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Medo de avião
. . No blog Socialista Morena, publicado na CartaCapital, uma narrativa familiar: “Uma vez, sendo repórter de um jornal de Bogotá, numa época irreal em que todo mundo tinha 20 anos, me mandaram, com o fotógrafo Guillermo Sánchez, perseguir uma … Continue lendo
Namoro de outono
. . October BY ROBERT FROST O hushed October morning mild, Thy leaves have ripened to the fall; Tomorrow’s wind, if it be wild, Should waste them all. The crows above the forest call; Tomorrow they may form and go. … Continue lendo
De como jogar fora o dinheiro da Caixa Econômica Federal, a “nossa” Caixa
. Ninguém, no Brasil e no exterior, ousa discutir a importância de Rosa Passos. Essa imensa baiana de 1m60 criou um estilo inimitável de dizer a bossa nova e o jazz. Inventou melodias que encantam o mundo. Ela é maior, … Continue lendo
Tarde de sol em Curitiba, lá vai o Oilman descendo a Rua 15 com seu amigo Lupicínio
. . . Como Pelé, ele fala de si mesmo na terceira pessoa. -O Oilman está ai para incentivar a prática do esporte. Ele não é mais o ciclista solitário das araucárias. Ao lado de Lupicínio companheiro desde 2008, seguia … Continue lendo
“Você se lembra da minha voz?”
. . . O Reinaldo Azevedo descobriu um vídeo na Internet em que Gleisi Hoffmann pede voto para Roberto Requião. E comenta: “Com poucas pessoas o tempo foi tão generoso como com Gleisi Hoffmann, né?” Está na Veja.
O homem que vendeu heroina a Seymour Hoffman
. . É ele. Robert Aaron, um músico, tornou-se figura internacional quando o noticiário sugeriu que ele vendeu a heroina que matou Philip Seymour Hoffman. A informação está na capa do New York Times. Aaron, de 57 anos, já tocou … Continue lendo
Gastronomia
. . . Tem restaurante que ousa abrir uma filial e quebra a cara. O Victor já abriu três e acertou todas. Toda noite tem fila no Victor Santa Felicidade.
As flores do outono
. . Negro jardim onde violas soam E o mal da vida em ecos se dispersa: À toa uma canção envolve os ramos, Como a estátua indecisa se reflete No lago há longos anos habitado Por peixes, não, matéria putrescível, … Continue lendo
A crase, aliás, o acento agudo, também não foi feito para humilhar ninguém
. . . O Millor ensinou mais: A crase não existe no Brasil. É uma invenção de gramáticos. Nunca ouvimos ninguém falando com crase. Se quiser, incorporador, consulte os burocratas para confirmar – não existe lei municipal, estadual ou federal … Continue lendo