Um Caminito para o Marketing

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Dance para não morrer..

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Na briga pelo público, a BRMalls, que opera o Shopping Crystal, enfrenta o grupo Soifer, dono do Shopping Patio Batel. Tem novas armas.

O objetivo é resgatar o consumidor que migrou para o concorrente, instalado a poucas quadras.

Mais correto é falar em concorrentes. No plural. Ali perto também estão o Novo Batel e o Curitiba. Formam o retângulo do comércio sem chuva mas sem sol, sem bandidinho mas sem a alegria da rua. Como os quatro shoppings estão a mil metros um do outro – uma loucura dos prefeitos que liberaram tanto alvará de funcionamento – a luta pelo público é de vida ou morte.

O Patio tem lojas de luxo; o Crystal tem academia de ginástica.

Os dois praticamente empatam em cinemas, cabeleireiros e livrarias.

Agora, o Crystal inventou shows no corredor. Sábado foi dia de tango.

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Dá câncer. Mas estava na prateleira do supermercado.

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Veneno branco.

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Estou me sentindo um sobrevivente.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) afirmou na sexta-feira que quase 300 mil litros de leite com formol das marcas Líder e Parmalat foram distribuídos nas cidades de Guaratinguetá (SP) e Lobato (PR) pela LBR, empresa que comercializa produtos das marcas. O formol é uma substância cancerígena.

A responsabilidade é do fabricante. Mas é só do fabricante?

As notícias sobre leite gaúcho com formol estavam nos jornais desde 2011. Alguns supermercados continuaram com as marcas denunciadas nas prateleiras, provavelmente porque dão mais lucro.

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A Jamaica é aqui – Boca Maldita Número Zero

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Adiante, violino faz o clima da filial do Dancing Days
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Estava demorando

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Depois falta dinheiro para terminar o estádio.

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A Folha de S. Paulo publicou:

Atlético-PR gasta verba de estádio para contratar atleta

O jornal diz que o dinheiro da CAP deve ser usado exclusivamente para as obras do estádio.

A conta da CAP S/A, de onde saiu esse valor, recebeu R$ 226,4 milhões de dinheiro público. São financiamentos do BNDES, que liberou R$ 131,1 milhões, e do governo do Paraná, cujo empréstimo foi de R$ 95,3 milhões.

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Mukeka

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No Mukeka o café é de coador.

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Ivan Lopes era chefe de cozinha do Terra Madre. Agora dirige o Mukeka, no Juvevê. Rua Machado de Assis, 417, antiga casa dos Ronconi.

A muqueca é boa. O café servido depois é de coador.

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Eis a muqueca.

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Entrevista com o Vampiro

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Dalton


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Achei uma entrevista do Dalton Trevisan no Estado do Paraná de junho de 1975.

-Por que você escreve?

-Não escrevo para mudar a vida, melhorar o mundo ou salvar minha alma. Parafraseando Van Gogh, um papel coberto de palavras vale mais do que um papel em branco – é toda minha desculpa de escrever.

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Redford, inteiraço

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O que é que ele come?

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Nesta Quaresma ajude um idoso.

Leve-o para assistir All Is Lost, que em português virou Até o Fim. Não é o melhor filme de Robert Redford, que estrelou Butch Cassidy em 1969, tornou-se inesquecível como Johnny Hooker em Um Golpe de Mestre (The Sting), e faz aquela sensacional parceria com Dustin Hoffmann em Todos os Homens do Presidente, de 1976. Ou Entre Dois Amores, com Marryl Streep, em 1985.

Mas é importante carregar o idoso para ver All Is Lost. Para mostrar que hoje um ator de 78 anos consegue o que nossos avós não conseguiram na época em que as pessoas ficavam velhas aos 60 anos – a cabeça está OK, demonstra vigor físico e (incrível) não perdeu os cabelos ruivos. Mais ainda: neste momento, Redford produz duas séries para a CNN e prepara-se para fazer o papel de Bill Bryson em A Walk in The Woods, em pré-produção.

Sobre Até o Fim, é preciso informar, primeiro, que o roteiro tem apenas 32 páginas, quando o normal são roteiros com mais de cem páginas. Robert Redford interpreta um personagem sem nome e sem diálogos ou falas em off, que pilota um veleiro de 39 pés no meio do Oceano Indico quando é atingido por um contêiner à deriva. Os caracteres chineses pintados no contêiner não são o nome do navio – significam Boa Sorte.

Com o equipamento de navegação quebrado, Redford segue navegando, depois de reparar precariamente o casco.

Usa apenas um sextante e mapas náuticos para se localizar, é levado pelas correstes marítimas para a rota dos grandes cargueiros no rumo de Madagascar. Infelizmente é ignorado por eles, que passam muito perto dele. Talvez uma metáfora para a crueldade da globalização.

Assim segue a história. Há tempestades, falta água, o barco afunda, nosso homem vai parar no bote salva-vidas e começa a ver a cara da morte.

Um filme de custo médio estimado em nove milhões de dólares; até 23 de fevereiro a bilheteria faturou US$6,2 milhões, só nos Estados Unidos.

Se algum dia puder, vou solicitar os serviços de Leo Corey Castellano, o responsável pela maquiagem de Redford e também dos atores de Daniel Day-Lewis em Lincoln, Richard Gere e Susan Sarandonm em A Negociação e Johnny Deep em Piratas do Caribe. O homem é um gênio para arrumar a cara e o cabelo da gente.

É inevitável comparar Até o Fim com Gravidade, outro script de um ator quase só (é pequena a participação de George Clooney). Os dois tentam passar a mensagem de que o homem está se metendo em encrencas com o planeta e o universo.

A calma com que Sandra Bullock e Robert Redford administram suas crises pode significar que aprendemos a lidar com os perigos que vêm por ai.

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As moças a leste do Paço

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in mysubarashiilolidays.blogspo.


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A moça a oeste do Paço

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As montadoras estão devendo a limpeza desse lixo

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Pilha de lanterna eles recolhem. Carro fica ai juntando mosquito..


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O mundo está ficando melhor graças à logística reversa, “conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento.”

Só que não é todo o mundo – aqui no nosso pedaço reina a poluição. Há carros demais nas ruas e metade deles anda com o motor desregulado.

Quando o proprietário não quer mais aquela coisa, abandona a draga num terreno baldio.

Parece que não ouviu falar da lei 12.305, de 2 de agosto de 2010 instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos e foi regulamentada pelo decreto 7.404, de 23 de dezembro de 2010.

Mas depende de um acordo setorial com os produtores. E parece que a indústria automobilística não quer saber de acordo. E o governador precisa arranjar um tempinho para peitar a Renault, a Volks, a Volvo. As indústrias estão devendo isso – ganharam benefícios fiscais do Estado do Paraná, venderam mais com ajuda da Dilma, que zerou o IPI, instalaram-se em terrenos doados pelas prefeituras.

O resultado são lixões como o da reportagem da Tribuna.

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