A região até agora é considerada um barril de pólvora. Com o acordo Trump-Mohammed bin Salman vai ter a possibilidade de ser um depósito de bombas de urânio 235.
Por enquanto, só a Westinghouse está feliz com a notícia, que vazou após o encontro do presidente dos EUA com o chefe do governo saudita. Ela é a empresa que pode vender tecnologia para a construção do reator nuclear saudita.
Lembrando que a Arabia Saudita não reconhece a existência do Estado de Israel.
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