Agora é Floripa

.

ffhfhf

A melhor cidade para se viver na América do Sul está reabrindo a ponte Hercilio Luz para automóveis. (Economiasc)

.

Pena, mas Curitiba perdeu para Florianópolis o título de melhor cidade da America do Sul para se viver.

O ranking é da revista inglesa Tourist Maker. A notícia está na capa do Diário Catarinense.

Curitiba ficou em terceiro, atrás de Floripa e de Medellin, Colômbia.

Medellin? Aquela do Cartel?

Não é mais. Tourist Maker diz que agora a cidade colombiana é lider mundial em inovação e “é a cidade que, em todo o mundo, experimentou a maior evolução no ambiente urbano e nas condições de vida nos últimos anos”.

.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Da Genilse Lucas no Twitter:

Deltan Dallagnol deixou a Lava Jato pra concorrer à Prefeitura de Curitiba?! Só eu acho isso?!

.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Explicando os homens

.

 

ghghghghg

“Cuidado com essa conversa de igualdade. Você não quer crescer e virar uma feminista, não é?”

.

Nicole Tersigni, uma escritora de  Detroit, não aguentava mais homens explicando coisas para mulheres.

Resolveu explicar homens que explicam coisas para mulheres, uma demonstração de superioridade chamada mansplaining.

Mansplaining é um termo que significa ” comentar ou explicar algo a uma mulher de uma maneira condescendente, confiante, e, muitas vezes, imprecisa ou de forma simplista”.

Tersigni resolveu adicionar  legendas machistas a pinturas conhecidas.

O avô lembrando a neta sobre o perigo de crescer e virar uma feminista.

A jurada pressionada por onze homens pensando: “Ainda bem que sou gay.”

As imagens legendadas viraram um sucesso no Twitter.

E agora vão para as livrarias, editadas pela Chronicle Books.

Acho que dá tempo de comprar para o Natal.

(A matéria é de Alisha Haridasani Gupta, editora de gênero do New York Times.)

.

ghghghg

“Ainda bem que agora sou gay.” (Ilustração do Norman Rockwell)

.

 

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Investigação na Copel Telecom resulta negativa

 

A Copel distribuiu ontem comunicado aos acionistas informando o resultado negativo da investigação interna independente para apurar supostas irregularidades na Copel Telecom entre os anos de 2015 e 2018. A informação foi transmitida por Adriano Rudek de Moura, Diretor de Finanças e de Relações com Investidores.

 

As supostas irregularidades estavam basicamente relacionadas com os processos de contratação de prestadores de serviço e renúncias de receitas referentes a alguns clientes e fornecedores.

Elas foram identificadas através do Canal de Denúncias da Companhia e trabalhos de controle interno.

A empresa reconhece que há deficiência de controles na subsidiária. Anuncia que vai melhorar os processos de gestão de clientes, suprimentos e fornecedores. Mas, sublinha o relatório, “não foram identificadas evidências de fraude contábil ou de erro intencional”. Também não há provas de recebimento ou pagamento de vantagem indevida a funcionários.

O comunicado afirma que “não há indicativo de que os valores constantes  das demonstrações contábeis possam ter sido afetados de forma relevante”. Além de um “plano de remediação”, a Copel informa que continua colaborando com as autoridades.

.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Ele está com uma cara boa. Saudável. Tinha esquecido dele?

.

gghghg

Macaulay Culkin completou 40 anos quinta-feira passada. (Foto Esquire)

 

Fez só quatro filmes nos últimos 20 anos. Nenhum emplacou da maneira como “Esqueceram de Mim”. Mas Macaulay Culkin não se preocupa com isso. Pelo menos não do ponto de vista financeiro.

Aqueles filmes realmente bombaram. Foi tanto dinheiro que deu para fazer um trust fund.

E ficar amigo do Michael Jackson.

Lembra do termo? Foi usado pela defesa do deputado Eduardo Cunha para explicar que o dinheiro da Suiça era dele mas não era dele.

Pois “o termo trust se refere a relações jurídicas criadas – inter vivos ou após a morte – por alguém, o outorgante, quando os bens forem colocados sob controle de um curador para o benefício de um beneficiário ou para alguma finalidade específica.”

Então Macaulay tem um trust fund que começou modestamente em 1998 com vinte milhões de dólares e hoje ninguém comenta o tamanho.

Mas dá para viver uma vida agradável, frequentar bons restaurantes, ter uma namorada e dois gatos.

Está tudo na matéria de capa da revista Esquire deste mês.

.

 

 

 

 

.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Opa! Baixou a taxa de contaminação (I)

.

gghghg

Na Inácio Lustosa, um bom exemplo de como cuidar das ruas. Falta estimular a restauração de casas históricas com alguma importância arquitetônica.

 

No domingo com menos Covid 19 no ar, foi bom passear pelo centro. Rever ruas, praças e árvores – velhas conhecidas que ninguém sabia como sobreviveram ao frio e à peste.

Sobreviveram bem, como se vê aqui na Inácio Lustosa, onde as magnólias continuam firmes, dispostas a espalhar perfume daqui a pouco, com a primavera.

Esse canteiro central é sobrevivente de uma onda de falta de juízo que atacou alguns vereadores e até funcionários da prefeitura. Achavam que era necessário acabar com o canteiro central para aumentar o fluxo de veículos. O IPPUC não concordou. Curitiba já tem as vias rápidas que precisa, agora deve pensar em recuperar o centro.

Como nós, a cidade de Vancouver, Canadá, resistiu às auto-estradas urbanas, estimulou a construção de prédios de apartamentos e hoje tem o segundo melhor índice de trajetos à pé e de bicicleta do país, mais de 30%.

Em Paris, 46% dos trajetos – para as compras, para o teatro, para o trabalho – são feitos à pé. Quando isso é possível, cai a poluição atmosférica e o stress urbano.

.

ffhfhfh

Como em outras cidades, a grafitagem evita pichação.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Opa! Baixou a taxa de contaminação (II)

.

gghghg

Sanduíche de pepino é coisa de inglês. Muito citado em peças de Oscar Wilde.

.

Na semana passada, a Secretaria de Saúde divulgou a menor taxa de contaminação por Covid 19 desde o início da pandemia: 0,76.

Não significa que está tudo bem. Quer dizer que cem doentes conseguem infectar outras 76 pessoas. Ainda é preciso cuidado.

Mas o povo leu a estatística com otimismo – a contaminação diminuiu! E saiu. Foi para a praça aos milhares, sem máscara, cheio de apetite. Comeu de tudo, principalmente os sanduíches na promoção do pão com bolinho, que vai até o dia 20.

Bolinho de carne de siri, na Ostra Bêbada. De costela com bacon, no Amarillo. De carne com linguiça Blumenau, no Armazém Santana. Tudo veneno, a menos que você tenha 20 anos e jogue futebol três vezes por semana.

Pena que Curitiba, capital invejada no mundo, não possua um lugar que sirva sanduíche de pepino.

Eis a receita básica:

Broa de centeio fatiada. Tire a casca.

Pepino cortado em finas fatias.

Passe manteiga ou cream cheese, o que você preferir.

Polvilhe lemmon pepper. (Pimenta do reino com raspas de limão siciliano).

Embrulhe em papel filme e deixe na geladeira.

Ideal para os dias quentes que estão voltando.

Com chá, é claro.

.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Há alternativas

.

 

hhkhkhkh

.

 

.

O povo da rua voltou à Prefeitura para pedir banheiros químicos e outras necessidades.

Errou o endereço.

Não é o prefeito que decide esse pedido.

É a cidade que deve escolher. Pode oferecer banheiros químicos gratuitos aos que vivem na rua.

Ou pode reabrir o Beco do Mijo.

.

hjkjkj

.

.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Dallagnol, Kamala Harris e a biodiversidade

.

gghghg

Ex-Procuradora Geral boa de voto. (Foto C-Span).

 

Nem todo mundo ficou satisfeito com o julgamento do procurador Deltan Dallagnol pelo Conselho Nacional do Ministério Público.

Analistas de diferentes tendências políticas concordaram que o corporativismo de membros do MP e a pressão política contra a Lava Jato foram determinantes na decisão, ou melhor, na ausência de decisão representado pelo arquivamento do caso após 42 adiamentos.

Na véspera do julgamento, integrantes do Ministério Público assinaram um manifesto em que defendem a “importância das garantias constitucionais da inamovibilidade e da independência” de suas funções.

Resultado: caso arquivado porque as punições mais leves para ele, como advertência ou censura, já prescreveram.

A procrastinação pode ter sido usada para apoiar o colega, dentro do melhor espírito corporativo.

***

É robusto esse esprit de corps, seja na magistratura, no ministério público ou nas polícias.

Mas há meios de amenizá-lo. Um deles é mudar o processo de escolha de parte dos juízes e promotores.

O sistema de concurso público não indica mérito – indica treinamento. Albert Camus dizia que o êxito é fácil de obter. O difícil é merecê-lo.

A consequência é uma perigosa homogeneidade entre os aprovados. Resulta na indicação de juízes e promotores predominantemente brancos (84,4%, de acordo com pesquisa do CNJ em 2013) e de classe média (60% dos pais e 47% das mães de promotores públicos têm curso superior, contra 9% e 8,9% do conjunto da sociedade).

Vencedores de concurso trazem para o serviço público visões peculiares. É diferente e frequentemente distorcida a realidade vista do alto, do ponto de vista da minoria branca e com acesso aos melhores colégios e cursos preparatórios.

Esse quadro pode mudar 1) se o sistema de cotas entrar efetivamente em vigor; e 2) se parte dos juízes e promotores  for eleita pelo voto dos jurisdicionados.

Ficaremos, claro, expostos aos perigos eleitorais, como a demagogia e corrupção. Mas custa tentar? Acreditar na biodiversidade?

Países como os Estados Unidos – onde ninguém discute a força das instituições democráticas – adotam o voto popular para escolher juízes e procuradores.

Agora, a ex-procuradora geral da Califórnia Kamala Harris, negra, eleita por votação universal, é a candidata do Partido Democratico à vice-presidência dos Estados Unidos. Os bons serviços à sociedade de Harris e de outros procuradores negros, latinos, asiáticos eleitos pelo voto popular podem estimular o legislador brasileiro a abrir o inadiável debate sobre o assunto.

.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

A “cara de ameixa preta” foi superada

.

gghghghg

Só servia para prisão de ventre.

 

.

Quando alguém diz que não gosta de jiló, lembro do case da ameixa preta da Califórnia.

Na metade do século passado havia nos Estados Unidos uma aversão nacional contra a ameixa preta. Era um produto carregado de “limitações psicológicas”, segundo Ernerst Dichter, presidente do instituto de Pesquisa de Motivação.

A ameixa preta não vendia. Era um apenas um laxante secreto, produto reservado a velhas solteironas, cheio de outros significados desagradáveis.

Quando submetidos ao teste de associação de palavras as pessoas falavam isso: “velha solteirona” e “seca”.

A “cara de maracujá de gaveta” do português em inglês é “old prune face”, cara de ameixa preta.

As campanhas para derrubar o preconceito, bancadas pelos produtores da Califórnia, começaram com crianças brincando, correndo alegres em anúncios coloridos. Depois subiram da faixa etária, com adolescentes patinando ou jogando tenis.

No texto frases como: “Ponha asas nos seus pés”, ideia mais tarde usada pelo “Red Bull me dá asas”.

Outro anúncio: “Ameixas ajudam a dar cor ao seu sangue e rubor à sua face”.

A campanha foi tão bem sucedida que a ameixa da Califórnia virou a exceçã0 no mercado agrícola. Mesmo quando outros produtos agrícolas perdiam preço, a ameixa se mantinha firme e forte.

Se houver uma Associação Brasileira do Jiló, deve contratar uma pesquisa.

 

.

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário