Não acredite em nada a menos que tenha sido oficialmente desmentido

 

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Ninguém mais é pão-duro, sovina ou mão de vaca. Ser frugal entrou na moda

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Os restaurantes chineses começam a oferecer embalagem para a comida que sobrou na mesa. (Foto The Guardian)

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本报记者暗访某餐馆:4人点了8份菜 没有一盘全吃光

 

O desperdício é vergonhoso, a frugalidade é honrada, disse o líder Xi Jinping.

A pandemia diminuiu as colheitas e o presidente da China lançou uma campanha nacional contra o desperdício de alimentos. Os jornais imediatamente apoiaram, como comprova a manchete acima.

Os chineses vão adotar um sistema denominado “Pedido N – 1”. Significa que um grupo deve pedir um prato a menos do que o número de pessoas à mesa.

Tudo meio parecido com o que acontece no Brasil onde a gente pergunta: “Dá pra dividir?”

Só que aqui, reflete um curitibano frugalista(*), a divisão é parte essencial da nossa cultura.

-No país da rachadinha é natural o bife rachadinho.

 

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Minha avó Sinhara sempre apoiou o consumo austero.

-A gente não deve desperdiçar comida – ensinava aos netos no almoço de domingo.

E como não há obediência sem um pouco de coerção, completava:

-Quem não limpar o prato fica sem sobremesa!

 

*

 

(*) Frugalista está na nova edição do dicionário Oxford. Neologism: frugal + ista: “a person who lives a frugal lifestyle but stays fashionable and healthy by swapping clothes, buying secondhand, growing own produce, etc.

Em tradução rápida, “uma pessoa com estilo de vida frugal mas que se mantém elegante e saudável trocando roupas, comprando de segunda mão, cultivando seus próprios alimentos etc.”

 

 

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Um poeta marqueteiro

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Jaime Valente é poeta e consultor de marketing.

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É preciso saudar o poeta Jaime Valente pela publicação de seu livro “Poesia Empírica”(*). Gostei. Trata-se de valorosa aventura literária nesses tempos de aflição. O autor está inseguro (“Até onde vou/ se já fui/ quem sou?”), mas não se envergonha de ser romântico.

 

Um beijo

Parece pouco,

Mas traduz a língua 

Do silêncio

Do outro

Em mim

 

Modesto, se apresenta:

 

Sou poeta feliz

Ou apenas um delirante

Aprendiz.

 

Explica melhor:

 

Eu brinco com as letras,

E elas decidem o destino

Do que penso.

O poeta e o poema

São, de fato,

Efêmera transgressão

Do tempo.

 

Formado em engenharia, o Valente desviou-se para a consultoria de marketing  e agora, aos 57 anos, confessa que produz poemas desde a adolescência e dessa maneira dá sentido ao que fazemos por aqui. Com esperança, avisa:

 

estou em quarentena

pronto para estrelar

a próxima cena

*

 

(*) “Poesia Empírica”, 108 páginas, editado pelo Clube dos Autores, 2020

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A COMPULSÃO DA TELINHA, O BARATO DOS LIKES

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Alter analisa uma nova categoria de vício: o vício comportamental e oferece ferramentas para as vítimas – que somos todos nós – fugirem do perigo.

 

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O Eduardo Moreira deu a dica em seu canal do YouTube: leia “Irresistible”, de Adam Alter. O subtítulo explica o livro: The Rise of Addictive Technology and the Business of Keeping us Hooked. Traduzido do meu jeito dá: “O Advento da Tecnologia Viciante e do Negócio de nos Manter Ligados”.

O pai que neste momento tenta em vão tirar o garoto da telinha ou do joguinho precisa ler com muita atenção. Vai descobrir um jeito para levar o menino a bater uma bola lá fora.

Pela resenha da NPR, a rede pública de rádio dos EUA, vemos que comportamentos podem se transformar em vícios. Vicio mesmo. Como o alcool. Como o jogo. Como a cocaína.

Os especialistas estão apenas iniciando pesquisas na área. O professor Alter ensina psicologia na Universidade de Nova York e está na liderança da pesquisa sobre o que faz dos joguinhos uma coisa tão compulsiva. Ele avalia também o alto preço que todos teremos de pagar se continuarmos nesse caminho.

O trabalho de Alter nos leva ao interior do cérebro no exato momento em que marcamos um ponto no joguinho do celular, ou vemos que alguém deu um like na foto que postamos no Instagram. Uma boa quantidade de dopamina e liberada e vai para um ponto do cérebro identificado como centro do prazer.

Você fica feliz por um tempo – e logo quer sentir mais prazer. Está viciado.

Sair do vício, de qualquer vício, requer apoio da família, assistência psicológica. O professor ensina o caminho. Coloca as opções para superar o problema antes que o vício nos consuma. Trata-se, afinal, de ignorar o ding do novo e-mail, o próximo episódio da série viciante da TV ou o desejo de jogar só mais uma partida.

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Recado do Prefeito

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A prefeitura de Los Angeles mandou aviso aos promotores de orgias em mansões, que estão elevando a contaminação por Covid-19.

Vamos cortar a água.

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“Máquina do Ódio” e embeds

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Patricia Campos Mello contribui para entender a eleição de 2018. E projeta o que pode acontecer agora, no pleito municipal, com a influência das redes sociais.

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Informação importante de Patrícia Campos Mello em “A Máquina do Ódio”, livro sobre fake news e violência digital que acaba de lançar pela Companhia das Letras:

“Durante a campanha (de Trump) Twitter, Google e Facebook ofereceram embeds para trabalhar na estratégia digital. Embeds vem da palavra inglesa embedded, embutidos, e eram funcionários das plataformas imiscuídos na campanha e ajudando a customizar anúncios para públicos específicos, enviar determinada publicidade conforma o local onde os candidatos estivessem fazendo seus comícios, avaliar a eficácia de certas propagandas e determinar quais fotos tinham mais apelo eleitoral no Instagram.”

A mão de obra era grátis, conta Patrícia. Trump aceitou, Hillary Clinton preferiu contratar uma equipe para isso. Não quis a ajuda dos embeds. A pergunta a ser feita agora é óbvia: havia embeds na campanha de Bolsonaro? Foram oferecidos a Haddad? Serão novamente oferecidos agora, nas grandes campanhas municipais de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife?

Uma última questão: O eleitor saberá quem está utilizando embeds?

 

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A tragédia, segundo The Economist

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Uma das fotos dramáticas da tragédia. (Economist)

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O Libano estava uma bagunça mesmo antes da explosão, graças a um governo briguento e inepto, analisa The Economist.

A causa mais evidente foi a negligência de quem manteve a carga de 2.750 toneladas de fertilizante armazenada sem segurança durante dois anos.

A revista registra que o governo prometeu apontar os responsáveis pela explosão em cinco dias e comenta: “Tempo suficiente para encontrar um bode expiatório mas não para concluir uma investigação.”

 

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A eleição que vem ai e a Máquina do Ódio

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Os disparos em massa no WhatsApp e a campanha de desinformação ajudaram a ganhar uma eleição. Ajudarão na próxima?

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A técnica de ganhar eleição no interior do Paraná era atacar. Se ele candidato deles tiver rabo preso, revele. Se não tiver, invente. Tem que olhar bem o jeitão do homem, ensinava um “coronel” do sudoeste nos anos 1950. Dependendo do que observar, mande os companheiros espalharem que ele é a) viado; b) corno; c) ladrão.

Mas é preciso tomar cuidado para não espalhar duas coisas ao mesmo tempo. “Aí o povo não acredita e a gente perde a eleição.”

Na história eleitoral do Brasil o voto negativo elegeu mais gente do que as boas propostas. Mas também houve Lula, uma prova de que o “coronel” estava certo. Chamado de a) analfabeto; e b) comunista, ele se elegeu duas vezes. O povo não acreditou.

Na verdade, segundo Patrícia Campos Mello, não é o tipo de acusação, mas a intensidade, a repetição e o direcionamento dela pelo microtargeting que convencem o público. É preciso falar a coisa certa para o eleitor certo. Grupos religiosos não votam em candidato que acreditam ser a favor do aborto. Proprietários odeiam novos impostos sobre herança. É só escolher. E inventar.

As estratégias para descobrir como, quando e com quem ganhar eleições no mundo digital são dissecadas por Patrícia Campos Mello em seu novo livro “A Máquina do Ódio”, que tem o subtítulo “Notas de uma Repórter sobre Fake News e Violência Digital”.

A autora foi uma das vítimas da máquina do ódio que elegeu Bolsonaro e pode reelegê-lo. Qual o segredo? A máquina é digital enquanto a maioria de nós continua analógica. É difícil acreditar que mídias sociais possam disseminar por toda parte, instantaneamente, milhões de desinformações. São memes, textos, áudios e vídeos veiculando um ponto de vista, uma declaração fora de contexto ou uma fake news descarada.

Jason Stanley, autor de “Como Funciona o Fascismo”, diz que graças a Patrícia Campos Mello é possível entender como a internet contribuiu para propagar movimentos contrários à democracia.

O livro de 294 páginas, da Companhia das Letras, mostra como foi possível, em 2018,  localizar públicos, criar inimigos, calibrar as mensagens, espalhar mentiras descaradas, medir o convencimento do eleitor. As técnicas foram vitoriosas nos Estados Unidos, Brasil, Reino Único (Brexit), Alemanha e Polônia. Podem vencer novamente nestas eleições municipais e em 2022.

A diferença é que agora os defensores da democracia conhecem como funciona o disparo em massa de fake news. Sabem que empresas como a Cambridge Analytica segmentam o eleitorado com auxílio do Facebook. E principalmente de onde veio o dinheiro e como empresários bancaram esse caixa 2 terceirizado.

No final, uma conclusão inescapável: para derrotar as mentiras, apoiar a mídia profissional é um dever cívico.

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A Boca Maldita machista? Errado: Curitiba toda, do Bacacheri ao Portão, era machista

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Trecho de “Curitiba, a Fria”, de Fernando Pessoa Ferreira em Livro de Cabeceira do Homem, Ed. Civilização Brasileira

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Não era uma cidade qualquer. Era Curitiba, a capital mais europeia do Brasil. Na segunda metade do século passado ela começava no Bacacheri, terminava no Portão. Para além as chacrinhas e colônias de polacos.

O Paraná deixou de ser a 5ª. Comarca de São Paulo em 1853, mas faltou cortar direito o cordão umbilical. O poder econômico paulista ficou nas agências bancárias e filiais de grandes empresas naquilo que o historiador Samuel Guimarães da Costa chamou de imperialismo paulista.  Laços de família reproduziam o patriarcalismo da matriz.

ECOS DO SIMBOLISMO

Aqui, ainda ecoavam em ruas de pedra os passos dos poetas simbolistas, Emiliano Perneta o príncipe deles. O Vampiro caminhava pela madrugada ao lado dos jornalistas Mauri Furtado e Roberto Muggiati, e do trombonista Raul de Souza anotando as façanhas do abominável Nelsinho. Beppi e seus Solistas enchiam de boleros e sambas a noite da Caverna Curitibana – vinham homens de todos os bairros e de cidades do interior dançar no melhor taxi-girl do Brasil.

Todo ano alguém sugeria sem sucesso que o Colégio Santa Maria, tido por muitos como o melhor da cidade, aceitasse alunos do sexo feminino. Por que só meninos? Porque era assim na França, em 1817, quando o padre Marcelino Champagnat fundou o Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas (Fratres Maristae a Scholis – F.M.S).

Nos bailes do Clube Curitibano ou do Círculo Militar as moças sentavam-se às mesas com a família, uma tacinha de meia-de-seda (leite condensado, vodca e licor de cacau) durava até o fim do baile. Só umas poucas metidas a modernas iam para o bar beber uísque on the rocks com os rapazes. No dia seguinte estavam mal faladas.

As faculdades mais procuradas da Universidade Federal do Paraná, Direito, Medicina e Engenharia, formavam poucas mulheres. Havia duas engenheiras na turma de Engenharia de 1952. Na Faculdade de Direito as mulheres representavam talvez dez por cento. A porcentagem se invertia desproporcionalmente na Filosofia, onde se preparavam professoras. Dez a um para as mulheres.

Em consequência, os plenários da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Justiça exalavam testosterona. Nos gabinetes do Poder Executivo havia algumas mulheres, mas assessoras e secretárias. A maioria ficava em casa, criando os filhos e aplicando os conhecimentos adquiridos na famosa Educação Familiar do Paraná, apelidada “Caça Marido” ou apenas “Caça”. Era um colégio de freiras que funcionou na rua Bento Viana, de 1953 a 1986, assim chamado, segundo o jornalista José Carlos Fernandes, por ensinar a servir à francesa e a bordar ponto-cruz.

MACHISMO ESTRUTURAL

Uma cidade perdidamente machista. Estruturalmente. De fora era mais fácil descobrir isso, como fez o jornalista e poeta pernambucano Fernando Pessoa Ferreira, durante algum tempo morador de Curitiba e diretor do Teatro Guaira. Ele escreveu para o “Livro de Cabeceira do Homem”, da Civilização Brasileira, um artigo intitulado “Curitiba, a Fria”.

“Ao transitar pelas ruas de maior movimento depois das 10 horas da noite vê-se apenas homens, todos de terno escuro e engravatados, enxameando ao longo das calçadas e nas portas dos cafés, que são os redutos da maledicência política, esportiva e erótica da população local. Da população masculina, pois mulher curitibana que se preza não toma cafezinho na rua, mesmo acompanhada por escolta do outro sexo.”

Nada mais natural, portanto, que o legendário Anfrísio Siqueira, fundador e presidente vitalício da Confraria da Boca Maldita, definisse a instituição como exclusivamente masculina. Nem pensou em levar mulheres ao jantar realizado há mais de 50 anos para entrega das comendas de Cavalheiro da Boca Maldita. Anfrísio, de tradicional família lapeana, respeitava os mitos conservadores.

NOVA GEOGRAFIA

A Boca Maldita mudou a geografia do centro, dominado durante décadas pelo Café Alvorada, na Travessa Oliveira Belo, onde tomavam cafezinho o professor Bento Munhoz da Rocha, o major Fernando Flores ou o deputado Lauro Portugal Tavares. Quando o café lotou demais e a travessa ficou apertada, houve um êxodo para o lado norte da avenida Luiz Xavier. Um grupo ficava na esquina da Ébano Pereira, em frente ao antigo Banco Bamerindus. O próprio presidente e fundador Avelino Vieira dava um plantãozinho com seu cigarro de palha.

Outro grupo, liderado pelo Anfrísio, reunia-se em frente da Galeria Tijucas. Eram advogados e juízes na saída do forum, mais o cartorário José Nociti, o projetista Orlando Carlini, o grande goleiro atleticano Ivan Pereira, professores, médicos e jornalistas. Havia também comerciantes, corretores imobiliários e espiões do Palácio – gente escorregadia que passava de roda em roda para colher boatos e levar maledicências aos ouvidos gulosos do governador e secretários.

INFORMAÇÕES & NEGÓCIOS

Um especialista em marketing descobriria rápido que a Boca não era um simples ponto de encontro, mas uma agência de informações e um poderoso lobby de negócios. Às vezes o doutor Francisco Cunha Pereira decidia ali o tema do editorial da Gazeta do Povo ou a nota que não podia deixar de sair na coluna social do Dino Almeida. Paulo Pimentel, dono da TV Iguaçu e do Estado do Paraná, mantinha-se atualizado através do Mussa José Assis, diretor de redação. E Abdo Aref Kudri, diretor do Diario Popular e presidente da associação dos jornais, passava na Boca para ouvir novidades e marcar reuniões. Abdo tinha canal direto com o governador para transmitir a preocupação da mídia com algum assunto relevante.

Em novembro a sala do Anfrísio virava centro de decisões para o jantar do dia 13. Quem merece uma comenda? Quem fará o discurso? O advogado Renê Dotti, maravilhoso orador? O deputado Alvaro Dias, candidato a governador? Qual ministro do Supremo receberá homenagem? Será que o doutor Antonio Ermirio de Morais vem?

A BOCA NÃO PERDOA

Em 1973, estreou no Teatro Paiol, o musical “Cidade Sem Portas”, escrito por mim e pelo Paulo Vítola. A primeira ideia para a peça veio do Jaime Lerner, prefeito da cidade. “E preciso contar a história de Curitiba de um jeito leve que todo mundo goste” – exortou ele, um apaixonado por musicais do cinema e da Broadway.

O roteiro foi feito com supervisão da professora Oksana Burushenko, do Departamento de História da UFPR. Detalhes pitorescos e picarescos da história da cidade inspiraram a belíssima trilha sonora do Paulinho, onde se destacava o samba da Boca Maldita. “A Boca falou, seu doutor, tá falado; a Boca pichou, seu doutor, tá pichado.”

Paulinho Vítola virou Cavalheiro da Boca. O samba logo chegou às rádios e levou ainda mais gente ao jantar só para homens daquele 13 de dezembro, na Sociedade Thalia.

 

 

 

 

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Uma sociedade espiritualizada

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A espiritualidade, ensinam Piana e Fava, é o elo perdido das organizações.

 

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O vice-governador e acadêmico Darci Piana escreveu, junto com Rubens Fava, um livro para o momento: “Liderança-E, Exigência para uma Sociedade Ética e Justa”.

Ao longo de 274 páginas de leitura muito agradável, os autores descrevem o perfil do novo tipo de líder que julgam adequado a um mundo que se equilibra precariamente entre potências antagônicas, ideologias radicais e conflitos pela posse da terra e dos mares.

E um país que perdeu o caminho da esperança, traçado a partir dos anos 1950 com a construção de Brasília e a industrialização. Agora mergulhado no desespero da falta de rumos e da ausência de sonhos.

O remédio para essas deficiências, acreditam os autores, é a construção de um novo modelo de sociedade e o reconhecimento do Lider-E (E de espiritualidade) capaz de inspirar e conduzir as relações tanto na empresa como na política. Suas qualidades são coragem, bom-senso e maturidade em um ambiente de muita transparência. Aqui ninguém esconde a verdade, muito menos inventa fatos.

 

 

 

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