há meses que o Brasil é refém das motivações pessoais e abuso de poder de Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, assistindo ao relato dos seus subterfúgios legislativos para ganhar aliados, para pressionar e punir adversários, para liquidar qualquer inquérito parlamentar sobre a sua conduta. Não há subtileza no calculismo sujo e brutal de Cunha, mas ainda assim ele assume com tranquilidade o protagonismo do noticiário – sorrindo, sorrindo sempre.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Remou o Pacífico todo em 209 dias

.

hjjuukk

Chegando.

 

.

O nome é John Beeden, tem 53 anos e é maluco.

Concluiu, hoje, domingo, a travessia sem escalas, do oceano Pacífico, entre São Francisco, nos Estados Unidos, e Cairns, na Austrália.

Durante 209 dias remou 14 horas por dia. Seu barco a remo Happy Socks, com seis metros de comprimento, tem GPS, telefone de satélite, dessalinizador de água e tudo que um grande veleiro transoceânico possui.

O site dele, www.solopacificrow.com informa que o heroi percorreu 11.300 km, queimou 810 mil calorias e deu 2980800 remadas.

Por que encarar uma aventura perigosa como esta? No passado alguns responderam: “Porque o Pacífico estava lá”.

Beeden é diferente: “Porque eu estou aqui”.

.

hhkhkh

Seis metros da proa à popa.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

E o Jairo?

.

 

hjhjhjh

Não dá para esquecer o goleirão de tantos campeonatos.

.

Grande idéia essa de homenagear Dirceu Kruger com uma estátua no Couto Pereira. Ele merece.

Mas, tanto quanto o Flexa Loira, o Coxa deve uma estátua a Jairo – o goleiro que defendeu o clube 440 vezes.

E Fedato, o craque que conquistou sete campeonatos e não dava carrinho. Jamais saiu de campo com o calção sujo de grama.

E Alex.

E o presidente Evangelino Neves, claro.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Esperança real

A rainha da Inglaterra proclamou sua certeza de vitória na mensagem de Natal que acaba de ser divulgada.

“A luz há de vencer as sombras”, vaticina Elizabeth II.

Serve para o Brasil.

.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Os 100 melhores do mundo

.

 

ghjhjh

O número 3.

 

.

Foi-se o tempo em que o número 1 era nosso.

Com Zico entre os jurados, o Brasil emplacou dez jogadores entre os 100 melhores futebolistas de 2015, segundo o jornal The Guardian.

O melhor situado é Neimar, em terceiro lugar, atrás de Messi, número 1 de novo, e de Cristiano Ronaldo.

Os outros são Douglas Costa (31º), Thiago Silva (41º), Philippe Coutinho (46º), Willian (52º), Danlel Alves (58º), Hulk (59º), Thiago Alcântara (81º), Marcelo (88º) e Alex Teixeira (89º).

Clique aqui para ver a lista completa.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário