{"id":4822,"date":"2014-12-28T04:38:56","date_gmt":"2014-12-28T04:38:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.adherbal.com\/?p=4822"},"modified":"2014-12-29T04:40:14","modified_gmt":"2014-12-29T04:40:14","slug":"mudou-o-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adherbal.com\/?p=4822","title":{"rendered":"Aumentou o Natal ou a casa encolheu?"},"content":{"rendered":"<p>.<\/p>\n<p><div id=\"attachment_4824\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.adherbal.com\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/natalbolaazul.jpg\" rel=\"lightbox[4822]\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-4824\" src=\"https:\/\/www.adherbal.com\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/natalbolaazul.jpg\" alt=\"hjhjhjh\" width=\"640\" height=\"480\" class=\"size-full wp-image-4824\" srcset=\"https:\/\/www.adherbal.com\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/natalbolaazul.jpg 640w, https:\/\/www.adherbal.com\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/natalbolaazul-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-4824\" class=\"wp-caption-text\">.<\/p><\/div><br \/>\n.<br \/>\n.<\/p>\n<p>O mundo mudou, Curitiba foi junto. \u00c9 preciso muita aten\u00e7\u00e3o ao comprar o pinheiro de Natal. <\/p>\n<p>Leve trena para medir a \u00e1rvore. <\/p>\n<p>O p\u00e9 direito das casas vem diminuindo. Quando nasci, era de tr\u00eas metros a dist\u00e2ncia entra o ch\u00e3o e o forro da sala de visitas. Agora gira em torno de 2m20. <\/p>\n<p>Confira a largura. <\/p>\n<p>As portas da casa ficaram mais estreitas. <\/p>\n<p>Finalmente, n\u00e3o precisa ser arquiteto, nem decorador, para constatar que o ambiente mirrou. Algu\u00e9m muito cruel fez essa maldade com a gente. As casas antigas tinham escrit\u00f3rio, sala de estar, sala de jantar. Muitas fam\u00edlias acrescentavam uma salinha de m\u00fasica, para a filha aprender piano. Hoje, h\u00e1 lareira, sanca de gesso, projeto de ilumina\u00e7\u00e3o e piso de madeira natural &#8211; tudo comprimido na famigerada sala em L. <\/p>\n<p>Uma desumanidade.<\/p>\n<p>Antes, sobrava espa\u00e7o para um trem el\u00e9trico (feito na Alemanha, n\u00e3o na China) rodar em torno da arvore. <\/p>\n<p>Entre uma esta\u00e7\u00e3o e outra era comum um pres\u00e9pio. \u00c0s vezes um monjolo na esta\u00e7\u00e3o seguinte, daqueles que a \u00e1gua de verdade enche um balde, que abastece um bebedouro, que desagua num riozinho que \u2013 gra\u00e7as a um truque da f\u00edsica \u2013 fornece \u00e1gua para encher o balde.<\/p>\n<p>Neste momento, at\u00e9 a liga\u00e7\u00e3o entre o pinheirinho e a cristandade \u00e9 questionada.<a href=\"http:\/\/daily.jstor.org\/history-of-the-christmas-tree\/\"> Leio<\/a> que a id\u00e9ia de trazer \u00e1rvores rec\u00e9m-cortadas para dentro da casa para comemorar o Natal \u00e9 uma velha tradi\u00e7\u00e3o germ\u00e2nica e pag\u00e3. Espalhou-se por outros pa\u00edses da Europa e pela Am\u00e9rica no s\u00e9culo 19, quando a Rainha Vit\u00f3ria casou com o primo, Principe Albert of Saxe-Coburg and Gotha, em 1840. <\/p>\n<p>*  * *<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o foram os alem\u00e3es que inventaram a moda de trazer alguma coisa verde para o interior da casa. <\/p>\n<p>Em um ensaio de 1910, publicado no Journal of the Royal Society of Arts, George Birdwood tra\u00e7a o significado da \u00e1rvore no Egito, India, Persia e nas marchas com tochas do antigo Imp\u00e9rio Romano. A \u00e1rvore \u00e9 o que restou de um velho costume ligado \u00e0 Saturn\u00e1lia do Solst\u00edcio do Inverno. <\/p>\n<p>Para acabar com a festa pag\u00e3, a Igreja Cat\u00f3lica instituiu o Dia de Natal no s\u00e9culo quinto da nossa era. <\/p>\n<p>* * *  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>. . . O mundo mudou, Curitiba foi junto. \u00c9 preciso muita aten\u00e7\u00e3o ao comprar o pinheiro de Natal. 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